Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em quase 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

sábado, 30 de abril de 2016

EU PENSEI QUE ESTAVA TUDO SOB CONTROLE!


“Prezada irmã Jane Esther, conheci o Ministério de Mães Unidas em Oração através de minha cunhada que mora em São Paulo. Comecei um grupo em minha casa, com mais duas mães. O trabalho foi crescendo. Hoje, lidero três grupos. Participar e liderar o Ministério de Mães Unidas em Oração foi e tem sido uma das maiores bênçãos recebidas do Senhor Jesus! Através dele alcancei forças para passar pelo que eu nunca poderia imaginar que viesse a passar. Minhas companheiras de oração foram incansáveis, dando-me todo o suporte necessário!

Minha família sempre foi integrada na Igreja. Tenho três filhos. Um com 14, uma com 19 e outra com 22 anos, que são motivos de oração constantes. A cada semana, em nossa reunião de “Mães Unidas em Oração”, seus nomes são colocados, um de cada vez, bem como suas escolas. Meus filhos são bênçãos de Deus para mim!

Tudo começou quando minha filha do meio terminou o ensino médio. Começou fazer o Curso preparatório para o Vestibular. Iria prestar exame para a Faculdade de Direito. Era muito estudiosa. Fez as provas e passou. Nós ficamos muito felizes, pois achávamos muito difícil ela conseguir. Nossa filha estava com 17 anos, iria completar 18 anos em junho. Veio a matrícula na Universidade. Logo, conheceu seus colegas, e começou a entrar num universo totalmente desconhecido. Participou do trote, uma preocupação para nós! Começou os estudos. Logo apareceram as amizades. Passou a colocar a Igreja em segundo plano: faltava o ensaio na equipe de louvor; não ia mais a Escola Bíblica, pois estava sempre muito cansada, etc.

Eu e meu esposo começamos a sentir que alguma coisa não estava indo tão bem assim como pensávamos. Nossa filha estava mudando rápido demais. Estávamos em casa no domingo, na parte da tarde, e ela nos disse que sua turma iria fazer um “lual” na sexta-feira seguinte e que ela gostaria muito de participar, citando o nome de dois colegas, que também iriam. Disse que depois iria para a casa de uma das colegas. Nós dissemos que pensaríamos no assunto, pois achávamos perigoso! Ela saiu rindo de nós!

Naquela semana coloquei o nome de minha filha no altar do meu grupo de “Mães Unidas em Oração”. Expliquei a situação para as irmãs! Meu coração estava aflito. Minha alma estava angustiada. Chegou sexta-feira e, logo cedo, ela perguntou se estava tudo certo. Nós dissemos que sim e aconselhamos que tomasse muito cuidado. Que não deixasse o copo com resto de refrigerante e saísse de perto, e depois tomasse, que não aceitasse balas, que não ficasse longe de suas colegas, enfim, muitas recomendações. Ela riu novamente e saiu. Ficamos muito preocupados!

No sábado, ela não ligou, nem apareceu. Ligamos para sua colega, que nos informou que saíra antes de tudo terminar, pois estava muito cansada. Disse que deixara nossa filha bem. Começamos a ligar para algumas pessoas que conhecíamos e... Nada! Que aflição! Telefonei para minhas irmãs do Grupo de oração de Mães Unidas em Oração e pedi que orassem. Meu esposo ligou para o pastor e contou o que ocorrera. Começamos a ficar desesperados.

Quando foi 2h da madrugada de domingo, soubemos que nossa filha estava no hospital. Fomos para lá. Ela estava no CTI, correndo risco de morte. Segundo o médico, ela chegou ao hospital, desacordada, trazida por dois jovens que não quiseram se identificar. Minha filha tinha sofrido uma overdose. Ela misturou álcool com droga e, por isso entrou em coma.

Começamos a clamar a Deus pela vida dela. Não estávamos preparados para perdê-la. Nosso grupo de “Mães Unidas em Oração”, nossa igreja e pessoas amigas, todos, pedíamos a Deus pela vida dela. Durante 14 dias, ela permaneceu no CTI. Passados estes dias cruciantes, seus sinais vitais foram melhorando, até que voltou do coma!

Durante sua recuperação, ela nos disse que no “lual”, lhe ofereceram um refrigerante e, depois, um coquetel de frutas. Ela nos disse também que deu uma saída e, que quando voltou, tomou o restante do coquetel. O que aconteceu em seguida, não soube mais.

Minha filha ficou traumatizada. Trancamos a matricula dela. Seu estado não permitia que estudasse, pois ficou muito debilitada! Ela pediu perdão, pois não nos ouviu. Algumas semanas depois, chegou o dia de seu aniversário de 18 anos. Enfim, ela estava novamente conosco, agora, totalmente mudada! Um semestre depois ela retornou aos estudos na Faculdade e, estará concluindo o Curso de Direito.

Prezada irmã Jane Esther, muitas vezes pensamos que nossos filhos, por estarem dentro da igreja, sendo criados no evangelho, estão preparados para enfrentar o mundo. Puro engano!” O MUNDO É CRUEL!

Muito obrigada pela atenção, pelo carinho, por ouvir o meu relato e por orar também por mim! Que Deus a recompense!


Tânia F. M. Lopes
(Líder de Mãe Unida em Oração - Belo Horizonte, MG)
(Este testemunho foi publicado com autorização expressa da mãe. Os nomes são omitidos para preservar o sigilo dos filhos.)


sexta-feira, 29 de abril de 2016

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE MAIO DE 2016


No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, e ora de 3 a 7 minutos por um dos filhos (biológico, adotivo ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério.

O Calendário não substitui o encontro semanal dos Grupos de Mães Unidas em Oração.

