Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em quase 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quinta-feira, 31 de março de 2016

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE ABRIL DE 2016

No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, e ora de 3 a 7 minutos por um dos filhos (biológico, adotivo ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério.

O Calendário não substitui o encontro semanal dos Grupos de Mães Unidas em Oração.

Se a irmã pertence ao Ministério e não recebeu o seu Calendário Nacional de Oração é só nos enviar um e-mail: contato@maesunidasemoracao.org

Mãe Unida em Oração é apenas instrumento nas mãos de Deus. Quem é digno de toda honra e de toda Glória é o Senhor Jesus Cristo! É Ele quem guerreia "com" e "através" de nós! (Efésios 6: 10-20).

Somos apenas servas!

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos. 
Todo filho precisa de uma mãe que ora. 
Você já orou pelo seu filho hoje? 

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contato@maesunidasemoracao.org

sábado, 26 de março de 2016

UMA ORAÇÃO DE CONCORDÂNCIA

1. O que é uma conversação?
Na conversação, conhecemos melhor a outra pessoa. A boa conversação implica em alternância de fala. Se apenas uma pessoa fala, é um monólogo e, não, um diálogo.Numa boa conversação, todos se concentram sobre o mesmo assunto.


2. O que é concordar em oração?
Oração de concordância é a oração dirigida pelo Espírito Santo. O Espírito Santo dentro de nós, se move em nossos corações, inicia nossos pedidos e nos ensina como orar. Portanto, o foco está em Deus. Não na aprovação ou desaprovação dos outros.

3. Uma oração de concordância se concentra num ó assunto, um só tema de cada vez.
Se determinada mãe começa a orar sobre um assunto específico, as outras mães precisam estar bem concentradas naquele pedido que ela fez. As outras mães precisam “ouvir” o coração dela. Então, quando ela terminar de orar, outras mães poderão se sentir livres para, também, orar sobre o mesmo assunto. Qualquer mãe pode orar mais de uma vez sobre o mesmo assunto, se o Espírito Santo assim a dirigir. Depois que aquele assunto específico tiver sido vencido, o Espírito Santo vai motivar outra mãe a orar por um novo tema.

4. A oração de concordância é breve, honesta e direta ao ponto.
A oração deve feita em poucas frases.
Lembre-se! Na boa conversação devemos permitir que outras pessoas tenham chance de se expressarem também. Não é necessário obedecer rigidamente a ordem de arrumação do grupo de pessoas que estão orando.

5. Oração de concordância é feita em linguagem coloquial, simples.
Dirija-se ao Senhor com a simplicidade de uma criança conversando com seu pai. Quanto mais natural a oração, mais Deus se fará pessoal para você.

6. Por que orar em conjunto? Deus promete que estará com você.
“Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.” (Mt 18.20) (RC)

7. Fardos compartilhados se tornam mais leves.
“Levai as cargas uns dos outros e, assim, cumprireis a lei de Cristo.” (Gl 6.2) (RC)

8. Quando há acordo sobre o que pedir a Deus, não há margem para dúvida ou hesitação.
“Ainda vos digo mais que se dois de vós sobre a terra concordarem em pedir alguma coisa, ser-lhes-á feita por meu Pai que está nos céus.” (Mt 18.19) (TB)

9. Quando oramos com outras mães, a confiança mútua se desenvolve e nós nos tornamos mais transparentes em nossas orações. O orar em grupo irá promoverá a mútua edificação na fé.
“Portanto, animem e ajudem uns aos outros, como vocês têm feito até agora.” (ITs 5.11) (NTLH)

10. Tornamo-nos mais ousadas em nossos pedidos.
“Cheguemo-nos, portanto, com confiança ao trono da graça, para que recebamos misericórdia e achemos graça, a fim de sermos socorridos em tempo oportuno.” (Hb 4.16) (TB)

11. "Estar unida e em em unidade na concordância produzirá um exército forte como uma corda; um exército que não pode ser desfeito, nem dividido em sua determinação de vencer o diabo. Essa mesma unidade construirá um muro que fará frente ao trabalho do diabo.”

“É melhor haver dois do que um, porque duas pessoas trabalhando juntas podem ganhar muito mais. Se uma delas cai, a outra a ajuda a se levantar. Mas, se alguém está sozinho e cai, fica em má situação porque não tem ninguém que o ajude a se levantar. Se faz frio, dois podem dormir juntos e se esquentar; mas um sozinho, como é que vai se esquentar? Dois homens podem resistir a um ataque que derrotaria um deles se estivesse sozinho. Uma corda de três cordões é difícil de arrebentar.” (Ec 4.9-12 (NTLH)

Cremos no poder da oração! A nossa arma é a oração!

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OS PRIMEIROS ANOS DE NOSSOS FILHOS SÃO O ALICERCE PARA UMA AUTO-ESTIMA POSITIVA

A auto-estima é um ingrediente importante para uma vida feliz e bem-sucedida. A pessoa pode ser abençoada com inteligência e talento, mas se carece de auto-estima, este pode ser um obstáculo em ter sucesso num emprego, num relacionamento e praticamente em todas as áreas da vida.

Os primeiros anos de nossos filhos são o alicerce para uma auto-estima positiva.

Como mães, não podemos controlar tudo que nosso filho vê, ouve ou pensa, e que contribuirá para sua auto-imagem. Porém há muito que podemos fazer.

