Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em quase 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

FELIZ 2016!


Muitas famílias vivem o ano todo em pé de guerra e só se reúnem nas festas como natal e ano novo. O melhor é que durante todo o ano todos vivam em harmonia e união mas alguns tem dificuldade para exercer isso. 


Mas deixo para meditação proverbio 17, versículos 1, 13 e 14:

"melhor é um pedaço de pão seco com paz e tranquilidade do que uma casa onde há banquetes e muitas brigas"

"quem retribui o bem com o mal jamais deixará de ter mal no seu lar"

"começar uma discussão é como abrir brecha num dique. Por isso resolva a questão antes que surja a contenda"


Meus votos são de paz em seu lar começando por você por mais difícil e desafiante que isso seja.

Feliz 2016

(Juliana Meni)
Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
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contato@maesunidasemoracao.org


NÃO DESISTA!

"Jesus respondeu: 'Mulher, grande é a sua fé! Seja conforme você deseja'. E naquele mesmo instante a sua filha foi curada." (Mateus 15:28)

Quando oramos por algo que cremos ser a vontade de Deus, não devemos desistir. Devemos continuar sempre orando, pedindo e procurando. Isso é o que Jesus nos disse para fazer. De fato, quando Jesus viu a grande fé de uma mãe de Canaã que agia dessa forma, Ele deu carta branca a ela dizendo: "Seja como você deseja."

Esta mãe acreditava que o que ela estava pedindo era a vontade de Deus e ela não iria desistir. Talvez você, como essa mãe, tenha um filho que está hoje sob a influência do diabo, rejeitando todos os ensinamentos que você lhe tenha dado. Pelo menos por ora. É difícil aceitar isso, porque você educou seu filho nos caminhos do Senhor.

Aquilo para o que você preparou seu filho - tornar-se independente - aconteceu. Meu conselho é: aguarde. Você vai superar isso. Aquilo que você pode pensar ser o pior cenário, pode ser o gatilho para trazer seu filho para uma fé sincera e verdadeira. A rebelião pode ser difícil de suportar no momento, mas também pode durar pouco e pode ser o que falta para trazer seu filho para um lugar onde ele perceba a sua própria necessidade de Jesus Cristo.

Nossos filhos precisam obter essas convicções em seus corações como suas convicções, não apenas como convicções de seus pais. Isso pode significar um desvio para a terra dos pródigos. Isso pode significar chegar ao fundo do poço. Mas não desista. Continue orando. Nossas crianças podem escapar da nossa presença, mas não podem escapar das nossas orações.

(Jane Esther Monteiro de Paula Rosa)

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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

AS PROVAÇÕES CONFIRMAM O VALOR DA SUA FÉ

O ano de 2015 está terminando. Talvez, você esteja pensando como o ano passou rápido. E a Bíblia nos ensina que a vida é um conto ligeiro. Muitas vezes paramos e começamos a recordar alguns momentos que marcaram nossa caminhada ao longo dos anos e, quando damos conta, percebemos que ela passou rapidamente. Mas quero que você encare estes três dias que faltam para o término de 2015 de uma forma bonita. Eles serão um tempo para você repensar sobre coisas que ficaram para trás; de acertar situações; de perdoar e pedir perdão; mas, acima de tudo, um tempo de voltar para os caminhos do Senhor.

Em 1Pedro 1.6-9, o apóstolo nos mostra um quadro parecido com o que vivemos em 2015. “Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário que estejais por um pouco contristados com várias tentações, para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo; ao qual não o havendo visto, amais; no qual, não o vendo agora, mas crendo, vos alegrais com gozo inefável e glorioso; alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas”.
Neste ano presenciamos catástrofes como a ocorrida em Mariana; atentados como o de Paris, mortes, entre outras situações que nos feriram. Porém, preste atenção! É como termina as coisas é que conta. O seu ano de 2015 pode terminar de forma maravilhosa, mas para que isso aconteça é preciso que você tenha fé.

Oro para que feridas da sua alma sejam curadas. Para que pecados que lhe dominaram sejam perdoados pelo Senhor. Para que seus relacionamentos quebrados sejam restaurados. E, principalmente, oro para que você volte ao primeiro amor por Jesus. Em Apocalipse 2.5, o Senhor nos orienta a lembrarmos onde caímos, arrependermos e voltarmos às práticas das primeiras obras.

A nossa fé cristã não é uma fé de teoria. Ela é de prática. Querido(a), estamos, aqui, nesta terra apenas de passagem. A Bíblia diz que somos apenas peregrinos. O ano está terminando. Alvos podem não ter sido alcançados. Entretanto, há algo que não podemos deixar de fazer: exultarmos. Não fique olhando para o que você perdeu. Seja grato pelo que conquistou. Você está vivo. Seu coração ainda pulsa. Há saúde no seu corpo.

Talvez neste ano você tenha passado por provações que lhe machucaram e o fizeram desanimar. Porém, hoje é o tempo de você se reerguer. O seu fim não chegou. Tudo pode ser transformado. Você pode não ter entendido ou não entender as provações pelas quais passou ou está passando, mas verá o fruto de cada uma delas. Persevere! Deus não quer que você viva simplesmente, mas que desfrute cada momento da sua vida. Ele quer que você colha os frutos consequentes da sua fé e perseverança. Ele quer lhe ajudar a superar essas circunstâncias difíceis; ver você tomar posse dos seus alvos; adquirir novamente tudo o que perdeu, renovar sua comunhão com Ele e ser restaurado em plenitude.

O Senhor também anseia vê essas situações tão conflituosas pelas quais viveu ou está vivendo redundarem em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo. Vê e conhecer Jesus é tudo. A razão pela qual existimos é para conhecê-lo e fazê-lo conhecido. Eu nunca vi o Senhor, mas eu o amo. Não é porque não o vi que Ele não habita em mim. Lembre-se! Um dia O conheceremos como Ele é. O seu coração precisa se encher desta expectativa, a de conhecê-lo. Quando você O conhece cada vez mais, compreende o Seu amor. Você entende o quanto Ele se importa em vê os propósitos Dele serem realizados em sua vida.

Termine bem este ano. Esse é o tempo de voltar inteiramente para Jesus. Corra para Ele e se entregue em Seus braços.

(Marcio Valadão)

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

O VERDADEIRO SENTIDO DO NATAL

 “Pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador,
 que é Cristo o Senhor”. (Lucas 2:11)

A Bíblia não relata qual o dia e o mês do nascimento do Messias. Ela diz apenas que o menino Jesus nasceu na cidade de Belém, envolto numa manjedoura. Isso para cumprir as profecias dita pelos oráculos do antigo testamento (Mq 5:2 e Is 7:14). Como tradição, nós cristãos comemoramos o nascimento de Jesus, o Cristo de Deus, no dia 25 de dezembro, apesar de termos evidências bíblicas de que esta não seja a data correta, pois em Lucas 2:8 diz que os pastores estavam no campo e guardavam durante a vigília da noite o seu rebanho.

O fato é que se os pastores estavam à noite no campo cuidando das ovelhas, podemos concluir que Jesus não nascera em dezembro, pois nesse mês faz muito frio na região da Judéia, devido ao inverno que é muito rigoroso . Por isso, os pastores no mês de dezembro ficam com as ovelhas no aprisco e não no campo. Provavelmente, Jesus nasceu na primavera ou no verão. Todavia, o que verdadeiramente importa para nós, não é sabermos a data exata do nascimento do Messias, mas sim, o verdadeiro significado desse nascimento para toda a humanidade.

Para a maioria das pessoas, o Natal se resume a uma data festiva em que elas se reúnem para comer, beber e trocar presentes. Trocam inclusive o aniversariante, em vez de Jesus, a figura central passa a ser o Papai Noel. Sequer, convidam o aniversariante para participar da reunião familiar. Até as crianças são induzidas a fazerem pedidos, que mais parecem orações, ao "bom" velhinho. Pedem paz, esperança e felicidade. Coisas que somente Jesus pode nos dá.

Para nós cristãos, Natal tem a ver com o nascimento do filho de Deus, a saber, Jesus, o Cristo. É o início da salvação da humanidade, que havia se perdido, por causa de Adão, lá no Éden, quando pecou contra Deus. É através de Cristo que Deus nos reconcilia com Ele e nos mostra todo o seu amor. A Bíblia diz que Deus amou o mundo (pessoas) de tal maneira que deu seu único filho, para que todo aquele que nele crê, não pereça, mas tenha vida eterna (Jo 3:16). Portanto, o Natal só faz sentido para quem crer que Jesus é o Messias.

Alguns irmãos cristãos não comemoram o Natal, seja pelo fato de que não há uma ordenança na Bíblia, seja pelo fato de que as comemorações natalinas se originaram de uma festa pagã que comemorava o nascimento do deus sol (saturnália). Não quero entrar nos detalhes históricos ou culturas que giram em torno da comemoração natalina, mas quero convidar os irmãos a refletirem de um outro ponto de vista a respeito do Natal.