Se a irmã pertence ao Ministério e não recebeu o seu Calendário Nacional de Oração é só nos enviar um e-mail: contato@maesunidasemoracao.org

Mãe Unida em Oração é apenas instrumento nas mãos de Deus. Quem é digno de toda honra e de toda Glória é o Senhor Jesus Cristo! É Ele quem guerreia "com" e "através" de nós! (Efésios 6: 10-20).

Somos apenas servas!

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos. 
Todo filho precisa de uma mãe que ora. 
Você já orou pelo seu filho hoje? 

www.maesunidasemoracao.org 
contato@maesunidasemoracao.org

sábado, 23 de abril de 2016

SONHO, FRUSTRAÇÃO E MILAGRE!

"Meu filho William, 19 anos de idade, tinha como sonho ser jogador de futebol e, neste ano, estava se dedicando ao máximo participando de treinos, fazendo aulas de inglês e tudo que era necessário para passar em uma seletiva que aconteceria em Toronto, Canadá, em maio de 2016.

Seu esforço visava uma bolsa de estudos nos Estados Unidos para cursar a faculdade e com um futuro promissor para o futebol profissional. Porém todos esses planos foram abruptamente interrompidos no dia 29/01/2016 quando, por uma fatalidade, mais ou menos cinco horas da manhã, ele foi atingido por um projetil de fogo, tendo como trajetória o pulso direito, perna direita e perna esquerda.

Após o ocorrido foi socorrido rapidamente e levado ao hospital. Era 5:30 quando acordamos com a notícia que ele havia sido baleado e estava no hospital. O meu desespero era tão grande que não cabia dentro do meu peito, e eu dizia: “- Deus, dá mais uma chance para o meu filho, não me tire ele Senhor!!! Me surpreenda, por favor!!!

Doía muito saber que ele estava ali naquela situação, eu não tinha forças para orar, só chorava o tempo todo. Foi quando eu entrei para ver ele e Deus, de uma forma surpreendente, me fortaleceu para que eu não chorasse perto dele. Então ele me pediu perdão e disse: "- Mãe, meu sonho, meu projeto acabou, eu não sinto meus pés, eu estou com medo!!!" E eu disse: " - O seu sonho pode ter acabado, mas os sonhos de Deus começam hoje na sua vida!"

Eu me ajoelhei clamando vida sobre todo o corpo dele. Os enfermeiros entravam e saiam da sala emocionados, então fui até o médico que estava prestando os primeiros socorros e ele me disse que William precisaria passar por uma cirurgia para reconstrução da artéria femoral. Foi aí que eu juntei as mãos daquele médico e orei abençoando suas mãos e pedi olhando dentro de seus olhos: "- Doutor, não sei se tem filhos, mas cuida do meu filho como se fosse seu, salva a vida dele, em nome de Jesus!!!" e, saí porta afora, foi quando meu chão abriu....

Mandei um áudio para grupo das mulheres da minha igreja pedindo oração, e em pouco tempo muitas pessoas vieram até o hospital nos apoiar. E este áudio se multiplicou entre os irmãos e foi um mover maravilhoso na nossa vida através de tudo o que Deus operava.

Foi então que recebi a visita de Sabrina de Mattos Maurente, Coordenadora do Ministério Internacional Mães Unidas em Oração em Balneário Camboriú, SC que me convidou para lançar o nome do meu filho Willian Gabriel Nogueira Traversin na Rede Mundial de Oração do Ministério Internacional Mães Unidas em Oração...

Naquele momento começamos a declarar que o nosso Deus não faz milagre pela metade... Todo corpo clínico do hospital se impactava com tamanha fé.

Após a cirurgia que durou sete horas, existia a chance de amputação de membros devido à falta de vascularização adequada e de muita espera do incidente até a cirurgia, totalizando 3:30 sem circulação.

Esta falta de vascularização formou um edema do joelho para baixo, foi então que fizeram as fasciotomias, cortes grandes para o músculo saltar e sangue descer os pés. As duas cirurgias recuperaram 30% do fluxo sanguíneo da perna. Os outros 70% começaram a receber irrigação por ramificações laterais criadas pelo próprio organismo dele, o que seria algo raríssimo devido à idade. Então eu entendi mais uma vez o milagre sendo concluído.

Após as cirurgias, WillIiam precisou de outro tratamento chamado Câmera Hiberbárica, onde realizou 20 sessões com a ajuda financeira de irmãos da igreja, pois se trata de um custo altíssimo.

Hoje, 80 dias do ocorrido, William segue com os curativos, fisioterapias e treinamento físico pós trauma para uma excelente recuperação. O caso do William confundiu a medicina várias vezes; ele foi o único sobrevivente que deu entrada nas condições que ele chegou naquele hospital. Louvo a Deus pelo milagre, pelas promessas, por ter usado as Mães Unidas em Oração, minha igreja, anjos para trazer meu filho de volta. Louvo a Deus porque Ele é fiel mesmo quando não merecemos. Obrigada Meu Deus Fiel!!!!!"

Ivone Maria Nogueira Traversin - Mãe Unida em Oração em Balneário Camboriu, SC
(Testemunho e fotos foram divulgados com a permissão da mãe)




Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
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sexta-feira, 22 de abril de 2016

SOBREVIVEMOS A UM TSUNAMI

“Prezada irmã Jane Esther,

Estou enviando este e-mail para agradecer, em primeiro lugar, a Deus, por tudo que Ele me fez viver nestes últimos 90 dias. A irmã que foi a peça chave na transformação ocorrida em minha vida e, também, de minha família. A irmã não faz idéia do que vou narrar agora. Faço-o, na certeza e esperança de que será bênção na vida de muitas outras Mães. Eu creio no Poder da Oração!