Deus nos deu um presente especial – um novo ser humano com uma "folha em branco". Durante os primeiros anos, aquilo que passa pela cabeça dele o deixa muito impressionado. Temos uma oportunidade de estabelecer uma "conta bancária de auto-estima" na qual nosso filho armazena muitas coisas positivas sobre si mesma. Nos anos e décadas que virão, esta "conta bancária" compensará as experiências negativas, que são inevitáveis.

Como estamos fazendo os depósitos na conta de nosso filho? Como podemos contribuir para a auto-estima de nosso filho?


Aqui estão algumas sugestões:

1. Demonstre amor e afeição. Tudo que fazemos com nossos filhos, desde a mais tenra infância, deve ser com afeição e amor. Um bebê tratado com carinho terá um sentimento subconsciente de que é valioso e importante o suficiente para ser amado.


2. Elogie seu filho. Faça elogios ao seu filho sempre que possível, toda vez que ele fizer algo bem feito. Diga: "Estou orgulhoso de você. Você é muito especial. Gostei da sua 
maneira de fazer isto."

3. Torne seus elogios críveis. É importante, no entanto, que ele acredite nos elogios. Frases exageradas como: " Você é o melhor do mundo. Você é a pessoa melhor que já
existiu" podem na verdade ser contra-produtivos. A criança desenvolverá um ego inflado, e isso pode afetar seu relacionamento com os amigos, o que a longo prazo terá um efeito negativo sobre sua auto-estima.

4. Estabeleça metas para seu filho. A meta deve ser algo passível de atingir – vestir-se sozinho, conseguir uma determinada nota na próxima prova escolar. Estabeleça metas que sejam apropriadas para a idade e capacidade de seu filho (estabelecer um objetivo inatingível terá um efeito negativo). À medida que seu filho se aproxima da meta, estimule-o e elogie cada sucesso ao longo do caminho. Quando seu filho atingir a meta, cumprimente-o e reforce sua auto-imagem como realizadora.

5. Critique a ação, não a pessoa. Quando seu filho fizer algo negativo, diga: "Você é uma criança especial e muito boa, não deveria estar fazendo isso".

Não diga: "Você é mau". Olha só o que você fez? Não serve para nada... etc...

6. Confirme os sentimentos do seu filho. Quando seu filho recebe um golpe na sua auto-estima, é importante validar seus sentimentos.

Por exemplo, se seu filho se ofendeu com um comentário maldoso de um amigo ou professor, diga a ele: "Sim, você ficou ofendida por aquilo que a pessoa disse" ou "Você se ofendeu com o fato de que a outra pessoa não gosta de você".

Somente depois que seu filho sentir que seus sentimentos foram validados, ele se abrirá, permitindo que você lhe aumente a auto-estima, apontando pessoas que gostam dele, e as coisas positivas que outros disseram a respeito dela.

Deixe seu filho desabafar.... Não o rotúle... nem o repreenda. Aprenda a escutá-lo!

7. Tenha orgulho do seu filho. De maneira regular, você deve lembrar-se de dizer ao seu filho como você se sente feliz e orgulhoso por ser mãe dele.

8. Fale positivamente sobre seu filho na presença de pessoas importantes na vida dele, como avós, professores, amigos, etc.

9. Nunca compare seu filho com outras crianças, dizendo: "Por que você não é como Carlinhos?" Quando esse tipo de comparação for feita por outras pessoas, diga ao seu filho que ele é especial e único à sua maneira.

10. Assegure que outras pessoas que lidam com seu filho conheçam seus pontos positivos. No início do ano escolar, fale com os professores de seu filho e diga-lhes quais são seus pontos fortes, assim a professora terá uma atitude positiva neste aspecto e continuará a reforçar aqueles pontos fortes.

11. Diga ao seu filho, sempre, que o ama incondicionalmente. Quando eles falham, ou fazem algo errado, lembre-se de dizer: "Você é especial para mim, e sempre o amarei, não importa o que aconteça!"

12. Cuide de sua própria auto-estima. Você precisa enxergar-se sob uma luz positiva. Mães que não têm auto-estima terão dificuldades em criar um filho com uma elevada auto-estima. Uma mãe positiva é aquela que sabe que não é perfeita, mas se valoriza, e está sempre tentando crescer e melhorar.

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sábado, 19 de março de 2016

QUANDO OS FILHOS ESTÃO NA REDOMA DE ORAÇÃO!

“Querida irmã Jane Esther,

Ainda não tive o privilégio de conhecê-la pessoalmente, apenas a vejo no sábado, às 8h da manhã, na TV Brasil, no Programa REENCONTRO.

Moro em Barueri, SP. Sou membro da Igreja Presbiteriana do Brasil, e estou no Ministério de Mães Unidas em Oração um pouco antes de ter o meu filho caçula hoje com quatro anos. Minha filha mais velha tem 10 anos, a do meio, 6 anos. Eu e meu esposo somos médicos e trabalhamos em um grande hospital aqui em São Paulo.

Participava de outro movimento de oração que eu pensava ser de Moms In Touch/Moms In Prayer International, devido ao livro que tinha lido da Fern Nichols, ”Todo Filho Precisa de Uma Mãe que Ora”, mas, quando ouvi o Programa REENCONTRO entrei no Site Internacional do Ministério de Oração de Moms In Touch / Moms In Prayer preenchi minha inscrição e, posteriormente a irmã entrou em contato comigo dizendo que a Sede do Ministério de Moms In Touch/Moms In Prayer na Califórnia, havia fornecido meu e-mail. Foi então que recebi todas as informações e agora sou Mãe Unida em Oração! Que privilégio! Que bênção!