Ora, apesar de não sabermos o dia exato do nascimento biológico de Jesus, e de sabermos que a origem das comemorações natalinas se deu nas festas pagãs. Penso eu, que podemos aproveitar esse momento propício, em que as famílias se reúnem, e que as pessoas estão com os corações mais abertos, devido ao espírito natalino, para falarmos do verdadeiro sentido do Natal, a saber, o nascimento de Cristo.

A Bíblia Sagrada diz que tudo contribui para o bem daqueles que amam a Deus (Rm 8:28). Portanto, se tudo contribui para o bem, o que nós devemos fazer é enxergar de que modo cada acontecimento pode contribuir para o Reino de Deus. O próprio Jesus deu a seguinte resposta aos seus discípulos quando lhe perguntaram se deveriam proibir um homem de expulsar demônios em nome dele, pois não era seu seguidor: "Quem não é contra nós, será por nós" ( Mc 9:40). Portanto meus irmãos, essas duas passagens nos ensinam que, devemos aproveitar todas as oportunidades para levarmos as boas novas às pessoas.


Alguns cristãos preferem passar o Natal nas igrejas congregados com outros irmãos na fé, pois acham que o desejo de Jesus é que elas estejam reunidas dentro da igreja, pois só assim, não se misturariam com o restante das pessoas que não creem em Jesus. Todavia, o desejo do Mestre é justamente o contrário, ele nos manda sair da igreja e ir ao mundo pregar o seu evangelho a toda criatura ( Mc 16:15). Já pensou se Jesus em vez de sair para pregar as boas novas, ficasse dentro do templo reunido com seus discípulos, o que seria de mim e de você? O que seria do mundo?

Ao contrário do que muitos pensam, Cristo fazia questão de sentar à mesa com os pecadores. Certo dia, ele estava jantado na casa de Levi (Mateus) arrodeado de pecadores e publicanos, e os fariseus perguntaram aos discípulos: por que ele come e bebe com publicanos e pecadores? A resposta de Jesus foi: “eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores ao arrependimento, pois são eles que precisam de médicos, e não os sãos” ( Mc 2: 15-17). Em outra passagem bíblica, vemos Jesus entrando na cidade de Jericó e, quando ele ia passando avistou um publicano chamado Zaqueu, que estava em cima de uma figueira brava esperando para ver quem era Jesus, mas Jesus o viu primeiro e disse: “Zaqueu, desce depressa, porque hoje me convém pousar em tua casa”. No final da história, Jesus pronunciou as seguintes palavras: "Porque o filho do homem veio buscar e salvar o que havia se perdido" (lc 19: 9-10).

Jesus usava sua santidade e sua luz para mostrar aos pecadores que o caminho que eles estavam trilhando era um caminho de trevas e de morte, e que ele, Jesus, tinha um caminho de vida e de luz para eles. É isso que Jesus quer que nós façamos, que nós sejamos a luz desse mundo e que mostremos às pessoas que existe um novo e vivo caminho, a saber, Jesus de Nazaré.

Portanto irmãos, o Natal é uma oportunidade que temos de levar a palavra de Deus àqueles que não sabem o verdadeiro sentido desta data tão importante para nós. Além do que, Deus pode preparar esse momento para ter um encontro de salvação com alguém da nossa família. Não deixe passar essa oportunidade de falar do amor de Deus para as pessoas. De dizer que Ele deu o seu filho unigênito para que todos nós tivéssemos vida e, vida com abundância (Jo 10:10).

O verdadeiro Natal acontece quando abrimos a porta do nosso coração e deixamos Jesus entrar e fazer morada, pois Ele disse: "Eis que estou à porta e, bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo” (Ap 3:20). Por isso, Natal é tempo de Jesus nascer dentro das pessoas, e isso não implica em sabermos o dia exato do nascimento de Jesus.

Pergunte ao cego Bartimeu onde e quando Jesus nasceu. E ele responderá: Jesus nasceu em Jericó. Quando eu clamei por Ele. E ele veio até mim, abraçou-me e disse filho tua fé te salvou (Lc 10:46-52).

Pergunte à mulher do fluxo de sangue onde e quando Jesus nasceu. E ela responderá: Jesus nasceu no caminho da casa de Jairo. Quando eu cheguei por detrás dele e toquei na orla de seu manto. E ele veio até mim e disse, vá em paz filha, a tua fé te salvou ( Lc 8:43-48).

Pergunte à mulher de Samaria onde e quando Jesus nasceu. E ele responderá: Jesus nasceu junto à fonte de Jacó, quando eu fui pegar água e Ele me ofereceu a água da vida, naquele momento soube que era o filho de Deus ( Jo 4:1-28).

Pergunte a Paulo de Tarso onde e quando Jesus nasceu. E ele responderá: Jesus nasceu na estrada de Damasco, quando fui envolvido por uma intensa luz que me deixou cego e me perguntou: Saulo, Saulo, por que me persegues? Naquele momento soube que era o filho de Deus ( At 9:1-9).
Por fim, pergunte à Maria, mãe de Jesus, onde e quando ele nasceu. E ele responderá: Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, cercado de anjos e pastores que gritavam: "Glória a Deus nas alturas e paz na Terra aos homens a quem Deus quer bem” (Lc 2:7-14).

Portanto, Jesus pode nascer a qualquer momento na vida daquelas pessoas que não o conhecem ainda. E, para você, quando Jesus nasceu? Pense um pouco! Caso descubra que Jesus ainda não nasceu dentro de você. Abra o seu coração e o aceite como seu Salvador, pois ele nasce todos os dias no coração de quem o aceita.

Portanto, o verdadeiro Natal é Jesus, o Cristo de Deus!

Por fim, convido você a responder as perguntas abaixo. Talvez você se surpreenda com as respostas.

a) Quem é que veste um manto vermelho?
b) Quem é que tem barba e cabelos brancos como a lã?
c) Quem é que vem do norte?
d) Quem é que vem como um ladrão de noite?
e) Quem é que é onipresente?
f) Quem é que se assenta num trono?
g) Quem é que convida as crianças a irem até ele?
h) Quem é o príncipe que traz a paz?

Conseguiu responder? Se você respondeu Papai Noel em algum dos itens ou para todos, errou. A resposta correta para todos os itens é: JESUS, o Cristo de Deus.

Alguma dúvida? Segue o gabarito com as passagens bíblicas para os irmãos conferirem: a) Ap 19:13; b) Ap 1:14; c) Ez 1:4-5; d) Mt 24:43-44; e) Sl 139: 7-10; f) Ap 5:6; g) Mc 10:14; h) Is 9:6.

Será que alguém respondeu Papai Noel? Espero que não!

Já que vocês estão bem crescidinhos quero dizer um segredo: o personagem Papai Noel, apesar de parecer inofensivo, traz consigo disfarçada e sorrateiramente, na figura do "bom" velhinho, uma tentativa de nos desviar do verdadeiro sentido do Natal, a saber o nascimento do filho de Deus. Tanto é assim, que nos meios de comunicação não ouvimos sequer pronunciarem o nome de Jesus, pois todo o mérito é dado a Papai Noel. Todavia, agora você já sabe o verdadeiro sentido do Natal. Fale para seus familiares e filhos sobre essa Boa Nova.

Feliz Natal para você e para a sua família. Que a luz de Cristo nos ilumine.

(Sérgio Nicácio Lira)

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quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

CELEBREMOS O NASCIMENTO DE CRISTO!

“O anjo, porém, lhes disse: não temais, porquanto vos trago novas de grande alegria que o será para todo o povo: é que vos nasceu hoje na cidade de Davi, o Salvador, que é Cristo o Senhor”. (Lucas 2.10-11)

Enfim chegamos ao último e mais festivo mês do ano, dezembro. Nesse mês recheado de festas e celebrações, também cabe um espaço para o balanço de nossas vidas, o que fizemos? O que deixamos de fazer? O que poderíamos ter feito melhor? Ou seja, somos confrontados com a prática das nossas atitudes!

Mas, além disso, o que queremos entender e praticar é o significado real do Natal de Jesus Cristo. Não sabemos e ninguém sabe humanamente falando o dia, mês e ano exato do nascimento de Jesus Cristo, é fato, no entanto que Ele nasceu! Ele veio até nós, deixou a sua glória celestial, tornou-se como um de nós, assumiu uma natureza humana, se humilhou. (Filipenses 2. 6-8).

Quais as razões dessa sua humilhação e vinda até nós? Há muitas razões, mas acredito que uma das razões principais é pelo direito de criação. Ele nos criou, a sua imagem e semelhança, no entanto, essa imagem e semelhança foi manchada pelo pecado, e sabemos pela sua palavra que somos “a menina dos seus olhos” e isso se expressa em vários textos bíblicos e já claramente declarado em João 3.16.