Meu esposo é funcionário Público Federal e eu sou professora do ensino médio. Temos quatro filhos: duas meninas, uma com 24 anos, casada, mãe de uma filha de dois anos. Na época em que tudo aconteceu, estava grávida de um mês; a outra, com 20 anos, dois meninos de 22 e 18 anos, respectivamente. Residimos em Brasília há 22 anos e pertencemos a Igreja Batista daqui. Sempre tivemos como prioridade, criar nossos filhos nos caminhos do Senhor, dando todo apoio possível! Meus filhos são integrados na igreja. Cada um participa de uma atividade diferente. Todos são ativos na obra do Senhor.

Conheci o “Ministério de Mães Unidas em Oração” há três anos, através de minha irmã que pertence a Igreja Cristã Nova Vida, no Rio de Janeiro. Logo, procurei me informar a respeito do Ministério e hoje, lidero dois grupos. Deus tem feito maravilhas em nossas vidas!

Mesmo exercendo o magistério e com o tempo bem apertado, nunca dispensei nossa hora semanal de oração de “Mães Unidas em Oração”. Meus filhos estão na “Rede Mundial de Oração” e, semana após semana, são motivos de intercessão, juntamente com os filhos das demais companheiras de oração. Meus filhos sempre foram estudiosos, educados, obedientes, enfim, um presente de Deus. Nada é mais importante do que colocarmos a vidas de nossos filhos no altar do Senhor

Minha irmã Jane Esther, a narrativa é extensa. Tentarei ser o mais precisa possível.

“No mês de janeiro de 2010, minha família passou por momentos muito tristes, momento de muita turbulência.

Era sábado. Meu filho de 21 anos saiu com o irmão mais novo para comemorar. Ele havia passado no vestibular de medicina. Além deles, três outros colegas da igreja foram juntos a um local onde, volta e meia, iam.

Estávamos em casa e já passava da meia-noite. E eles não chegavam. Começamos a ficar preocupados. Meu esposo não sabia que atitude tomar. Quando o relógio marcou uma hora e vinte minutos da madrugada, recebemos um telefonema de uma das mães de um dos colegas de nossos filhos. Ela faz parte do nosso “Grupo de Mães Unidas em Oração”. Estava no hospital e nos disse, rapidamente, o que ocorrera. Saímos em disparada e, quando lá chegamos, soubemos do que realmente tinha acontecido. Na volta para casa, depois da comemoração, um carro, em alta velocidade, cujo motorista estava bêbado, bateu em cheio no carro onde meus filhos estavam. Os colegas e meu filho caçula sofreram algumas fraturas e escoriações. Um quebrou o braço. Outro quebrou a perna. Meu caçula quebrou o nariz. O caso mais grave foi o do meu filho de 21 anos. Ele sofreu muitos ferimentos. Tinha ficado preso nas ferragens e teve traumatismo em várias partes do corpo.

Ali começou a nossa luta. Nosso filho já estava no centro cirúrgico. Meu esposo foi tomar algumas providências necessárias. Enquanto isso eu e minha amiga fomos para a capela do hospital e começamos a clamar a Deus pela vida de meu filho! Como clamamos...

Depois de 23 dias em coma, ele voltou à vida. Ficamos sabendo que ele estava com as pernas paralisadas, mas, não tínhamos coragem de contar para ele. Nesse período, minhas companheiras de oração de “Mães Unidas em Oração” não cessavam de orar por ele, juntamente com centenas de outras pessoas que o amavam.

Após o impacto, ele foi transferido para o quarto e, ali, soube que estava com as pernas paralisadas devido ao traumatismo em sua coluna. Ficou no hospital ainda por mais 32 dias.

No início, ele não aceitava, de forma alguma, ficar, pelo resto da vida, em uma cadeira de rodas. O tempo foi passando. Ele recebeu alta. Foi para casa. Tentamos dar todo o apoio possível. O médico disse que, talvez ele voltasse a andar. Mas, só o tempo diria. Ele ficou indo no Hospital de Reabilitação Sarah Kubitschek aqui em Brasília, para fazer todos os tipos de tratamento possível. Ele queria nadar...

Nesse ínterim, minha filha que estava grávida, começou a ter problemas com pressão alta. Ela fazia acompanhamento constante com a ginecologista, pois precisava de cuidados.

No início do mês de junho, dia 14, recebi um telefonema de minha irmã do Rio de Janeiro, dizendo que minha mãe tinha sofrido um infarto e estava no hospital, muito mal. Deixei meu esposo e meus outros filhos e fui ao Rio visitá-la e dar apoio a meus irmãos e meu pai. Somos cinco irmãos. Durante o tempo que fiquei com minha mãe, clamava a Deus por minha família pedindo que Ele me concedesse a graça de vê-los bem. Minha mãe foi melhorando e seu quadro estabilizou. Ficou no hospital por mais alguns dias.

Enquanto isso, meu esposo levava meu filho para fazer tratamento. Algumas irmãs Mães Unidas em Oração davam suporte à minha filha grávida, agora com seis meses.

Meu filho estava muito deprimido. Devido ao acidente, teve que trancar a Faculdade e isso o deixou muito deprimido. Tentei voltar para Brasília no dia 21 de junho, mas só achei passagem para o dia 22.

No Rio de Janeiro, minha irmã me convidou para ir à Igreja Cristã Nova Vida, na Zona Oeste, para participar de um Culto para mulheres. Eu fui. Foi um culto maravilhoso. Minha alma estava angustiada. Eu estava profundamente triste. Era como se um tsunami tivesse passando sobre minha família.