O Grupo de oração se reúne em minha casa todas as 6ªs feiras, às 19h e tem sido uma bênção. Atualmente estamos em 12 mães de vários segmentos evangélicos. Dividimo-nos em três grupos um grupo na sala, um na copa e o outro na cozinha.

Como a irmã me orientou, começo com todas, e sempre destaco um dos atributos ou caráter de Deus e, em seguida nos dividimos para orarmos seguindo os Quatro Passos Para Oração. Deus tem feito uma obra profunda. Devido aos plantões no hospital eu e meu esposo fazemos rodízio para que não prejudique nossas reuniões. Desde que conheci o Ministério, jamais deixei de me reuni. A minha prioridade e de meu esposo são nossos filhos.

Irmã Jane Esther, o relato que passo a fazer agora, recebi da Diretora da Escola onde meus filhos estudam. A irmã pode publicar, gostaria apenas que não divulgasse os nomes, por proteção aos meus filhos e a escola onde eles continuam estudando...


Ano passado, minha filha do meio, na época com cinco anos, estava na escola. Era uma quinta-feira pela manhã. Na escola trabalhava um rapaz, portador de necessidades especiais. Este rapaz funcionava como um monitor, ajudando na disciplina do pátio. Ele viu quando um professor saiu com uma menininha para os fundos da escola. Na sua inocência o rapaz achou estranha a atitude daquele professor e foi procurar a diretora para falar o que tinha visto. Naquele momento, a diretora estava em reunião com alguns professores. Ele fez sinal para diretora, que queria falar com ela e estava muito nervoso. Imediatamente ela se levantou e foi ver o que ele queria. Ele, então, disse o que tinha visto minutos antes. A diretora se dirigiu aos professores pediu licença por um minuto e foi ao local indicado pelo rapaz. O almoxarifado ficava um pouco distante da sala da diretora. Na hora que ela entrou no almoxarifado, encontrou a menininha sentada em uma mesa, com a saia levantada e o professor abrindo o zíper. Ela quase morreu de susto. Percebeu que estava diante de um professor pedófilo!

Imediatamente, sem alarde ela tomou as providências inerentes aquela situação terrível... Logo após, ela telefonou para mim, que estava no hospital, e pediu para que eu fosse a Escola... Assim que cheguei a diretora me colocou a par de tudo que tinha acontecido... Aquela menininha, irmã Jane Esther era a minha filha, minha filha!

Comecei a chorar de emoção por sentir o grande amor de Deus para com a minha filha. Por ter preservado a integridade física dela, pelo livramento!

Glórias sejam dadas ao Senhor nosso Deus. Obrigada minhas queridas Mães Unidas em Oração! Nós Cremos no Poder da Oração! A nossa Arma é a Oração! O professor foi afastado e indiciado, enfim os tramites cabíveis. Tudo voltou ao normal.

Tenho clamado a Deus como diz divisa de nosso Ministério: “Derrama o teu coração com água diante do Senhor; levante a Ele as tuas mãos, pela vida de teus filhos”! Nada aconteceu porque os anjos do Senhor estavam cuidando dela. Deus tocou no coração daquele rapaz, tocou no coração da diretora e salvou minha filha daquele pedófilo. Deus seja louvado.



Por último, irmã Jane Esther, minha filhinha não tem noção do livramento de Deus. Perguntei depois a ela, porque ela foi com o professor até a salinha no fundo da escola e ela disse que ele tinha uma caixa de bombom para ela. Este professor era muito querido na escola e ninguém sabe o porquê da atitude dele. Meus filhos continuam estudando na mesma escola, pois o perigo está em todo lugar... 


Agora a vigilância está redobrada e todo cuidado ainda é pouco. Deus é fiel! Ele livrou minha filha! Aleluia!

Para terminar, quero dizer que meses antes, eu e mais seis Mães Unidas em Oração estivemos conversando com a Diretora da Escola sobre o Ministério de Mães Unidas em Oração, e que a base eram as escolas e que, por meus filhos estudarem ali, aquela escola estava na Rede Mundial de Oração. Ela era uma Diretora que não cria em Deus. Não permitiu que fizéssemos nada na Escola. Voltamos para casa e eu telefonei para a irmã. A irmã disse que não era “por força, nem por violência, mas pelo Espírito Santo de Deus”. Que nós éramos instrumentos nas mãos de Deus é que, se Deus quisesse Ele iria mover o coração da Diretora. Disse que continuássemos orando, pois, Deus iria fazer uma grande obra ali...

Foi o que aconteceu, irmã Jane Esther. Quem pode esquadrinhar os desígnios de Deus? Quem pode alcançar o que Ele quer fazer?

Hoje, a Diretora abriu as portas da Escola para o Ministério de Mães Unidas em Oração! Deus seja louvado!

Mães, não deixem de colocar seus filhos na Rede Mundial de Oração, pois quando nossos filhos estão na redoma de Oração, o inimigo não tem nenhum poder sobre a vida deles!

Irmã Jane Esther, muito obrigada por todo apoio.”

L. M. T. Almeida
(Mãe Unida em Oração - Barueri, SP)

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MÃE, QUAL O SEU FILHO PREFERIDO?