A outra grande razão para a sua vinda é que Ele veio para ser o Senhor da humanidade, desviada e submissa ao reino das trevas (o mundo jaz no maligno) e perdida. A declaração do mensageiro do Senhor é muito clara: “É que nos nasceu hoje….o Salvador, que é Cristo o Senhor”.

O servo integralmente submisso a Ele sempre cumprirá sua missão de proclamar com alegria, ousadia e gratidão as boas novas da salvação eterna! Considerando que não poderia haver morte e ressurreição sem que houvesse nascimento é de extrema importância também celebrarmos sempre a sua vinda entre nós! Portanto, exaltemos ao Senhor com alegria e gratidão e na certeza de que Ele vive para sempre em nossos corações. Louvado seja o Senhor porque o natal de Jesus Cristo é real!

(Levir Perea Merlo)
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quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

ORAÇÃO PELA FAMÍLIA E PELA PÁTRIA

Então o rei Davi entrou no tabernáculo, assentou-se diante do Senhor, e orou:

“Quem sou eu, ó Soberano Senhor, e o que é a minha família, para que me trouxesses a este ponto? E, como se isso não bastasse para ti, ó Soberano Senhor, também falaste sobre o futuro da família deste teu servo. É assim que procedes com os homens, ó Soberano Senhor? Que mais Davi poderá dizer-te? Tu conheces o teu servo, ó Soberano Senhor. Por amor de tua palavra e de acordo com tua vontade, realizaste este feito grandioso e o revelaste ao teu servo.

Quão grande és tu, ó Soberano Senhor! Não há ninguém como tu, nem há outro Deus além de ti, conforme tudo o que sabemos.

E quem é como Israel, o teu povo, a única nação da terra que tu, ó Deus, resgataste para dela fazeres um povo para ti mesmo, e assim tornaste o teu nome famoso, realizaste grandes e impressionantes maravilhas ao expulsar nações e seus deuses de diante desta mesma nação que libertaste do Egito? Tu mesmo fizeste de Israel o teu povo particular para sempre, e tu, ó Senhor, te tornaste o seu Deus.

Agora, Senhor Deus, confirma para sempre a promessa que fizeste a respeito de teu servo e de sua descendência. Faze conforme prometeste, para que o teu nome seja engrandecido para sempre e os homens digam: ‘O Senhor dos Exércitos é o Deus de Israel!’ E a descendência de teu servo Davi se manterá firme diante de ti. Ó Senhor dos Exércitos, Deus de Israel, tu mesmo o revelaste a teu servo, quando disseste: ‘Estabelecerei uma dinastia para você’. Por isso o teu servo achou coragem para orar a ti.

Ó Soberano Senhor, tu és Deus! Tuas palavras são verdadeiras, e tu fizeste essa boa promessa a teu servo. Agora, por tua bondade, abençoa a família de teu servo, para que ela continue para sempre na tua presença. Tu, ó Soberano Senhor, o prometeste! E, abençoada por ti, bendita será para sempre a família de teu servo”.
(II Samuel 7:18-29)

Orar é nos assentarmos diante de Deus, para falar e ouvir. Ora quem reconhece a soberania de Deus. Um dos primeiros alvos de nossa oração deve ser a nossa família. Se Deus não a abençoar, nós não a abençoaremos, por nos faltar poder. Devemos orar também por nossa pátria, o lugar onde nascemos e aprendemos amar, sabendo que o bem dela é o nosso bem. Na verdade, orar por nossa familia e orar por nossa pátria é orar por nós mesmos. Deus ouve.

(Israel Belo de Azevedo)
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segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

AGRADA-TE DO SENHOR

Uma vez eu ouvi uma pessoa dizer:
“Agrada o Senhor que Ele satisfará o desejo do teu coração…”

E então eu fui procurar esse versículo na Bíblia, e me surpreendi ao descobrir que aquela pessoa havia distorcido o significado do versículo.
Percebi que na verdade, não estava escrito “agrada o Senhor”, ao invés disso estava escrito: “Agrada-te do Senhor…”.
Muitas pessoas passam desapercebidas por esse detalhe nesse versículo de Salmos 37, isso porque é muito mais cômodo para a nossa alma acreditar numa (falsa) interpretação que nos beneficie a todo custo.
Porém, na verdade não é bem isso que está escrito.
Outro dia eu estava orando em pensamento assim:

“Ah Senhor, eu queria tanto que o meu escolhido fosse um homem assim e assim… Mas tu sabes Senhor, eu abro mão desse meu desejo, abro mão disso por Ti, abro mão dessa minha vontade para fazer a Tua vontade. Que seja feita a Tua vontade. Se esse desejo que eu tenho for da tua vontade, então ótimo. Mas se não for, eu não quero.
Prefiro abrir mão da minha vontade (que comparada a vontade de Deus é imperfeita) para viver a vontade de Deus para mim, que é perfeita (além de boa e agradável).”

E então, mais uma vez, o Espírito Santo trouxe a minha memória o pensamento:
“…Ao abrir mão da sua vontade, é possível que você receba a realização dela.”

Porque? Porque é justamente quando abrimos mão do que tanto queremos, que aquilo se realiza?
Porque esse é um princípio espiritual, ele está escrito na Palavra.
E se está escrito, podemos viver isso.
Vamos analisar o que diz em Salmos 37.4:

” Agrada-te do SENHOR, e ele satisfará os desejos do teu coração.”

Esse versículo quer dizer o seguinte:
Agrada-te do SENHOR (que o seu maior “agrado” e prazer, seja o Senhor. Agrade a você com as coisas do Senhor) , e ele satisfará os desejos do teu coração (e então, como conseqüência disso, Ele satisfará os desejos do teu coração. Ou seja, Ele satisfará os desejos da tua alma, das tuas vontades. Ele vai te dar o que você deseja, o que você pensa e tem vontade).

Imagine viver isso…
Imagine Deus, o Senhor do Universo, olhando para dentro do seu coração, vendo o que você deseja, e satisfazendo a sua vontade…
Não é um sonho?
Não é o que todos gostariam de viver?
Pois é, está na Palavra de Deus esta promessa, está escrito que podemos viver isso.
Mas o que muitos esquecem é de observar que, para viver isso, há uma condição, uma condição que não é tão fácil como parece.
A condição está descrita no próprio versículo. Você precisa:
Agradar-se do SENHOR… em primeiro lugar.

Traduzindo:
Para viver isso, o seu maior “agrado” e prazer na vida precisa ser o Senhor.
Para poder viver isso, você precisa agradar a si mesmo (ter prazer) nas coisas DO Senhor (Agrada-te do), precisa ter prazer em fazer as coisas (a vontade) DO Senhor, e não ter prazer em fazer as suas próprias vontades.
Para viver isso, você precisa agradar-se mais (Agrada-te) com as coisas do Senhor do que com as suas próprias coisas, e do que com as coisas que este mundo oferece.
Simplificando: Para viver isso é necessário fazer a VONTADE DE DEUS.
E não a sua vontade.
É necessário que a vontade de Deus seja o seu maior prazer na vida, e quando isso acontecer…
A conseqüência disso será o seguinte:
…Ele satisfará os desejos do teu coração.

É assim que funciona esse princípio.
Deus é muito inteligente, não é?
As coisas não são do nosso jeito, são do jeito dEle.
Alguém poderia tentar manipular a Palavra de Deus e tentar driblar esse princípio dizendo (da boca pra fora) que “Deus é o seu maior agrado e prazer na vida…”.
Porém, não há como enganarmos a Deus. Ele sabe se isso é verdade ou não dentro de nós. Ele vê bem lá no fundo do nosso coração.
Durante muito tempo na minha caminhada Cristã eu tentei driblar esse princípio (risos). Me lembro que eu orava e dizia ao Senhor:
“Pai, Tu sabes que hoje em dia Tu és o mais importante na minha vida, e etc…”
Mas na verdade, no fundo no fundo… ainda não era.

E o Espírito Santo suavemente me dizia:
“E quanto a tal e tal coisa que você ainda não abriu mão?”
“E quanto aquilo e aquilo outro que Eu já te mostrei que você tem que mudar?”
“Como você pode dizer que Eu sou o mais importante, ou que Estou em primeiro lugar no seu coração, se você ainda não consegue abrir mão de certas coisas por Mim?”
E então eu me quebrantava e chorava na presença de Deus… Pedia a Ele que me transformasse mais e mais… E foi o que Ele fez.