Estava acompanhando o trabalho da irmã através da Visão Missionária e desejava muito conhecê-la. Deus reservou aquela oportunidade. Uma segunda-feira, 21 de junho de 2010! A irmã disse, na ocasião, que Jesus queria que confiássemos n’Ele. Que fizéssemos prova d’Ele.

Que através da fé, coragem e perseverança, alcançaríamos a vitória. Foi uma mensagem rica, edificante. A irmã pediu para que, quem quisesse colocar seus fardos sobre a cruz, fosse à frente.

A igreja estava repleta. Creio que tinha cerca de 250 mulheres. Muitas foram à frente chorando, inclusive eu. A irmã pediu que todas as mulheres que estavam sentadas, viessem à frente e, abraçasse cada uma, a pessoa mais próxima. Então, a irmã desceu do púlpito, e começou a tocar em cada uma. De repente, a irmã estava perto de mim. Eu estava chorando. Lembro-me, como se fosse hoje, das suas palavras: “não precisa chorar. Creia somente! A irmã vai alcançar a vitória! Tenha fé, coragem e perseverança. Não esmoreça! Nosso Deus é o Deus das coisas impossíveis! Ele é tremendo!” A irmã falava com autoridade e seu rosto brilhava! Suas palavras entraram em meu coração como uma flecha. Eu tinha certeza que Deus iria operar um milagre! Ao sair de perto de mim, a irmã voltou para o púlpito, e começou a cantar: “Vou levar meus problemas pra Deus. Entregar meus problemas pra Deus. Abençoar minha família, minha casa, meus irmãos, pois, eu creio no poder da oração...”

Naquela noite não dormi, tal foi a emoção de participar daquele culto. Deus falou ao meu coração de uma maneira singular! Eu deveria confiar. Deveria crer que Ele iria fazer uma grande obra!

No dia seguinte, 22 de junho, embarquei para Brasília totalmente focada na certeza de que meus filhos seriam vitoriosos! Quando cheguei, minha filha foi hospitalizada com ameaço de eclampse. Ficou 11 dias no hospital e, ao ter alta foi para minha casa, com seu esposo e minha netinha de dois anos. Continuávamos, eu e minhas companheiras de oração, clamando ao Senhor, na certeza da vitória!

Meu filho continuava fazendo todo o tratamento. Ele tinha esperança de andar. Agora, eu tinha certeza que ele voltaria a andar.

No dia 21 de agosto, minha filha não tinha mais condições de prosseguir na gravidez. Seu estado se agravou e, tanto ela quando o bebê, poderiam não resistir. Teve que submeter-se a uma cesariana. Quanta dor! Quanta angústia! Quanto sofrimento! Continuávamos clamando ao Senhor! Nasceu minha segunda neta, perfeita, sadia. Minha filha passou pelo vale da sombra da morte, mas, graças a Deus, recebeu a vitória, permanecendo com da vida. Treze dias depois, estava entrando em nossa casa, com sua filhinha no colo. Prezada irmã Jane Esther, não tenho como, nesse e-mail, descrever nossa alegria. É inenarrável!

No dia 23 de setembro, meu filho voltou a dar os primeiros passos, usando as muletas, saindo da cadeira de rodas. Sua coluna já estava sendo restabelecida. Segundo os médicos, ele voltará a andar... Glória a Deus! Ano que vem ele deverá voltar à faculdade e terminar seu Curso de Fisioterapia!

Ah! Irmã Jane Esther. Muitas vezes pensamos que tudo esta bem com a gente. Que esta tudo sob controle e que nada vai acontecer. E, de repente, tudo se transforma! Muito obrigada pelo dia 21 de junho de 2010! Jamais me esquecerei de suas palavras: “Fé, Coragem, Perseverança!”

Que Deus abençoe a irmã!”

Jeanette Mara Campos de Moraes – Brasília, DF
(Este testemunho foi publicado com autorização expressa da mãe. Os nomes são omitidos para preservar o sigilo dos filhos.)

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NÃO SABEMOS A HORA EM QUE O INIMIGO VAI AGIR...

"Prezada irmã Jane Esther,

Tenho o privilégio de participar deste Ministério que tem sido uma bênção inaudita em minha vida...

Procurarei ser breve, visto que meu testemunho é muito longo.

Meus filhos foram criados na igreja. Tenho cinco filhos: três meninos (10, 15 e 17 anos) e duas meninas (7 e 13 anos). Uma escadinha. Todos são responsáveis. Consagrados na igreja, participam das atividades normais da igreja para suas idades. Procuro passar para eles os valores espirituais e também os valores morais tão deixados de lado em nossa sociedade.

No final do ano passado, passamos por um trauma muito grande. Meu filho de 15 anos foi encontrado desmaiado, dentro do banheiro da escola onde ele estudava. Uma escola acima de qualquer problema. Todos os meus filhos estudam nela.

Recebemos um telefonema dizendo que ele tinha sido levado para o hospital. Ficamos desesperados, pois, nunca tivemos nenhum tipo de problema com eles na escola e também nenhum problema de saúde, a não ser, os normais: catapora, garganta inflamada, etc...

Bem, eu e meu esposo fomos correndo para o hospital e, quando lá chegamos formos informados que nosso filho estava no CTI e que era para aguardar o médico, pois ele viria nos atender e falar o que estava acontecendo...

Nossa aflição foi terrível. Meus demais filhos estavam em casa, junto com minha mãe. Durante o momento que esperava, liguei para algumas Mães Unidas em Oração e pedi que orassem pelo meu filho. Disse que ainda não sabia o que estava acontecendo, mais que eu cria no poder da Oração e que tudo iria ficar bem... Elas começaram a orar...

Ficamos aguardando, 42 minutos. Meu Deus... Que desespero! Irmã Jane Esther, por mais que eu clamasse a Deus, sentia minhas pernas tremerem e meu coração disparar...