Certa vez perguntaram a uma mãe qual era o seu filho preferido, aquele a quem ela mais amava. E ela, deixando entrever um sorriso, respondeu:

"O meu filho dileto, aquele a quem me dedico de corpo e alma:

É o meu filho doente, até que sare completamente!
É o meu filho que está cansado, até que ele descanse e se recupere!
É o meu filho que está com fome, até que ele se alimente!
É o meu filho que está com sede, até que se sacie!
É o meu filho que está estudando, até que aprenda e se consagre!
É o meu filho que está nu e com frio, até que se vista!
É o meu filho que não trabalha, até que se empregue e se sinta útil;
É o meu filho que namora, até que se case!
É o meu filho que se casa, até que transforme o seu casamento em uma verdadeira união!
É o meu filho que se torna pai, até que crie seus filhos!
É o meu filho que me prometeu, até que cumpra sua palavra;
É o meu filho que deve, até que pague!
É o meu filho que chora, até que sequem suas lágrimas!

E já com o semblante bem distante daquele sorriso, completou:

É o meu filho que me deixou, até que o re-encontre!
É o meu filho que se perdeu, até que Deus o traga de volta para mim!
É o meu filho que partiu, até que ele me acolha na paz do Senhor!

Afinal de contas, o que é ser mãe?
Só mesmo quem é mãe saberá responder a essa pergunta. Mas certamente, qualquer uma a que se lhe pergunte, responderá sem hesitar: “Ser mãe é amar incondicionalmente os filhos, sobre todas as coisas e em qualquer circunstância. É viver para que eles nasçam e cresçam, e é morrer, se preciso for, para que eles vivam e sejam felizes”.

“Mãe comprometida com Deus só deixa de orar pelo filho quando ela morre”.







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sexta-feira, 18 de março de 2016

VOCÊ JÁ BRINCOU COM O SEU FILHO HOJE?

Brincar com o seu filho é importante, reserve uns minutos hoje para estar com o seu filho!

Experiências positivas com sentimentos agradáveis podem servir de suporte para futuros momentos de conflito, pois ao brincar com o seu filho pode ajudá-lo a resolver problemas, a experimentar novas ideias, a explorar a imaginação. Brincar com adultos estimula a aquisição de vocabulário para que as crianças aprendam a comunicar os seus pensamentos, sentimentos e necessidades.

Deixe-se guiar pelo seu filho

Quando brincar com o seu filho, deixe-se guiar pela imaginação e idéias dele e evite organizar ou estruturar as atividades com ordens ou instruções. O brincar é um espaço de liberdade, não há um brincar certo ou errado. Não tente ensinar-lhe nada, simplesmente observe e acompanhe, imite-o e faça o que lhe pede para fazer. Esta abordagem vai estimular o desenvolvimento das capacidades do seu filho para brincar e pensar de forma independente.

O ritmo da brincadeira deve ser adequado ao seu filho
Quando os filhos pequenos brincam tendem a repetir a mesma atividade vezes sem conta. As brincadeiras repetitivas, como encher e esvaziar uma caixa vezes sem conta, aborrece rapidamente a maior parte das mães e é tentador acelerar o ritmo, propondo uma idéia nova ou outra forma de utilizar o brinquedo. Mas os filhos precisam de ensaiar e praticar uma determinada tarefa para sentirem que a dominam e para se sentirem confiantes. Um ritmo pausado vai contribuir para incrementar a capacidade de atenção do seu filho e incentivá-lo a concentrar-se numa mesma atividade durante um período de tempo.

Adeque as brincadeiras à idade e etapa do desenvolvimento do seu filho


Se quiser fazer um puzzle não escolha esse jogo se o seu filho tiver 3 anos pois ela vai resistir e evitar essa brincadeira porque não a percebe e não é estimulante para ela. Preste atenção aos sinais que seu filho vai dando. Proponha novas brincadeiras ciclicamente e repare se o seu filho já se sente mais motivado para brincar.

Elogie e encoraje as idéias e a criatividade da criança

Evite corrigir o seu filho quando ele está a brincar, uma vez que esse tipo de crítica vai desencorajá-lo de explorar as suas idéias ou experimentar novas formas de usar os brinquedos. Não julgue, corrija ou contradiga o seu filho quando brinca com ele. As brincadeiras das crianças não têm de fazer sentido aos olhos das mães. Elogie as idéias, o raciocínio e o comportamento de seu filho. Reforce as competências dela, como a capacidade de concentração, a persistência, a capacidade de resolução de problemas, criatividade.

Ensine o seu filho a brincar com outras crianças

Brincar com os irmãos ou amigos é uma excelente ocasião para desenvolver algumas competências sociais de seu filho, como saber partilhar, saber esperar, usar à vez, ajudarem-se uns aos outros, agradecer, pedir antes de tirar o brinquedo ao amigo.

Encoraje o seu filho a resolver os problemas sozinho


Por vezes, ao tentar ajudar, as mães acabam por tornam mais difícil que seu filho aprenda a resolver problemas e a brincar autonomamente. Dar ajuda em demasia ou assumir a realização de uma atividade diminui a confiança de seu filho nas suas capacidades e a sua auto-estima, promovendo a dependência dos adultos.

Estimule o desenvolvimento emocional do seu filho através do “faz de conta”

É importante estimular o “faz de conta” (gatinhar no chão a imitar um comboio, por exemplo) porque consolida os mundos imaginários de seu filho, o seu pensamento criativo e narrativo, ajuda-a a gerir as emoções e a partilhar sentimentos, desenvolve competência cognitivas, emocionais, sociais e espirituais. Permita que as caixas e as cadeiras sejam transformadas em casas, em escolas, em palácios e as bonecas em amigos, alunos. A fantasia ajuda seu filho a pensar simbolicamente e a distinguir o que é real e o que não é.