Deus é tão sábio, tão Maravilhoso que estabeleceu regras perfeitas para que nós pudéssemos experimentar a boa, perfeita e agradável vontade dEle.
Hoje em dia eu realmente vivo isso. Realmente amo o Senhor acima de todas as coisas em minha vida. E como é bom viver “nesse lugar” em Deus. Um “lugar” onde nada nem ninguém pode nos atingir, nem nos fazer desistir, porque a nossa motivação não está em coisas passageiras, visíveis e corruptíveis… Mas está na eternidade ao lado dEle.
Hoje em dia eu tenho muitos testemunhos para contar que comprovam esse versículo de Salmos 37, poderia contar muitas historias vividas nesses anos, onde vi os desejos do meu coração serem realizados. Algumas vezes eu somente pensei, nem cheguei a orar… E Deus simplesmente realizou aquele desejo ao ouvir meu pensamento… Não é incrível?

Você quer viver isso?
Então faça o que diz em Salmos 37.4, agrade a si mesmo com as coisas do Senhor, faça a vontade dEle. Pois o que mais agrada a Deus é isso, fazer a vontade dEle. E a maior vontade dele é que Ele seja o centro no seu coração.
Quando Ele ocupar o primeiro lugar no seu coração, nas suas vontades, nos seus pensamentos… Aí sim, Ele satisfará os desejos do seu coração.
Ele não abre mão do lugar dEle dentro de você:
O primeiro lugar no seu coração pertence a Ele.
Ele tem que ser o seu maior agrado, o seu maior prazer nesta vida.
“Agrade a você mesmo com as coisas do Senhor, e aí Ele satisfará seus desejos e vontades…”


(Sarah Sheeva)
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domingo, 20 de dezembro de 2015

TEMPOS MODERNOS, CRENTES ETERNOS

Tem sido cada vez mais comum o uso da Bíblia em dispositivos eletrônicos (celulares e tablets). Não se pode dizer que é errado usar tais dispositivos, porém eles podem ser uma tentação.

Eu, particularmente, ainda não me rendi ao uso da Bíblia em aplicativo. Sim, ainda carrego minha Bíblia impressa por aí. Quer saber meu motivo? – Pura falta de interesse em baixar o tal aplicativo e a incerteza se teria espaço suficiente em meu celular. Não posso negar que acho prático ter a Bíblia em um dispositivo eletrônico e ser capaz de usá-la em qualquer situação, mas tenho ressalvas.

A Bíblia impressa não é nada mais do que um livro físico, com folhas, letras e capa. Ela não vibra, não toca e não assobia. Já um celular tem centenas de funções – nele você tem a opção de fazer e receber ligações, checar emails, Whatsapp, Facebook, Instagram, receber torpedos, ouvir música, tirar fotos, fazer uso de tantas outras funções e, por fim, ler a Bíblia.

Repito, não é errado ler a Bíblia em dispositivos eletrônicos, muitas vezes é tudo o que se tem em determinado momento. Mas, pense na seguinte situação: você está no culto, lendo a passagem bíblica em seu celular e de repente chega uma mensagem. Nestes aparelhos novos, o nome do remetente e parte da mensagem já aparecem automaticamente na tela. Daí, “sem querer” você já lê um pedaço da mensagem enviada, mas qual será o resto da mensagem? O que você faz? Ai, que curiosidade!

Basta um segundo para tirar nosso foco do que é mais importante. Basta uma pequena vibração, um toquinho e nossa atenção se volta para o nosso celular. E a pregação? – Nem lembramos mais que estamos dentro da igreja. E a Bíblia? – Ah é! Tem uma no celular também!
Salmo 86:11: “Ensina-me SENHOR, o teu caminho, e andarei na tua verdade; dispõe-me o coração para só temer o teu nome.”

Uma dica prática seria colocar o celular em “modo avião” ou simplesmente, desligá-lo enquanto se está no culto. E fazer como o salmista: pedir a Deus disposição de coração para temer ao Senhor somente. E que Ele nos ensine e nos ajude a usar destes bons artifícios modernos de forma que não desviem nossa atenção em momentos importantes, como o culto.

Sem espaço de armazenamento

Tenho percebido que a internet e os aparelhos eletrônicos são os ladrões que mais têm roubado tempo de nossas vidas. Muitas vezes nos sentimos super atarefadas e parece que os minutos somem diante dos nossos olhos. No fim do dia, ainda temos uma lista imensa de coisas a fazer.

Mas agora, pense no seu dia: Quantas vezes por dia você faz uso da internet? Para que você usa a internet? Quantas vezes checa seu Facebook? Quantos Twitters são mandados por dia? Você consegue ouvir o barulhinho da mensagem que chegou e não checar imediatamente? Você se sentiria satisfeita se passasse o dia todo sem fazer login em suas contas? Ou você se sentiria desconectada e vazia?

As respostas a estas perguntas vão nos ajudar a saber o quão imediatistas nós somos. Elas nos ajudam a saber quão rápido nós servimos a estes dispositivos ao invés deles nos servirem. E isto é muito sério!

Um dia desses, eu estava ouvindo o rádio no carro e passou uma propaganda de uma nova operadora de celular. O grande diferencial do serviço oferecido é uma espécie de seguro que vem junto quando você contrata essa operadora:
• Eles mandam um especialista até sua casa para configurar seu celular;
• Emprestam um aparelho enquanto o seu está no conserto e,
• (Esta é a melhor parte!) Eles buscam seu celular esquecido em casa!!!

Com certeza esta nova operadora vai abocanhar uma fatia do mercado que está descontente com sua operadora atual e que achou muito interessante esta história de nunca ficar sem o celular.
Este serviço oferecido pode nos parecer muito útil, mas analisando mais profundamente, a conclusão é que nós passamos a ser escravos de ferramentas que foram criadas para facilitar nossa vida e serem usadas por nós. Dedicamos tempo, dinheiro e sacrificamos nossos relacionamentos com Deus e com o próximo a fim de cultuar a tecnologia em nossas mãos. Isso é pura idolatria!
Lucas 10:27 “ Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todas as tuas forças e de todo o teu entendimento.”

Pense agora nas respostas que você deu acima em relação à internet e tente fazer um paralelo com este versículo. Quantas vezes por dia você busca a Deus em oração? Quantas vezes no seu dia, as coisas que você vê ao seu redor, te levam a louvar ao Senhor?

Se gastamos boa parte do nosso tempo usando a internet para satisfazer as nossas curiosidades, então deixamos de investir tempo com Deus, tempo em oração e leitura da Palavra. Quebramos o primeiro mandamento e colocamos outros deuses diante de Deus.

Nosso país tem sido agraciado com a tradução de livros muito bons. E temos tido muitos autores brasileiros publicando literatura cristã de boa qualidade também. Mas o tempo de leitura de boa literatura, com mais de 144 caracteres, tem sido mais escasso. Haja vista quando entramos no metrô ou no ônibus, o que vemos são pessoas com suas cabeças baixas checando alguma coisa em seu celular. Ou basta o avião colocar as rodas na pista para as pessoas sacarem seu telefones de seus bolsos e começarem a checar, impacientes para saber se alguém mandou alguma mensagem, ou desejosas de ligar para alguém contando que já aterrissou.

Nosso coração não pode encontrar deleite nas coisas deste mundo, que são passageiras, que traça e ferrugem corroem, sem deixar espaço para nutrir e florescer a Palavra do Senhor. Não podemos deixar com que a internet dite quais imagens e vídeos o nosso coração deve adorar. Este lugar é de Deus e dele somente.

Na real
Tiago 4:8: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós outros. Purificai as mãos, pecadores; e vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração.” Aqui Tiago não está falando para ímpios que negavam a Cristo, mas para crentes no Senhor Jesus que passavam por tentações e muitas vezes deixavam seus corações serem levados para outro lado, longe do Salvador. Eram homens e mulheres inconstantes em seus caminhos.

E assim somos nós muitas vezes, amamos a Deus, mas temos uma mente dividida, inconstante. Deus nos dotou com inteligência e capacidade de criação, por isso, O honramos quando criamos coisas que exaltam Seus atributos. Não podemos deixar que estas coisas criadas por nós tornem-se nossos ídolos e objetos do nosso orgulho. Temos que usar da inteligência que Deus nos deu e o coração guiado pelo seu Santo Espírito para que estas coisas não nos dominem. Pois, o problema não é usar a internet, mas o quanto nosso coração está empenhado em se satisfazer nela; quanto tempo gastamos navegando sem limites, pode ser o problema.

É sabido que o uso devido deste instrumento pode ser de grande valia para a vida da igreja. Vejamos 1 Tessalonicenses 5:8: “Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente…” Medite neste verso e pense no apoio que as igrejas podem dar aos seus missionários, fazendo conferências via Skype e orando junto com eles. Isso em tempos passados não era possível. Precisávamos esperar por cartas com fotos para saber como era o campo missionário e se aquela família precisava de algo em especial.

Outro grande auxílio é o número de recursos para aulas, escolas dominicais e EBFs. Somos servidos e podemos servir compartilhando materiais bíblicos utilizados em nossas igrejas, para que outros irmãos também sejam abençoados com o ensino da Palavra.