Quando o médico veio nos atender, já estávamos esgotados de tanta aflição, mas confiantes de Deus estava no CTI, com meu filho.

O médico disse que nosso filho estava com problemas respiratórios, e o coração muito acelerado, mas que estaria esperando o exame de sangue para ter um diagnóstico preciso.

Um pouco mais de tempo e veio o resultado do exame de sangue onde ficou constatado que o nosso filho tinha sofrido uma overdose. Eu disse para o médico que era impossível, pois, meu filho nunca havia usado nenhum tipo de droga...

Bem, ficamos no hospital até tarde. Dois colegas dele de outra série da escola estavam conosco e disseram que não sabiam o que tinha acontecido, pois na hora estavam em aula...

O médico nos aconselhou a irmos para casa visto que nada mais poderíamos fazer a não ser aguardar as próximas horas. Nosso filho não usava drogas. O que tinha acontecido?

No dia seguinte fomos cedo para o hospital. O quadro do meu filho não tinha nenhum sinal de melhora. Ele continuava em coma... Continuávamos clamando a Deus. Minhas irmãs Mães Unidas em Oração estavam todas em oração. Algumas pessoas de minha Igreja Congregacional em São Paulo estavam orando...

Durante o coma de meu filho procuramos saber o que aconteceu e fomos informados que meu filho estava junto como alguns “colegas” tomando refrigerante e conversando na hora do intervalo... Por alguns minutos deixou o copo com o refrigerante na mesa do refeitório da escola e foi buscar um salgadinho. Ele voltou e continuou comendo o salgado e na hora que tomou o restante do refrigerante, começou a passar mal e com ânsia de vômito. Segundo os colegas ele foi para o banheiro, onde passou muito mal e vindo a desmaiar...

Bem, só saberíamos com certeza o que teria acontecido no momento em que ele acordasse...

Prezada irmã, foram seis longos dias, onde meu filho ficou no CTI. Graças a Deus ele voltou.

Ficou muito assustado com tudo. Foi então que a narrativa acima estava confirmada. Ele disse apenas que dois dos rapazes não era do grupo dele de colegas...

Os dois foram denunciados... Eles disseram para a polícia que apenas queriam fazer uma brincadeira com o “certinho” da turma.

Com são menores de idade, foram encaminhados para uma repartição de menores...

Bem, meu filho está bem. Não teve nenhuma sequela. Apenas ficou um pouco lerdo e triste, quando teve alta do hospital.

Todos os meus filhos ficaram com muito medo e também os demais colegas da escola.

Muito obrigada Mães Unidas em Oração. Vocês são extraordinárias...

Temos a FÉ que vê o invisível. A FÉ Crê no incrível e a FÉ recebe o impossível... Deus é fiel!

Espero que este testemunho sirva de alerta para as demais mães, pois os dias são maus. Precisamos pedir a proteção para os nossos filhos, pois não sabemos a hora em que o inimigo vai agir...

Myrthes Albuquerque da Costa Franco – São Paulo, SP
(Não foram citados os nomes dos filhos a pedido da Mãe)


























Mães Unidas em Oração, filhos protegidos. 
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domingo, 17 de abril de 2016

OS QUATRO PASSOS DA ORAÇAO - FOLHA DE ORAÇÃO

FOLHA DE ORAÇÃO
Roteiro para uma Reunião de Grupo de Mães Unidas em Oração

Data: _____ /_____/_______                                              Local: _____________________

OS QUATRO PASSOS DA ORAÇAO

1.  ADORAÇÃO - LOUVOR
(8-10 minutos)
Louvando a Deus por quem Ele é. Pelos Seus atributos, Seu nome, Seu caráter.
“Pois Tu És Santo, e habitas nos louvores do Seu povo.” (Salmo 22:3)

Por favor, Por favor, não mencione nem respostas, nem pedidos de oração durante este tempo.

Instrução:
Líder: Selecione urn atributo, nome ou caráter de Deus como um tema central para a hora de oração. Use definições. Dê versículos que ampliem a descrição e definição. A líder pode designar diferentes mães para lerem os versículos.
Oração: Enfatiza no tópico já descrito pela oração de comum acordo (oração espontânea direcionada pelo Espírito Santo). Por exemplo: "Querido Pai Celestial, nós suas filhas viemos perante de ti num só acordo, proclamando que tu és. Lembre-se que,a oração não é de ação da graças. Fique concentrada no atributo, nome ou caráter de Deus.

1. Atributo, nome ou caráter de Deus escolhido:______________________________________________
2. Definição do atributo, nome ou caráter de Deus:_______________________________________________
3. Passagem Bíblica:________________________________________________________________________
4. Oração:

2. CONFISSÃO
(2-3 minutos)
Tempo de oração pessoal, silenciosa para confissão e arrependimento.
“Se confessarmos os nossos pecados, Ele e’ fiel e justo, para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.” (1 João 1.9)
Instrução: Continue em oração
Líder (Passagem Bíblica): "Pai, na Sua Palavra tu nos dizes que sabes todas as coisas, e que não há nada escondido de ti. Tu nos dizes que "se nosso coração não nos condena, nós temos confiança perante (Ti); e qualquer coisa. que pedimos recebemos de (Ti)". I João 3:21b-22. Por isso, Pai, esquadrinha nossos corações e diga-nos se há algo que esteja desagradando a ti".
Confissão (Oração Silenciosa): Nomeie pecado ou pecados especialmente qualquer coisa errada com Deus ou homem. Agradece a Deus por perdão do pecado. Peça para ser controlada pelo Espírito Santo.