Dê atenção à seu filho enquanto ela brinca


Quando seu filho está sossegado a brincar, a maioria das mães aproveita esse tempo para tratar das suas coisas (fazer o jantar, ler, escrever um email). A verdade é que se seu filho não recebe atenção positiva quando se porta bem, vai fazer os possíveis para atrair a atenção negativa, portando-se mal. Este é o princípio básico na origem de muitos problemas de comportamento. Se der atenção à seu filho enquanto ele brinca, ele sentirá menos necessidade de chamar a atenção e sente-se mais segura.

Você já brincou com o seu filho hoje?

Sigamos em frente com fé, coragem e perseverança!




























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terça-feira, 15 de março de 2016

TESTEMUNHO DE FERN NICHOLS

Gostaria de dizer-lhes como Deus marcou a minha vida através da oração. Certa ocasião, ao ser convidada para falar à um retiro espiritual de senhoras, fui obrigada a fazer uma avaliação séria da minha própria vida de oração. Ouvir algumas fitas de estudos bíblicos sobre oração, do Pastor Ron Dunn e a leitura de livros inspirativos, me ajudaram muito. Contudo, meu coração me dizia que nenhuma dessas preciosidades substituiria o tempo de oração que eu deveria passar aos pés do Senhor.

Na verdade, minhas orações eram feitas sempre "na correria". Mesmo as orações mais íntimas, pareciam flechas atiradas ao acaso. Deus, na sua graça e misericórdia, revelou-me que as minhas prioridades não estavam de acordo com as d'Ele.

Eu andava extremamente ocupada, negligenciando a melhor parte: Estar aos pés do Senhor!

Eu creio que Satanás nos faz pensar que, ser espiritual, significa ser produtivos. Ele não quer que cruzemos a linha invisível que nos leva diretamente à área de incidência do poder da oração intercessora. Agora, se o inimigo conseguir nos convencer de que o realizar grandes coisas para Deus, equivale ao mesmo que cruzar esta linha, então obteremos poucas bênçãos para nossas famílias, comunidades, escolas e nação. Por outro lado, se cruzarmos a linha com determinação e firmeza, Deus moverá os céus e a terra para responder as nossas orações. Colheremos vitória, após vitória, e o inimigo será o grande derrotado. Satanás detesta ver alguém de joelhos, simplesmente porque não pode neutralizar o poder da oração.

A propósito, com respeito à oração, quero compartilhar o que peço ao Senhor e o que desejo que Ele realize em minha vida. A seguinte lista inclui alguns dos meus pedidos específicos:

Que eu seja uma mulher de oração.
Que o Senhor me conceda uma visão ampla, à respeito do poder da oração.
Que eu seja uma intercessora fiel.
Que Deus me ajude a orar com autoridade.
Que eu mantenha, sempre, o hábito saudável de orar com outras pessoas.
Que eu aprenda a orar recitando a Palavra de Deus.
Que eu ore, realmente, sem cessar.
Que eu possa compartilhar com outros, o que Deus tem me ensinado através da oração.

Agora, se você está sentindo o Espírito Santo falando ao seu coração, depois de ler a lista acima, pare um instante e ouça a voz do Senhor. O ministério da oração é um dos mais sublimes na vida da mulher cristã. A Bíblia diz que Jesus está "assentado à direita de Deus intercedendo por nos.” (Romanos 8:34)

(Extraído do Livro: Todo filho precisa de uma mãe que ora)


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SER MÃE DÓI...

Dói quando o filho nasce e ela se pergunta como vai saber educar.

Dói quando, tendo o futuro todo pela frente, ela se sente perdida, como se o mundo não tivesse continuação.

Dói quando filho chora de noite e ela não sabe bem como acalmá-lo. Ela aprende, então, a interpretar cada choro pra entender seu bebê.

Ser mãe dói quando filho fica doente e ela quer trocar de lugar com ele e não pode.

Dói quando ela não sabe o que fazer.

Ser mãe dói quando filho não quer começar a escola e ela precisa fazer um esforço sobrenatural para não chorar e deixá-lo começar a vida de gente grande. Ela chora escondido depois. Mas dói também, quando, deixando o filho na escola, ele dá um sorriso e diz adeus.

Dói sentir que ele desprega-se, solta-se, torna-se independente.

Como dói!!!

Ser mãe dói quando filho tem problemas na escola e ela precisa ouvir com naturalidade as queixas. Dói a adolescência, as questões existenciais.

Deve doer demais ver um filho indo para a guerra. Deve doer imensamente ver filho seguindo caminhos diferentes dos que julgamos corretos. Mãe que vê filho sofrendo, sofre dobrado.

Ser mãe é uma missão que dói a vida inteira.

Ser mãe é ter a dádiva do dar. Ela planta e sabe que não é pra ela.

Jesus também teve mãe. E deve ter doído nela mais que em qualquer outra mulher do mundo.

Uma mãe é uma ponte entre os céus e a terra. É o ser escolhido por Deus, certamente o mais bendito de toda a criação, para que a terra se encha e se multiplique.

Ser mãe dói sim. Mas engrandece também. A medida da dor é também a medida da alegria de ver filho feliz.

A maternidade é a corôa de toda mulher. De espinhos... mas de flores também!

Benditas sejam todas as mães do mundo!!!

(Letícia Thompson)






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sábado, 5 de março de 2016

FILHOS COM SMARTPHONE: QUAL É A IDADE IDEAL PARA OS PEQUENOS TEREM UM CELULAR PRÓPRIO?

Se antes a preocupação das mães era com o amplo acesso à internet que os filhos tinham dentro de casa, agora a dúvida é saber se devem ou não liberar o uso de smartphones, tablets... Saiba como lidar com essa situação!