A internet não pode ser substituída pela pregação da Palavra e comunhão com irmãos em igrejas locais, mas pode ser o alento de um visitante estrangeiro que busca exortação e conforto na Palavra de Deus ouvindo sermões de sua terra natal. Pode nos edificar com sermões e estudos de crentes firmes na fé, mas que nunca terão oportunidade de vir pregar em nossa igreja local.

A internet pode ser canal de benção para proclamação do Evangelho. Afinal de contas, se muitos usam dela para espalhar mensagens de morte e mentira, nós que conhecemos a Verdade, temos uma mensagem muito mais sublime e majestosa para propagar, a mensagem da vida eterna e plena com Cristo.

Nós que somos crentes eternos não podemos sucumbir aos ídolos modernos. O politeísmo era um problema constante do povo de Deus. Mas não estamos livres disto. Hoje esses ídolos tem uma nova cara, com cores e formatos diferentes, mas ainda continuam encantando os corações do povo eleito.

No entanto, se nossos olhos estiverem fixos naquele que já correu esta corrida e venceu por nós, então nosso foco estará no que é mais importante. E por mais que sintamos que a batalha é dura e nossas forças se esvaiam, podemos todos os dias pedir renovação, fazer um novo download e ter nosso fardo aliviado.

Hebreus 12:2-3: “olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus. Considerai, pois, atentamente, aquele que suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo, para que não vos fatigueis, desmaiando em vossa alma.”

E na eternidade nossa conexão com Ele será perfeita, sem desvio de atenção, sem obstáculos do nosso coração e sem infidelidade. Porque o próprio Jesus nos sustentará em sua graça para que nossa vida com Ele seja de perfeito louvor.

(Natalie Campos)
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sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

VIDA DE ORAÇÃO, VIDA DE COMUNHÃO COM DEUS

“De tarde, de manhã, e ao meio dia, orarei; e clamarei, 
e ele ouvirá a minha voz.” (Salmo 55.17).


Davi era um homem de profunda comunhão com Deus. Davi orava. Neste verso, nós notamos o quanto para ele era importante buscar e manter comunhão com o Pai, estar diariamente em Sua presença através da oração.

Davi buscava sistematicamente a Deus, armazenando assim, forças para enfrentar os desafios que apareceriam em sua frente.

Davi cedo aprendeu o conselho aos hebreus: “Aproximemo-nos do trono da graça com toda confiança, para que recebamos misericórdia e encontremos graça, a fim de sermos socorridos no momento oportuno.” (Hebreus 4.16).

Quando as necessidades surgiram, Davi não duvidou daquilo que Deus poderia realizar. Porque em sua maratona diária na busca por Deus, ele aprendeu a conhecer ao Deus Todo-Poderoso e a confiar Nele para ajudá-lo e guardá-lo.

Nos dias em que vivemos, constatamos o quanto tem sido desvalorizada ou renegada a vida devocional diária.

Há pessoas que raramente oram; algumas costumam orar na hora das refeições e ao deitar-se; outras somente oram nos momentos de crise.

Quem não possui uma vida de comunhão com Deus, por certo não está preparado, principalmente espiritualmente para enfrentar as dificuldades e as crises que a vida apresenta, as quais em sua maioria chegam de forma inesperada.

Muitas são as pessoas abaladas pelas tempestades desta vida; e muitos os relacionamentos que são esmagadas pelas lutas e tribulações. Entretanto, há aqueles que apesar das adversidades se mantém firmes; isto se deve ao amor que nutrem por uma vida de oração, fazendo da comunhão com Deus prioridade.

Desta forma ao se defrontarem com o adversário, com as lutas, podem até sofrer, mas enfrentam as pelejas com coragem, ânimo e fé.

Creio firmemente que as orações possuem o poder de mudar situações, mesmo aquelas consideradas impossíveis.

Que venhamos a cultivar esse hábito tão necessário e que ele se torne natural em nossa vida

(Pr. Silvio Correa Coelho)

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quinta-feira, 17 de dezembro de 2015

QUAL A FORMA ADEQUADA DE ORAR?

É melhor orar em pé, sentado, ajoelhado ou de cabeça baixa? Minhas mãos devem estar abertas, fechadas ou em direção ao céu? Meus olhos devem estar fechados quando eu oro? É melhor orar na igreja ou ao admirar a natureza? Devo orar de manhã quando acordo ou à noite antes de ir dormir? Há certas palavras que devo dizer em minha oração? Como começo a minha oração? Qual o método certo de terminar uma oração? Essas perguntas, e outras, são perguntas comuns que recebemos sobre oração. Qual a forma adequada de orar? Essas coisas realmente importam?

Muito frequentemente oração é vista como uma espécie de “fórmula mágica”. Se você não diz exatamente o que deve dizer, ou orar na posição certa, Deus não vai escutar ou responder a sua oração. Isso não é bíblico de forma alguma. Deus não responde as nossas orações baseado em quando oramos, onde estamos, a posição dos nossos corpos, em que ordem fazemos nossas orações. 1 João 5:14-15 nos diz: “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos”. Semelhantemente, João 14:13-14 declara: “E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei”. De acordo com essas e muitas outras passagens, Deus responde nossos pedidos de oração baseado em se pedimos de acordo com Sua vontade e no nome de Jesus (para trazer glória a Jesus).

Então, qual a forma adequada de orar? Filipenses 4:6-7 nos diz: “Não andeis ansiosos de coisa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o vosso coração e a vossa mente em Cristo Jesus”. A forma adequada de orar é derramar seu coração a Deus. Seja honesto e aberto com Deus, já que Ele conhece você melhor do que você conhece a si mesmo. Apresente suas súplicas a Deus, mas lembre-se que Deus sabe o que é melhor e não vai conceder um pedido que não é a Sua vontade para você. Expresse seu amor, gratidão e louvor a Deus em oração, mas não se preocupe em ter as palavras corretas para dizer. Deus está mais interessado no conteúdo do seu coração do que na qualidade de suas palavras.

O mais perto que a Bíblia chega de dar um “modelo” para oração é na oração do Pai Nosso em Mateus 6:9-13. Por favor entenda, no entanto, que o Pai Nosso não é uma oração que devemos memorizar e recitar a Deus. É um exemplo de coisas que devem fazer parte da oração – louvor, confiança em Deus, pedidos, confissão, proteção, etc. Ore pelas coisas que são mencionadas no Pai Nosso, mas use suas próprias palavras e “personalize” suas orações de acordo com sua caminhada com Deus. O método apropriado de orar é expressar seu coração a Deus. Sentado, em pé, ajoelhado; mãos abertas ou fechadas; olhos abertos ou fechados; na igreja, em casa, lá fora, de manhã ou de noite – isso é tudo secundário, sujeito à preferência e convicção pessoais e o que é apropriado para aquela ocasião. O desejo de Deus é que oração seja pessoal e uma verdadeira conexão entre nós e Ele.
(Got Questions Ministries)

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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

ALIMENTANDO NOSSA FÉ EM DEUS

A fé é a condição de toda a vida espiritual, tanto para entrar como para dar os passos necessários para avançar nela. Convém-nos, portanto, fazer tudo para dar-lhe toda nutrição e cuidado possíveis. A fé, quando fortalecida e alimentada, certamente crescerá. Contudo, a forma como cresce e as condições para isso podem ser exatamente opostas ao nosso modo de pensar.

Normalmente, supomos que a fé é fortalecida por receber grande encorajamento, como quando obtemos respostas rápidas e abundantes às orações, experimentamos elevados graus de alegria ou recebemos profundas visões das coisas celestiais. Na realidade, essas coisas não fortalecem nossa fé tanto quanto imaginamos. Nossa fé deve ser alimentada pelas promessas de Deus, contidas na sua Palavra escrita.

Quando Deus primeiro chamou Abraão, ele inundou sua alma com uma porção de promessas. Falou com ele dos céus estrelados, do solo de Canaã por onde andava, pelas visitas de anjos e pelo Espírito Santo nas profundezas do seu ser. Abraão viu grandes coisas, possibilidades tremendas para si mesmo e para sua posteridade. Sua alma bebeu essas promessas até que sua fé se tornou ampla e poderosa, e isso antes que uma sequer delas se cumprisse.

Deus trata com as pessoas hoje de forma semelhante. Quando chama alguém para um nível mais alto de perfeição ou serviço, ele começa abrindo as promessas da sua Palavra e as possibilidades que podem ser alcançadas, antes mesmo que haja qualquer sinal exterior do seu cumprimento. O coração que se firma nas promessas de Deus até que elas se tornem tão reais quanto o próprio Deus – esse terá, de fato, uma grande fé.