1. Passagem Bíblica: ________________________________________________________________________
2. Confissão: _____________________________________________________________________________
3. Oração:

3. AÇÃO DE GRAÇAS
(5-8 minutos)
Agradecer a Deus pelo que Ele fez.
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (1Ts 5.18)
Por favor, nenhum pedido de oração durante este tempo.

Instrução: Continue em oração
Líder: "Pai, nós te agradecemos não só pelo perdão dos nossos pecados, mas por muitas coisas maravilhosas que tens feito". Só agradecimentos, nenhum pedido! Ore mencionando as respostas s orações anteriores enquanto outras acompanham em comum acordo.
Oração: Agradeça a Deus por uma resposta especifica à oração. "Dai graças ao Senhor; invocai o seu home; fazei conhecidos os seus feitos entre os povos." Salmos 105;1.

4. INTERCESSÃO
(30-40 minutos)
Ir a Deus em oração em favor dos outros.
“Clama a mim e responder-te-ei e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.” (Jr 3.33)

Instrução:
Líder: Dê um versículo bíblico para cada mãe orar por um dos filhos. Use o mesmo versículo. Também dê um versículo para orar pelos professores, pelos assuntos relevantes da escola e funcionários.
Dividir em grupos: Caso a reunião seja feita na igreja com várias mães, a Coordenadora poderá iniciar falando sobre um atributo, caráter ou nome de Deus, porém, no momento dos Quatro Passos da Oração (Adoração, Confissão e Ação de Graças, da Intercessão, cada grupo deverá  se separar com sua Líder.
Importante: os pedidos urgentes de oração pelos assuntos da escola adotada, professores, diretores, funcionários devem ser dados á líder, preferencialmente antes da reunião. Orar na reunião e durante a semana.

1. Intercessão pelos Nossos Filhos (10-15 minutos)
Importante: ore biblicamente. Ore por um filho de cada vez usando o mesmo versículo. A Mãe poderá orar por um filho por várias semanas até sentir o coração em paz a respeito daquele filho.  Escreva cada pedido na folha de oração. Lembre-se de continuar orando durante toda a semana por filho de outra mãe e pelo seu próprio.
1. Versículo Bíblico: ______________________________________________________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do filho no versículo): ___________________________
3. Pedido Específico: Filho (mãe1); Filho (mãe 2); Filho (mãe 3); Filho (mãe 4).
4. Momento de Oração:
5. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____  
6. Data da Resposta: ____ / ____/ _____ 

2. Intercedendo pelos Pródigos (5 minutos)
1. Versículo Bíblico: ______________________________________________________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do filho no versículo): ___________________________
3. Pedido Específico: Filho (mãe1); Filho (mãe 2); Filho (mãe 3); Filho (mãe 4).
4. Momento de Oração:
5. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____  
6. Data da Resposta: ____ / ____/ _____ 

3. Intercessão pela Escola (5 minutos)
1. Versículo Bíblico: ________________________________________________________________________
2. Nome da Escola: _________________________________________________________________________
3. Pedido /Assuntos da Escola: _______________________________________________________________
4. Momento de Oração:
5. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____  
6. Data da Resposta: ____ / ____/ _____ 

4. Intercessão pelos Professores (5 minutos)
Importante: cada mãe poderá orar por um professor da escola adotada, durante a semana. Se o tempo permitir ore pelos professores que estão sendo, evangelizados pessoalmente durante o ano inteiro com presentes e mensagens específicas.
1. Versículo Bíblico: “________________________________________________________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do Professor(a) no versículo): ______________________
3.Nome do(a) Professor(a): ______________________________________________________________
4. Pedido especifico do Professor(a): _________________________________________________________
5. Momento de Oração:
6. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____  
7. Data da Resposta: ____ / ____/ _____ 

5. Intercessão pelos Diretores (5 minutos)
1. Versículo Bíblico: _________________________________________________________________
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do Diretor(a)  no versículo): ________________________
3.Nome do(a) Diretor(a): ________________________________________________________________
4. Pedido especifico do Diretor(a): ___________________________________________________________
5. Momento de Oração:
6. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____  
7. Data da Resposta: ____ / ____/ _____ 

6. Intercessão pelos Funcionários (5 minutos)
1. Versículo Bíblico: “Somente em Deus, ó minha alma, espera silenciosa; dele vem a minha salvação.” (Sl 62.1)
2. Pedido baseado nas Escrituras: (colocar o nome do Funcionário(a)  no versículo): Abra os olhos de __________________________ para que se converta das trevas à luz .
3. Nome do(a) Funcionário(a): ________________________________________________________________
4. Pedido especifico do Funcionário(a): ________________________________________________________
5. Oração:
6. Data da Intercessão: ____ / ____/ _____  
7. Data da Resposta: ____ / ____/ _____ 

7. Intercessão pelas Mães Unidas em Oração (10 minutos)
Líder: Orem agora e durante a semana pelas preocupações listadas nos Quatro Passos da Oração e pelos adicionais que estão abaixo:
Pela integridade, confiança, e união do grupo.
Pelas Líderes e Coordenadoras do Brasil.
Pela Liderança Nacional. (Salmos 25:213) e (Colossenses l:9b)
Pelo ministério voluntário das Mães Unidas em Oração local, estadual e nacional.
Pelas necessidades financeiras do ministério.

IMPORTANTE:
Folha de Oração: Faça uma copia para cada MÃE de seu grupo.
Material necessário: Bíblia, o Livreto: Mães Unidas em Oração, caderno, lápis ou caneta.
Nota: Caso a reunião seja feita na igreja com várias mães, a Coordenadora poderá iniciar falando sobre um atributo, caráter ou nome de Deus, porém, no momento dos Quatro Passos da Oração (Adoração, Confissão, Ação de Graças e Intercessão, cada grupo deverá  se separar com sua Líder de grupo.
_______________________________

A  B  C DE UMA REUNIÃO

A - Hora Sempre começar e terminar na hora certa.
B - Ser comprometida: Fazer desta hora uma prioridade semanal.
C - ConfidencialO que oramos no grupo, permanece no grupo.