"Meu filho de 9 anos pediu um smartphone, pois seus amigos da escola têm. É cedo ou essa idade já é suficiente para ganhar o próprio telefone?" 

(Pergunta enviada por uma mãe)

É preciso ter cuidado ao colocar um smartphone nas mãos de uma criança. Aos 9 anos, seu filho, claro, já é capaz de operar todas as funções do aparelho, mas talvez não saiba tirar o melhor proveito dele ou até caia em roubadas. Então, para tomar a decisão de presenteá-lo ou não, leve em conta a responsabilidade que ele demonstra no dia a dia. De qualquer modo, se optar por satisfazer a vontade dele, lembre-se de que deverá supervisioná-lo. "Quando uma criança pede um celular desses, não é para fazer ligações, mas para ter acesso à internet e a jogos", ressalta a psicóloga Andréa Jotta, pesquisadora do Núcleo de Psicologia e Informática da Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo.

Como falta a crianças e adolescentes total consciência dos perigos da web, é fundamental estabelecer um diálogo aberto, deixando claro para seu filho que, se ele tiver dúvidas, entrar em apuros ou se meter em situações que parecem suspeitas, deve pedir ajuda a você. Uma idéia é, pelo menos no início, dar o aparelho sem um pacote de internet, fazendo com que ele apenas possa acessar a rede em ambientes com wi-fi - por exemplo, em casa. Dessa forma, você terá condições de ficar mais de olho no que o pequeno faz nos momentos em que está online. Mas, se preferirem, as mães também podem deixar para presentear com um smartphone ou tablet somente quando o filho for mais velho e houver a certeza de que já tem a responsabilidade necessária.

Hoje, alertam os experts, é impensável manter o filho distante do mundo virtual. Mas é aconselhável que ele seja bem orientado e incentivado a procurar atividades produtivas nele. "Em meio a milhares de jogos, há muitos que ajudam no aprendizado e abordam temas como lógica e ortografia de forma intuitiva e fácil de entender, mas existem muitpos jogos destrutivos", diz Michel Lent, dono do Apps4kids, blog focado em aplicativos para crianças.

Tome cuidado, porém, para que o aparelho não vire o principal passatempo. Como a tecnologia é bastante atraente, a dica é manter a vigilância. Confira se ele anda fazendo as lições de casa direito, se cumpre as outras obrigações com a devida atenção e se costuma buscar um menu variado de entretenimento. "Crianças devem explorar o mundo virtual, mas também precisam se divertir com brinquedos reais e se relacionar com pessoas", ressalta Regina de Assis, doutora em educação pelas universidades americanas Harvard e Columbia, especialista em mídias e professora da PUC do Rio de Janeiro.

Finalmente, observe se seu filho quer o smartphone só porque os colegas têm e ele deseja conquistar status na turma. Nesse caso, não importa se a decisão é dar ou não o presente: "Ensine que ser alguém íntegro é mais importante do que possuir bens valiosos", sugere Regina.

(Pesquisa feita pela psicóloga Ana Maria da Costa Loureiro – Líder de Grupo de Mães Unidas em Oração – Belo Horizonte, MG) http://educarparacrescer.abril.com.br/comportamento/criancas-smartphone-qual-idade-ideal-pequenos-terem-celular-proprio-923381.shtml



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sexta-feira, 4 de março de 2016

CONHEÇA-OS! PARA MELHOR LIDAR COM OS ADOLESCENTES

Todos sabemos que a adolescência é um período de grandes transformações físicas e emocionais próprias do desenvolvimento do corpo e do cérebro. Este período é caracterizado por decisões sub-ótimas e ações associadas ao aumento de possíveis comportamentos não intencionais, com consequências muitas vezes para o resto da vida do indivíduo e sua família: envolvimento em acidentes, violência, exposição ao uso de drogas lícitas e ilícitas, gestação indesejada e doença sexualmente transmissível.
Gastam a maior parte do tempo com seus pares, outros adolescentes, fisicamente ou virtualmente, ficando menos tempo com adultos. Apresentam frequentes conflitos com os pais. 

O alicerce do desenvolvimento cognitivo é a habilidade de suprimir pensamentos e atos inapropriados a favor de ações direcionadas a metas, especialmente na presença de incentivos irresistíveis. Isso significa que um bom investimento futuro é desenvolver desde a infância, desde a pré-escola, a tolerar frustrações, controlando impulsos e adiar recompensas. Pois é, “engolir sapos” e não ganhar tudo que quer faz parte do treinamento. 

Existem muitos mitos sobre o funcionamento do cérebro do adolescente, que os avanços da neurociência e principalmente da neuroimagem funcional têm recentemente sido esclarecidos.

SÓ EMOÇÃO E BUSCA PELO PRAZER IMEDIATO
Ressalto que o adolescente apresenta como característica comportamento de maior exposição ao risco, grande reatividade emocional e menor planejamento e controle de suas ações. O conhecimento da neurociência atual comprova o que a experiência de nossos antepassados já conhecia na prática. Na adolescência primeiro se desenvolve, ou amadurecem as áreas responsáveis pela emoção. Isso está associado a diferentes trajetórias do desenvolvimento de regiões límbicas subcorticais nesta idade (áreas da emoção). Caminhando para o final da adolescência e idade adulta ocorre progressiva mudança de controle para a região cortical, mais precisamente o córtex pré-frontal (área da razão), responsável pelo controle cognitivo e funções executivas. Corresponde a desenvolver planejamento e execução de seus atos em direção a cumprir metas.
Até ratos e chimpanzés adolescentes se arriscam mais e vivem à caça de novidades e prazeres. 