Uma outra fonte de nutrição para a fé é a remoção de apoios naturais e humanos. Naturalmente, apoiamo-nos em muitas coisas na natureza, na sociedade, na igreja e nos amigos, muito mais do que temos consciência. Achamos que nos apoiamos somente em Deus e nem imaginamos o quanto dependemos de outras coisas – até que as perdemos. Se não fossem removidas, continuaríamos enganando a nós mesmos, pensando que dependemos de Deus em tudo. Mas Deus pretende concentrar nossa fé somente nele, através de remover todas as outras bases, desligando-nos dos nossos outros suportes, um após o outro.

Muitas pessoas não conseguem suportar essa total demolição de apoios secundários. É mais do seriam capazes de aguentar. Reagiriam com rebelião ou amargura e, por isso, Deus permite que tenham uma fé imatura e que ainda dependam, em alguma medida, de outras coisas.

Porém, para aqueles que têm capacidade de suportar o desgaste e a tensão da fé, ele permite toda sorte de desapontamentos: a morte de grandes esperanças, a perda de amizades terrenas ou a destruição de propriedades e bens, enfermidades e fraquezas diversas no corpo ou na mente, desentendimentos com familiares e amigos. Isso acontece ao ponto da paisagem espiritual se assemelhar a um deserto ou a uma região varrida por furacões, compelindo a pessoa a se refugiar somente em Deus.

Enquanto esses apoios secundários estão sendo removidos, a pessoa não percebe o que está acontecendo no seu interior. Só depois é que descobrirá que a fé cresceu e se expandiu com cada onda que se lançou contra ela. A fé cresce quando menos esperamos. Tempestades e dificuldades, tentações e conflitos, são seu campo de operação. Como o petrel (ave oceânica semelhante ao albatroz), a fé possui um gozo sobrenatural no furor da tempestade e no estrondo das ondas.

A fé não só é alimentada pela remoção dos apoios terrenos, mas também pela retirada aparente da consolação divina. A resposta à nossa oração parece demorar demais e a fé é testada até o último ponto. Parece que o Senhor se virou contra nós e tudo que podemos fazer é continuar nos agarrando com o grito envergonhado de “Senhor, ajuda-me!”

Mesmo aí a fé está se expandindo e crescendo além do que podemos imaginar, pela própria extensão da demora em chegar a resposta. Quanto mais o Senhor demorava em atender à oração da mulher siro-fenícia, mais a sua fé foi purificada, mais se intensificou. Grandes demoras servem para purificar nossa fé até que tudo que é inconstante, efêmero e impulsivo seja expurgado, nada deixando além da própria fé.

FÉ ACENDE FÉ 

Outra forma de alimentar a fé é aprender sobre a fé de outras pessoas e meditar sobre isso. Leia as biografias daqueles que foram severamente provados e que creram em Deus apesar de todas as circunstâncias contrárias. Fé acende fé. Compreender como Deus lidou com outras pessoas capacita-nos a interpretar os tratamentos dele em nossa vida. Nossa fé é inspirada mais ao sabermos das provações dos santos na Bíblia do que por ouvir sobre acontecimentos mais fácies e agradáveis.

Ainda outro meio de fortalecer a fé é a estratégia de Deus na qual ele constantemente troca os canais que trazem sua bênção providencial para nós. Quando a provisão de Deus vem da mesma maneira durante um certo período de tempo, inconscientemente fixamos nossa confiança no canal mais do que na fonte invisível.

Quando Deus dava água para o povo de Israel no deserto, às vezes vinha da rocha, outras vezes de um poço cavado na areia seca (ver Nm 21.16-18). Quando Deus nos envia refrigério espiritual, ele geralmente muda as circunstâncias ou canais de tempos em tempos. O mesmo ocorre com sua provisão material. Ele não quer que nos prendamos a qualquer meio ou fenômeno em particular. Nossa fé precisa ser ligada a ele mesmo e não ao seu modo de fazer as coisas. Por essa razão, ele muitas vezes desapontará as nossas expectativas baseadas em provisões anteriores e revelará seu favor de maneiras novas, usando canais diferentes e surpreendendo-nos com sua grande e criativa sabedoria.

Dessa forma, nossa fé vai se fortalecendo com os desapontamentos visando chegar a tal nível de união com Deus que não olhará mais para pessoas ou coisas ou meios ou canais anteriores ou circunstâncias ou determinadas atitudes mentais ou reuniões ou conjuntos de sentimentos ou momentos ou épocas especiais. Uma fé fortalecida se mantém desprendida de tudo isso e depende somente de Deus. Este nível de fé jamais poderá ser desapontado ou abalado, pois não espera nada a não ser aquilo que Deus deseja, e não procura nenhum meio especial a não ser a infinita sabedoria divina. Sua expectativa está somente em Deus.

EMPECILHOS À FÉ

A incredulidade do coração humano surpreendia e chocava Jesus a todo momento. Feria sua natureza sensível constantemente.

Um empecilho à fé é olhar para as circunstâncias e não para as promessas imutáveis de Jesus. Quando Pedro andou sobre a água e, de repente, começou a afundar-se, Jesus disse: “Homem de pequena fé, por que duvidaste?” (Mt 14.31). Pedro podia fixar sua atenção em uma de duas alternativas. Uma era a ordem “Vem”, dita pelo Salvador. A outra era as ondas do mar.

Pedro não era uma pessoa sem fé, pois foi ele mesmo que pediu ao Senhor para chamá-lo a andar na água. Ele tinha uma inclinação interior para sair e andar em direção a Jesus, mas desejava a autoridade da palavra do Mestre como uma tábua sob seus pés, autorizando-o a fazê-lo. Aquele sublime toque interior, que fora gerado por Deus, não perdeu sua força até que seus olhos foram desviados para se impressionarem com o perigo das ondas.

Aqui está o conflito que ocorre em cada vida: escolher entre o toque do Espírito no interior para confiar em Deus sem reservas e a influência dos sentidos que contemplam a instabilidade das coisas exteriores. É uma batalha entre a verdade invisível e a sombra visível, a estabilidade da rocha e o movimento do mar. A aparência das ondas e o significado da palavra “vem” estavam diretamente em contradição um ao outro, na percepção da razão humana.

Durante todos os séculos, as ondas nunca deixaram de afogar, porém, por outro lado, a palavra de Deus nunca deixou ninguém na mão. Aqui estavam duas forças invariáveis que se opunham uma à outra. A única pergunta era: qual das duas era mais forte? Qual lei teria a preeminência – a da gravidade natural ou a da palavra de Deus? A palavra “vem” nos lábios de Jesus tinha mais autoridade do que toda a imensidão das ondas e do mar, pois foi o poder da simples palavra em sua boca que colocou todos os oceanos em movimento. A água tinha a aparência de poder, mas na palavra de Jesus estava o verdadeiro poder.

Grande parte da nossa vida é ilustrada por esse incidente. Vivemos num mar em movimento. Vez após vez, enfrentamos a alternativa de confiar na aparência das coisas ou na verdade invisível de Deus. Se ouvirmos o assobio dos fortes ventos, a voz onipotente de Jesus ensurdecerá. Se olharmos às cristas embranquecidas das ondas gigantes, não conseguiremos ver as mãos estendidas de Jesus. Cada um precisa chegar individualmente a uma decisão firme e irreversível sobre o que é realidade, a onda ou a palavra, e se ligar à verdade imutável.

Outro empecilho à fé é receber honra dos homens. Jesus pergunta a cada um de nós: “Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros, e contudo não procurais a glória que vem do Deus único?” (Jo 5.44). Não é uma questão de buscar honra, mas de recebê-la, isto é, abrindo o coração para receber elogios, lisonjas ou fama humanos. Isso se opõe totalmente ao repouso da alma em Deus.

Receber honra dos homens é uma grande virtude aos olhos do mundo, mas esse é um exemplo em que aquilo que é altamente valorizado pelos homens é uma abominação ao Senhor (Lc 16.15). Pode não ser muito evidente, à primeira vista, que receber honra do mundo impede verdadeira fé em Deus. Um pouco de reflexão, porém, nos mostrará que receber honra dos homens é uma forma insidiosa, sutil e maligna de idolatria. Contém um elemento de temor ao homem e, também, de culto ao homem. É uma forma traiçoeira de colocar o “eu” no lugar de Deus. Implica que nossa principal felicidade vem do homem. Isto é ignorar a verdadeira fonte da alegria e tentar cavar cisternas rotas (Jr 2.13).

Essa consideração do homem, esse temor ou bajulação do homem, esse apego à posição e à preeminência, cortam nossa dependência de Cristo, desviam nossa confiança para outro objeto e destroem a verdadeira fé.

Outro empecilho à fé é o baixo nível de fé daqueles que estão ao nosso redor, especialmente daqueles que ocupam posições de grande destaque na igreja visível. Nos dias de Jesus, perguntaram: “Porventura creu nele algum dentre as autoridades, ou algum dos fariseus?” (Jo 7.48).