(Todos os direitos são reservados de acordo com os direitos autorais internacionais. É proibida toda a reprodução ou publicação deste material sem aviso prévio da autora, exceto pequenas anotações bibliográficas, ou críticas literárias.
Copyright (c) 1987. Fern Nichols. All rights reserved. Moms in Prayer International)


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Todo filho precisa de uma mãe que ora.
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terça-feira, 12 de abril de 2016

ANA - SE PROSTROU DIANTE DE DEUS, NUMA ORAÇÃO QUE REPRESENTOU A VITÓRIA DE SUA VIDA

Ana, mãe do profeta e juiz Samuel. 

Sua história é simples e naturalmente semelhante a de tantas outras mulheres hebréias, às quais o Senhor não havia concedido a bênção da maternidade. 

Casou-se com Elcana, filho de Jeroão, da região montanhosa de Efraim. 

Seu marido teve duas esposas, ela e Penina, e, enquanto Penina lhe dava vários filhos, mantinha-se Ana desolada e triste em sua esterilidade. Nem lhe valia a decidida preferência do esposo, que a amava, pois a outra, naturalmente ferida pelo ciúme, lhe atormentava os dias, humilhando-a constantemente.

1. O pedido e a promessa de Ana

De ano a ano Elcana ia a Siló, com suas mulheres e seus filhos para adorar ao Senhor e oferecer-Lhe sacrifícios. Era justamente nessas ocasiões que Ana sentia mais fortemente a sua amargura, quando o marido, segundo o costume do tempo, separava os quinhões que deviam caber a Penina e a seus filhos.

Foi num desses momentos, em que sua alma se compungia ante a atitude da rival, que a deprimia e humilhava, que ela, num natural desafogo as suas angústias, se prostrou diante de Deus, numa oração que representou a vitória de sua vida.

Ela queria um filho que a dignificasse aos olhos do marido, livrando-a da humilhação diante da rival feliz. E nisso ela não diferia de tantas outras, igualmente infecundas e desditosas.

Mas vejamos o que dizem as Escrituras: Ela, profundamente amargurada, orou a Jeová e chorou muito, fez um voto, dizendo: "Jeová dos Exércitos, se, na verdade, tu te dignares olhar para a aflição da tua serva, e se te lembrares de mim; se não te esqueceres da tua serva, mas se lhe deres um filho varão, eu o darei a Jeová por todos os dias da sua vida, e não passará navalha pela sua cabeça." (1 Sm 1.10 -11).

Lendo as palavras com que Ana pedia ao Altíssimo aquela graça que constituiria a glória de sua vida notamos logo o voto que fazia com a súplica dolorosa: "eu o darei a Jeová por todos os dias de sua vida". Essas palavras foram o marco de sua oração.

2. Ana cumpre a promessa feita

Assim, quando os seus braços amorosos aconchegaram ao seio o filho que lhe vinha como dádiva divina, ela o teve como precioso legado, de que devia cuidar como um grande bem confiado a sua guarda: ela o consagrara a Deus e, pois, a Seu serviço o entregaria. Aquele ser tão frágil quão estremecido, aquela vida que era a sua própria vida e pela qual tanta ansiedade e tanta mágoa havia experimentado; aquele desdobramento de seu próprio ser, não lhe pertencia: era do Senhor, pois que o dera o Senhor; ela cuidaria dele para que servisse a Deus por todos os dias de sua vida.

E desse modo foi tratado o menino Samuel, por sua mão, até que pudesse ser levado ao templo, para servir ao Senhor, segundo o voto por ela formulado.

Na antiga dispensação, para manter o culto a Deus e instruir o povo no cumprimento da lei, havia naturalmente necessidade dos que se entregavam a esse santo ministério, para o qual Samuel foi separado desde o ventre de sua mãe. Na nova dispensação, porém, temos Jesus Cristo como sumo sacerdote (Hebreus 9.11), mediador de uma nova aliança (Hebreus 9.15), em que nos tornamos filhos e herdeiros da promessa.

Assim, não apenas alguns hão de ser separados para o serviço divino, mas todos os que foram resgatados pelo sangue de Cristo são possessão sua e a seu serviço hão de ser consagrados. Esse serviço atinge a todos sem exceção, cada um com a sua parte, parecendo grandiosas umas e modestas outras, mas todas igualmente imprescindíveis, porque representam a vontade de Deus para a vida dos que foram santificados pela fé.

3. A recompensa de Ana

Voltando às páginas do livro sagrado, no que se refere à vida dessa mulher abençoada, leiamos o que se assinala em 1 Samuel 1.18: "Assim a mulher foi o seu caminho, e comeu, e não mais era triste o seu semblante".

Após haver orado em lágrimas, apresentando ao Senhor as angústias de sua alma e a súplica fervorosa, vemo-la agora, segundo a narração bíblica, restituída à serenidade natural, pois cuidou da alimentação e "já não era triste o seu semblante".

É verdadeiramente impressionante o contraste entre a sua figura chorosa e dolorida, na oração que suplicava a Deus o filho desejado e a atitude que tomou logo após, quando erguendo-se calma já não era triste o seu semblante. E a tranqüilidade da alma, antes tão angustiada se espelhava então na fisionomia daquela mulher, cuja vitória na oração é uma lição para as mães que oram muito, mas que jamais o fizeram com a fé que por si só vale um prêmio.