O controle do cérebro do adolescente vai de baixo para cima, das regiões subcorticais para o córtex: prazer aqui e agora, custe o que custar. O adolescente não antevê consequências, mas não podemos dizer que não tenham fé. Sempre acham que suas atitudes intempestivas vão dar certo.

Dizer para o adolescente estudar, para ter um emprego melhor no futuro ou mesmo estudar diariamente para chegar no final do ano e passar de ano para ganhar computador novo, fica difícil de ser atingido. Eles precisam ter a recompensa rápida. Seu cérebro é movido pelo aqui e agora. Prazer já! 

O controle do adulto “maduro” acontece de cima para baixo, do córtex pré-frontal, responsável pela razão, predominando sobre as regiões subcorticais, da emoção. Progressivamente ocorre amadurecimento no sentido de desenvolver maior eficiência no controle cognitivo, com melhores tomadas de decisões e modulação do afeto.

RECOMPENSAS POR MÉRITOS

Fica mais efetivo descobrirmos seu maior prazer, que geralmente são o acesso às “telas”: tabletes, iphone, computador e TV, para fazermos acordos de oferecer recompensas por merecimentos, em vez de castigos. Alguns vão “morar no castigo”. Podemos fazer propostas claras e imediatas: se cumprir os combinados (agenda completa, revisão de conteúdo, lição, cooperação familiar mínima, habilidade social) poderá acessar as almejadas telas. Se não cumprir, não terá acesso a telas neste período. Claro que isso poderá ser acompanhado de explosão de sentimentos de raiva, com crises de birra, por vezes xingamentos, atirar objetos, ameaça de abandonar seu amor, ou choro. Os sentimentos todos podem e devem ser acolhidos com compreensão, mas imediatamente posicionados. “entendemos sua raiva de precisar adiar os prazeres e precisar cumprir os deveres, porém não aceitamos que jogue os objetos no chão ou que expresse palavras inadequadas”.


COMPORTAMENTOS SÃO CONTROLADOS POR CONSEQUÊNCIAS IMEDIATAS: SE...ENTÃO...

Uma vez que o comportamento tenha ocorrido, não poderá mais ser alterado. Já foi, já aconteceu, porém, as consequências imediatas que se seguem alteram a probabilidade desse comportamento vir a acontecer novamente, ou não. 

As terapeutas comportamentais usam a expressão “se... então...” para resumir esta condição. Se colocar dedo na tomada, então leva choque. Se ultrapassar o limite da bagunça na classe, então não participará do recreio... Portanto, uma ação ou um comportamento executado, será reforçado, quando seguido de uma consequência imediata: AÇÃO, CONSEQUÊNCIA, REFORÇADOR (estímulo). O indivíduo precisa vivenciar as consequências de seus atos. Isso ocorrendo de forma repetida leva ao aprendizado. As consequências imediatas passam a controlar a ação ou comportamento futuro do indivíduo. 

Há uma frase que cabe bem na educação e formação dos nossos filhos, alunos, pacientes, enfim cidadãos, cujo autor parece ter sido Darwin que diz “Não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças do ambiente”. 
Comportamento certo no lugar certo, maior probabilidade de sucesso.


COLOCAR LIMITES CLAROS, REGRAS CLARAS, FAZER ACORDOS

Estabelecer limites esclarece ao indivíduo o que pode, o que não pode e até onde pode.
Na adolescência há necessidade de fazer acordos. Há necessidade de ouvi-los para fechar os combinados. Não resolve apenas determinar nesta faixa etária. 

As regras e limites devem ser colocados antecipadamente. Devem ser falados e se possível escritos e colocados em local visível. Devem ser usadas poucas palavras, de forma breve, firme e claras. Sem discurso de Fidel. Se necessário use sinônimos para não ficar dúvidas. Nada é óbvio: tudo precisa ser verbalizado, nada deve ser subentendido. Faça breve questionamento para verificar se compreendeu claramente. Depois disso tudo, só resta assumir a consequência imediata e a frase: “que parte do não pode..., se não... ou do se...então ... você não entendeu?”

Se você não colocar limites, a sociedade o fará, porém não com tanta tolerância, compreensão e carinho. 

Como nada é óbvio, esclareço que não adianta colocar limites se eles não forem respeitados. 

Aprender a seguir regras e respeitar limites depende das consequências apropriadas que o indivíduo sofre.


AGIR COM CONSISTÊNCIA NÃO SIGNIFICA NÃO

Pais e cuidadores devem agir sempre da mesma maneira quando a criança ou o adolescente apresentar determinado comportamento. Não dá para dizer normalmente não pode, mas como hoje o pai está cansado, então pode. 

Muitos pais dizem um “não”que significa “talvez”ou “não, mas tenho tanta dó de você”, ou muito peso na consciência pois trabalham muito e ficam pouco com o filho... porque você era tão fraquinho quando pequeno, quase não comia, é hiperativo, tinha asma, etc. “A sociedade inteira quer que eu diga não, mas eu acho que você já sofreu o suficiente...”.


MOTIVAÇÃO E RECOMPENSA LIBERAM NEUROTRANSMISSORES NO CÉREBRO

Os comportamentos adequados devem ser reforçados positivamente. Oferecer uma manifestação de afeto, um elogio sincero, o reconhecimento do esforço, um presentinho, enfim, uma consequência reconhecida como recompensadora para si próprio.
Existem famílias que não reforçam positivamente e ignoram cumprimentos de metas. O jovem se esforça, se comporta bem, obtendo o melhor resultado possível e não há qualquer manifestação de reconhecimento ou vem aquele comentário “não fez mais que a obrigação”. 