A grande massa de cristãos nominais hoje se encontra num estado tão imaturo de graça que jamais teria a coragem ou a independência de se arriscar sozinha e confiar ousadamente em Deus a despeito da frieza e indiferença daqueles que estão em posição de autoridade espiritual. Como é comum, em todas as épocas, as pessoas encarregadas de dirigir os assuntos da igreja, a sua instrução e economia, carecerem de fé viva e ativa em Deus!

Fé acende fé. Santidade fervorosa inspira outros a buscarem a mesma coisa. Santos se multiplicam em grandes avivamentos. No mundo, grandes autores surgem em bandos. O mesmo ocorre com inventores. Na história da igreja, houve épocas quando santos apareciam em constelações. Precisamos ser despertados por grandes pessoas de fé, mas tomemos cuidado para não nivelar nossa confiança ao grau inferior da multidão de crentes vacilantes e cépticos ao nosso redor.

Talvez o maior impedimento à fé seja a falta de consagração pessoal a Deus. Aprendemos no capítulo 12 de Hebreus que, para olhar firmemente para Jesus, o “Autor e Consumador da fé”, devemos desembaraçar-nos de “todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia”. Enquanto houver falhas na nossa consagração, haverá falhas correspondentes na nossa fé.

Podemos confiar em Deus somente na proporção em que somos entregues a ele. Seu risco no banco é limitado ao valor do seu depósito. Consagração nos posiciona numa base de confiança. Consagração é cortar as cordas que nos prendem à terra, enquanto fé é nos lançar no mar. A verdadeira pergunta não é por que confiar tudo a Deus, mas por que duvidar dele em qualquer coisa que seja.

Suas promessas já foram quebradas? Ele já nos desapontou ou nos enganou? É verdade, ele muitas vezes prova nossa fé, mas no último momento, na pior extremidade, sua infinita misericórdia e provisão sempre chegaram. O final de muitos salmos na vida tem sido: “Bem-aventurados são todos os que colocam sua confiança nele!”

  (G. D. Watson)
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domingo, 13 de dezembro de 2015

DIA 16 DE DEZEMBRO, 13H - Sua presença é indispensável!

Prezadas Mães Unidas em Oração,

A paz do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Abaixo está o convite recebido para participarmos da Reunião Mensal do DEFE que acontecerá na próxima quarta-feira, dia 16 de dezembro, às 13h, conforme convite abaixo!

Dia: 16 de dezembro
Horário: 13h
Local: Av. Marechal Floriano 143 – 4º andar – Centro do Rio de Janeiro

Com FÉ-CORAGEM-PERSEVERANÇA, n’Ele, somos...

Sueli Francinete dos Santos Campista
Secretaria Geral de MIPI-BR


sábado, 12 de dezembro de 2015

COMO LEVAR MEUS FILHOS A CONHECEREM O SENHOR?

O primeiro passo aqui é compreender humildemente a verdade de que, a rigor, nós não podemos levar nossos filhos ao Senhor. Nenhum ser humano pode levar outro ser humano a Jesus Cristo. Somente o Espirito Santo pode fazer esta obra divina e misteriosa (comparar com João 3:8). O Mestre disse. “Nenhum homem pode vir a mim se O PAI que me enviou NÃO O TROUXER…” (Jo 6:44 comparar com versículo 45). O Pai. pela irresistível obra do Espírito Santo, leva as crianças a conhecerem o Seu Filho. “…Eu salvarei teus filhos.”

Seria sábio da nossa parte aceitar isto bem cedo na nossa experiência de pais. A capacidade de Deus é absolutamente ilimitada. Ela é sobrenatural. Ele pode fazer com facilidade o que nós, com muito esforço, não conseguimos fazer – ” ..as coisas impossíveis para os homens SÃO POSSÍVEIS PARA DEUS” (Lc 18:27; comparar com Mc 10:27; Lc 1:37). En­quanto pensamos no finito, permane­cemos presos no lamaçal da razão carnal e da persuasão humana, lutando para des­cobrir uma maneira de levar nossos filhos a Jesus com nossas próprias forças. Nós nem estamos na corrida quanto menos podemos vencê-la. E o que é pior, os nos­sos fúteis esforços humanos só dão mais trabalho para Deus. Ele tem que gastar Seu precioso tempo desfazendo o que nós fizemos com nossa própria sabedoria.

Há, entretanto, certas coisas que podemos fazer para ajudar a Deus na Sua soberana obra de trazer nossos filhos para um conhecimento salvifico de Jesus Cristo. Aqui estão algumas delas.

DÊ UM BOM EXEMPLO

“Sê tu um padrão dos fiéis, na palavra, no procedimento, no amor, na fé, na pu­reza” (1 Tm 4:12). Esta é, de longe, a mais eficiente maneira de ajudarmos o Espirito Santo a levar nossos filhos a Deus, isto é,fazendo das nossas próprias vidas um bom exemplo.

F. M. Huizenga escreveu: “Pais sinceros estão conscientes do fato de que em todo momento que estiverem juntos com seus filhos, eles os estão treinando para a vida. Eles treinam pelo exemplo, caráter, vida, bem como pelas palavras que falam. Palavras e expressões casuais, acidentais e sem cautela causam uma impressão tão profunda e permanente quanto as palavras ditas deliberadamente para influenciar uma criança.

“Os pais não podem esperar exercer, sobre uma criança, uma influência que seja superior ao seu próprio caráter. Os seus filhos verão muito além do seu disfarce. Eles o conhecem como você é. Eles seguirão o seu exemplo real. Será impossível esconder o seu ego. crenças e convicções reais e verdadeiras. O treinamento da criança deve começar com o seu próprio treinamento…”

Palavras mais verdadeiras do que estas nunca foram escritas e nem foi dado conselho melhor. Pai cristão, você está realmente falando sério sobre o desejo de seus filhos serem salvos” Você quer mes­mo que eles conheçam o Senhor e cum­pram a Sua vontade? Então ouça isto novamente:

“Os pais não podem esperar exercer, sobre uma criança, uma influência que seja superior ao seu próprio caráter…O treinamento da criança deve começar com o seu próprio treinamento.”

Isto é, em resumo, “o que o Espírito diz” aos pais. Os jovens precisam deses­peradamente de uma demonstração de vida da realidade de Jesus Cristo em, pelo menos, um dos pais, e não meramente de um dogma religioso que se impõe sem explicações, e que se torna ineficaz por causa de uma vida hipócrita. E a santificação dos pais e não a sua religiosidade que convence a criança. A realidade influencia muito mais do que a religiosidade.

Vidas abundantes levam os jovens à conversão: palavras comuns e vazias só trazem confusão e fracasso espiritual. O que nós somos diante dos nossos filhos, e não simplesmente o que dizemos, é que deixa a última impressão cm suas mentes. Não pare de proclamar Cristo para seus filhos; tome posse da Sua vida para que eles possam vê-lO em realidade.

A verdade é que muitos pais querem que seus filhos sejam melhores do que eles próprios são. “Desperdiçamos” o tempo de Deus orando para que nossos filhos se tornem o que nós mesmos nos recusamos a ser. Aceitamos ser salvos “ainda que pelo fogo”, mas ao mesmo tempo oramos para que os nossos filhos sejam vencedores e “discípulos verdadei­ros” (Jo 8:31-32). Vivemos na carne es­perando inutilmente que os nossos filhos, de alguma maneira, herdem de nós a es­piritualidade. Servimos aos ídolos no co­ração assim como Acabe, e ao mesmo tempo esperamos inutilmente por uma “porção dobrada” do espírito de Elias so­bre os nossos filhos.

Precisamos parar com isso! Tentar inculcar interesses espirituais em nossos filhos enquanto nós mesmos mantemos e alimentamos interesses mundanos não funciona. Se nós, os pais, queremos filhos espirituais, teremos de ser pais espirituais. A imutável lei de Deus é que tudo produza “segundo a sua espécie”, física e espiritualmente, “…a sabedoria é justificada por TODOS os seus filhos” (Lc 7:35). Nós devemos ser o que desejamos que os nossos filhos sejam. Se nos recusamos a elevar o nosso padrão de vida para o nível que Deus espera de nós, então é melhor abaixar a nossa expectativa com relação aos nossos filhos. Eles não serão melhores do que o exemplo que nós lhes dermos. Jesus ensinou: “O discípulo não está acima do seu mestre…” (Mt 10:24).