Lembremo-nos de que, se a ansiedade mora em nosso peito e a inquietação nos agita a alma; se as nossas orações não nos trazem a tranquilidade, filha da confiança; se não nos erguemos serenas e calmas, então, é nula a nossa fé, e não valem muito as palavras com que nos dirigimos ao Senhor, porque nos falta a fé asseguradora da vitória. Mas
e a experimentarmos, porém, como Ana, não serão menores os nossos triunfos e terão nossos filhos, nos nossos joelhos dobrados diante de Deus, a mais forte garantia para uma vida abençoada.

4. O privilégio de sermos Mães Unidas em Oração

E, pois, nós, mães, se desejamos que nossos filhos tenham a salvação pelo sacrifício de Jesus, havemos de prepará-los para o serviço que lhes está reservado. Seria erro pensar que nos pertencem os nossos filhos, e que nasceram tão somente para a satisfação de nossos anelos afetivos e o contentamento de nossos olhos. Quando os recebemos nos braços, envoltos ainda na inocência dos primeiros anos, não é necessário que digamos, como Ana: "eu o darei ao Senhor, por todos os dias de sua vida", pois eles pertencem ao Senhor, desde que o sangue de Jesus os resgatou da condenação.

Não são nossos, são do Senhor, pois por eles Jesus sofreu e morreu na cruz do CaIvário. Assim, a nossa responsabilidade assenta na preciosidade do legado em nossas mãos depositado. Se não dizemos como Ana: eu os darei ao Senhor, devemos dizer, como cristãs: eles são do Senhor. E, seguras dessa verdade, toda a nossa atuação deve ser inspirada no santo propósito de guiá-los segundo a vontade d’Aquele que os entregou a nossa guarda.




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SERÁ QUE ABANDONEI MEU FILHO?

Viemos de um tempo em que abandonar filhos era deixá-los na maternidade, na porta dos outros, na praça e até na lata de lixo. Mas ao refletirmos sobre o relacionamento entre Mães e filhos atualmente verificamos muitas outras formas de abandono.

Antigamente uma das maneiras das mães disciplinarem seus filhos era os mandando para o quarto a fim de que pensassem em seus atos, permanecem ali "conectados" com as regras num aprendizado quase que forçado do que é certo, errado, quem manda, quem obedece, quem pede desculpas e quem perdoa. Quando o quarto representava nessas ocasiões uma prisão.

Hoje deixá-los no quarto é abrir a porta para a liberdade, é deixá-los conectados com o mundo, com outras regras, com as não regras via TV, telefone, Internet porque os quartos de hoje costumam oferecer muito mais do que a sala. Oferecem a possibilidade de uma outra sala (virtual), quase que uma outra família, onde o bate-papo se faz sem cobranças, sem censuras, sem limitações, com aceitação.

A era da informatização, facilitada pelo mundo moderno, faz com que o abandono tome forma, corpo e força. E é impressionante como isso reflete lá na frente, quando vemos mães com dificuldade em despedir seus filhos para a profissão, para o casamento, enfim, para a vida; querendo resgatar um tempo perdido, um abraço que não foi dado, um cuidado não dispensado.

Enquanto as mães estão "desconectadas" diante da TV ligada, sem se ligarem na enorme distância existente entre o mundo delas e de seus filhos, eles (seus filhos) estão encontrando aconchego, conselhos, cumplicidade, fazendo compras, se atualizando, rindo, chorando, brigando, fazendo as pazes, amando, enfim, tendo suas necessidades supridas através do simples toque do teclado.

Então, para que o toque, o cheiro, o abraço?

Essa distância ofusca a hierarquia familiar, pois muitas mães abandonam o lugar de mãe, de quem educa, de quem repreende, de quem ama. E não cumprindo suas responsabilidades, quer seja pelo trabalho, estudos, outros compromissos ou até mesmo pela dificuldade de assumir seus papéis de mães, tornam-se cada vez mais permissivas; abrem mão de seus lugares e com isso sugerem aos filhos o abandono do seu lugar de filhos também. Que sem proteção, sem saber o que fazer, o caminho a seguir fazem besteiras, quebram a cara, sofrem, ficam despedaçados, morrem!

Muitas mães não querem ver, mas dentro de casa seus filhos estão agindo como mortos-vivos, sem viço, vigor, alegria. (É só olhar em seus olhos quando chegam em casa ao amanhecer depois de passarem a noite fora. Sabe-se lá onde ou com quem). Refugiam-se no quarto. No lar doce lar! Ou será amargo? Só as mães não vêem. Não querem ver que perderam seus filhos. Perderam ou deixaram ir? Deixaram ir ou abandonaram?

"Estou perdido sem mãe (...) Estou pedindo só um pouquinho de proteção ao maior abandonado (...)" - trecho de uma música cantada por muitos.

Está na hora de muitas mães viverem a conversão. A conversão de seus corações aos filhos. "E converterá o coração dos pais aos filhos, e o coração dos filhos a seus pais; para que eu não venha, e fira a terra com maldição" (Malaquias 4. 6).

Está na hora de encontrar a conversa prazerosa, o jeito de se comunicar nesta era tão louca, tão rápida, tão moderna, sabendo fazer um link entre a sua história e a história de seus filhos, lembrando-se de que telegrama agora é e-mail, zap, que VHS é DVD, que datilografar é digitar, que fotos são celular, instagram, facebook...que não, não é mais não, e, sim diálogo...

Este é o tempo de ficar no portão, como o pai do filho pródigo, abrir os braços, e dizer ao seu filho que está feliz com o retorno dele; se alegrar com a presença dele; amá-lo além das palavras, com atos e em verdade.

Está na hora de você mãe, separa um tempo para orar e entregar seu filho nas mãos de Deus... Está na hora de você agir!

Este é o tempo para você mostrar que é uma verdadeira mãe!




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