O processo de neurodesenvolvimento é longo, se estendendo na maioria dos casos até por volta dos 23 anos de idade. Há algumas sutilezas de refinamento de tomadas de decisão que em alguns indivíduos acaba por volta dos 30 anos. A maioria por dos 20 anos já apresenta adequada maturidade neurológica. Claro que desde o início da adolescência vai havendo progressiva autonomia. 

Caso haja algum tipo de disfunção do sistema nervoso, pode haver necessidade de gerenciamento próximo até o final do neurodesenvolvimento.

Dra. Saada R. S. Ellovitch
Neurologia da Infância e Adolescência.
Fonte: Hospital Samaritano – SP.


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DIA 16 DE MARÇO, 13H - Sua presença é indispensável!

Prezadas Mães Unidas em Oração,

A paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Abaixo está o convite recebido para participarmos da Reunião Mensal do DEFE que acontecerá na quarta-feira, dia 16 de março, às 13h, conforme convite abaixo!




























Com FÉ-CORAGEM-PERSEVERANÇA, n’Ele, somos...


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terça-feira, 1 de março de 2016

MINHA FILHA ESTÁ COM DENGUE! ELA ESTÁ GRÁVIDA!

"Minhas queridas Mães Unidas em Oração,

Este e-mail tem a única função, colocar o nome de minha filha Marta Valéria nas mãos do Senhor... Ela está grávida de 5 meses e está com dengue... Ela tem duas outras filhas: uma de 7 anos e 9 anos.
Esta sendo acompanhada e tendo todo apoio possível. Ela está preocupada e ansiosa. Temos porcurado dar a ela todo apoio psicologico possível e sabemos que o nosso Deus está no controle de todas as coisas, mas... Que angústia temos sentido!


Temos vista algumas grávidas que tem ido embora do país para ter seus filhos no exterior...Quem me dera ter podido fazer isso por minha filha...
Sofro por ela e pelas milhares de mães que estão com suas filhas grávidas e que, com certeza pensam o mesmo...
Muito obrigada e conto com as orações...

(Walquíria Sobrinho Fagundes - Mãe Unida em Oração - Rio de Janeiro, RJ)

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Casos de dengue no Brasil crescem 48% em 2016

Brasil tem índice recorde de 1,6 milhão de casos de dengue em 2015

Em 2015, foram registrados 1.649.008 casos prováveis de dengue no país, segundo relatório epidemiológico do Ministério da Saúde.
O número é o maior registrado na série histórica, iniciada em 1990.
O recorde anterior foi em 2013, com 1.452.489.

Em 2015, a região Sudeste registrou o maior número de notificações (1.026.226 de casos; 62,2%) em relação ao total do paí. Em seguida vêm as regiões Nordeste (311.519 casos; 18,9%), Centro- Oeste (220.966 casos; 13,4%), Sul (56.187 casos; 3,4%) e Norte (34.110 casos; 2,1%)

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O PERFIL DA MÃE CRISTÃ

1) Amar o filho incondicionalmente e valorizá-lo.

Valorizar os filhos significa:

*Criar ambiente no lar onde eles possam compartilhar alegrias e suavizar as tristezas (Cl 3.21).

*Selecionar boas sementes para plantar no coração deles, no tempo certo do seu desenvolvimento(Ec 3.1).

*Preparar o filho para vida (Gn18.19; Ef 6.4). 

*Construir uma lista de prioridades, onde a atenção para ouvir o que o filho tem a dizer, a valorização de suas qualidades e correção dos defeitos com amor e firmeza, estejam à frente de tantas outras coisas também importantes (Sl 78.4).

*Acreditar no seu potencial, garantindo motivação para boas realizações e comprovação de que é capaz. Respeitá-lo e ensiná-lo, é também sinônimo de valorização( Ef 6.4), bem como esperar dele o devido respeito (Hb 12.9).

*Reconhecer suas características positivas, corrigir quando necessário, levando-os a interpretar o amor de Deus como Pai amoroso que nos corrige, ensina e reconhece (Hb 12.6-8 Pv 19.18; Pv 22.6,15).

*Fazer a vontade de Deus conhecida pelo filhos, como faziam os israelitas com seus filhos (Dt 11.18-20).

*Ensina-los a obedecer Eles aprenderão a obedecer a Deus.

*Através da disciplina tornar evidente o amor.

*Não ridicularizá-los à frente de outras pessoas, pois as crianças também sentem vergonha.
*Não menosprezá-los, ameaçá-los ou suborná-los. Esse procedimento afeta a auto-estima.

*Possuir fina sensibilidade para, através de suas palavras, reações e comportamentos, com valor de sentimentos, despertar respeito, confiança e vontade


2) Sabedoria - É a capacidade de discernir, compreender e agir no momento certo e da melhor maneira possível. A mãe sábia não age por impulso.

3)Saber administrar prioridades

4)Recorrer a Cristo como orientador e fonte de motivação (Jo 15.5b)

5) Usar o tempo de maneira eficiente, criando uma rotina organizada.

6)Ser flexível para aprender sempre e mudar de atitude quando for necessário. A intransigência impede o nosso crescimento e o dos nossos filhos.

7)Ter sensibilidade e fé no Senhor Jesus, sabendo que a Ele, todas as coisas são possíveis (Mt 19.26).

(Texto extraído do jornal mensageiro da Paz
 escrito por Sônia Pires Ramos/Psicóloga)

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