LEIA A BÍBLIA PARA SEUS FILHOS

A Bíblia é a única semente que, com certeza, produz o “fruto do Espírito”, se plantada adequadamente no coração humano. Não o conselho de psicólogos, as belas palavras de poetas e autores, os dizeres de homens sábios, ou de outros, mas a pura Palavra de Deus. Deus disse: “Porque assim como descem a chuva e a neve dos céus e para lá não tornam sem que primeiro reguem a terra e a fecun­dem e a façam brotar para dar semente ao semeador e pão ao que come …ASSIM SERÁ A PALAVRA QUE SAIR DA MI­NHA BOCA; NÃO VOLTARÁ PARA MIM VAZIA; MAS FARÁ O QUE ME APRAZ, E PROSPERARÁ NAQUILO PARA QUE A DESIGNEI” (Is 55:10-11).

A Palavra de Deus é a única semente que produz vida eterna – “FOSTES RE­GENERADOS, não de semente cor­ruptível, mas de incorruptível, MEDIAN­TE A PALAVRA DE DEUS…” (I Pe 1:23; comparar com 1 Ts 2:13). Se você quiser uma colheita de salvação você deve plantar a semente de salvação, pois cada plantação é pré-determinada por sua se­mente.

A Palavra deve ser lida em voz alta para as crianças desde cedo na vida delas e numa base diária.

Deus disse: “Ensina a criança no ca­minho em que deve andar e ainda quando for velho não se desviará dele” (Pv 22:6). “Uma criança” isto é, ensinar seus filhos desde cedo, enquanto eles ainda são impressionáveis, despoluídas de filosofia, psicologia, crenças populares ou falsas religiões. Jesus disse: “Deixai vir a mim os pequeninos…” (Mc 10:14). “Pequeninos”, da infância até a adoles­cência, beneficiam-se imensamente só de ouvir a Palavra de Deus.

As criancinhas podem ser acalmadas e abençoadas simplesmente por ouvir as Escrituras, mesmo que seja através de fi­tas, Dvds... Crianças (de 3 a 5 anos) podem ouvir a leitura das Escrituras enquanto brincam em silêncio em seus quartos; mesmo quando elas derem a impressão de não estar prestando aten­ção, as poderosas palavras de Deus terão um bom efeito sobre os seus espíritos. Quando elas ficarem mais velhas, a leitura deve ser acompanhada de explicações perguntas e respostas. É importante nessa fase que elas não somente ouçam a Palavra mas entendam o seu significado.

Devemos ensinar a Bíblia para as nossas crianças se quisermos reivindicar a promessa de Deus de dar-lhes “grande paz” (Is 54:13). Antes que Ele prometes­se “será grande a paz de teus filhos”. Ele primeiramente requereu: “Todos os teus filhos serão ensinados do Senhor” (Is 54:13. comparar com Dt 6:6-7).

Esta leitura bíblica deve ser feita du­rante um curto período de tempo todo dia (10 a 20 minutos) Os cristãos em geral erroneamente subestimam a força espiri­tual por detrás da leitura da Bíblia. A Bí­blia é sobrenatural no seu poder e eterna na sua influência. Ela gera vida e produz interesse em Jesus Cristo. Através dela o Criador decreta: “Haja…”, causando uma “gênese” espiritual nas almas dos homens.

Se nós lermos a Palavra de Deus dia­riamente para os nossos filhos, Deus fará com que, no devido tempo, cada semente preciosa da palavra germine e produza fruto, fruto eterno. Para os olhos naturais, esta leitura, este “trabalho de amor” pode parecer ser uma completa perda de tempo. Mas é só esperar. Dê tempo para a semen­te de Deus funcionar. Um fazendeiro sábio dá tempo para a semente germinar. Devemos fazer o mesmo. “…O reino de Deus é assim como se um homem lanças­se a semente à terra, depois dormisse e se levantasse, de noite e de dia. e a semente germinasse e crescesse, não sabendo ele como…”(Mc 4:26-27).

O fazendeiro sábio planta a boa se­mente em seu campo e confia em Deus para a mistura certa da chuva e dos raios solares para produzir sua colheita; o pai sábio planta a Palavra de Deus no coração do seu filho e confia em Deus para a mis­tura certa das circunstâncias externas com a obra interna do Espírito Santo para produzir a salvação. Se persistirmos na leitura diária da Bíblia, um dia. para a nossa surpresa, os nossos filhos dirão: “O que devo fazer para ser salvo?”

Uma palavra de precaução aqui. Quando as crianças se tornam adolescentes ou jovens adultos, devem ser tratados de maneira diferente. Nunca tente pressioná-los ou manipular uma situação de maneira que sejam expostos à pregação, ao ensinamento da Bíblia, à música evangélica, etc., contra a sua vontade. A intromissão espiritual é satânica. Isto só provoca rebelião contra as coisas de Deus e atrasa a oportunidade de Deus operar nas almas. Se você perdeu os anos tenros dos seus filhos, agora terá que aceitar o fato. Deus pode trabalhar de outras maneiras para atraí-los a Si.

MOSTRE AUTORIDADE E AMOR

A mistura apropriada da chuva e dos raios solares torna as plantas saudáveis, e a mistura apropriada da autoridade e do amor dos pais torna as crianças saudáveis; “Que nossos filhos sejam, na sua mocidade, como plantas viçosas…” (SI 144:12). Devemos ser firmes e amáveis. A nossa autoridade de pais deve refletir a autoridade de Deus. e o nosso amor, o Seu amor. “…Como Ele é, também nós somos neste mundo”, e “como Ele é” nós também devemos ser em nossos lares (I Jo 4:17).

Deus é firme mas terno. Ele é imu­tável, porém é compreensível e não leva em conta muitas coisas. Ele é forte, po­rém misericordioso, reto mas nunca se­vero. Assim é o nosso maravilhoso Pai celestial. Nós devemos “considerá-lo atentamente” (Hb 12: 3), tanto nas Es­crituras como no Seu tratamentos conos­co, até que tenhamos um claro enten­dimento da Sua disciplina e bondade. O Seu trato para conosco deve servir de pa­drão para o trato com nossos filhos. De­vemos treiná-los como Ele nos treina.

O nosso objetivo como pais deve ser “imitá-lo em todas as coisas” e nos tor­narmos “perfeitos e completos, sem faltar nada”, que possamos consistentemente imitar a constância moral do Pai celestial e a flexibilidade amável e gentil do Espí­rito Santo.

Devemos tanto comandar como con­fortar. Quando for necessário, devemos “exigir o cumprimento das regras” e de­cretar um imutável “não”, e, pacien­temente, aceitar a desaprovação tem­porária dos nossos filhos, porém, sempre que for possível, devemos abrir exceções, compartilhar alegrias e interesses, e gas­tar tempo e dinheiro mais livremente. Eles devem ver que não nos prostramos diante dos malfeitores poderosos e nem comprometemos as nossas convicções vi­sando vantagem própria: e ao mesmo tempo eles devem ver que nós perdoamos os nossos ofensores e que não guardamos rancores, preconceitos ou mágoas.

Em resumo, devemos ser, ao mesmo tempo, o legislador e o Filho da Graça em nossos lares, isto é, Moisés e Jesus numa mesma pessoa. Isto é bastante impossível no plano natural, mas não em Cristo, não quando estamos totalmente entregues ao Espírito de Cristo. NEle, nós podemos fa­zer “todas as coisas” (Fp 4:13). Sua sabe­doria, Sua graça, Sua força moral, Sua paciência, Seu discernimento, todas estas “graças” são mais do que suficientes para as nossas obrigações de pais. “…A MI­NHA GRAÇA TE BASTA…” (2 Co 12:9).

INTERCEDA PERSISTENTEMENTE

Jesus ensinou: “Se permanecerdes em mim e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que quiserdes e vos será feito” (Jo 15:7). Faça desta grande promessa a sua tônica na sua interminá­vel canção de oração por seus filhos. E acrescente ainda isto: “Deleita-te também no Senhor e Ele fará o que deseja o teu coração” (SI 37:4). Estas duas notas deixarão você em harmonia, em “comum acordo” com o céu. Deus sabe que você quer que seus filhos se convertam. Esta e a vontade dEle também. Pois Ele “não quer que nenhum pereça senão que TODOS CHEGUEM AO ARREPENDI­MENTO” (2 Pe 3:9: comparar com 1 Tm 2:3-4).

Por isso ore constantemente, todos os dias, de acordo com estas linhas. Estabeleça um hábito persistente de orar. “Orai sem cessar” (1 Ts 5:17: comparar com Lc 18:1-8; 11:5-10). Quando voce vê Deus trabalhando, ore: quando nada parece estar acontecendo, ore: quando os problemas vierem, ore mais: quando res­postas satisfatórias se manifestarem, agradeça e louve a Deus e volte a orar. Ore com fé, crendo que Deus o ouviu. “Tudo quanto EM ORAÇÃO pedirdes. CREDE QUE RECEBESTES, e será as­sim convosco” (Mc 11:24; compare com 1 Jo 5:14-15: Dn 10:12-14). Ore “de acordo com a Sua vontade”, para que os seus filhos possam “conhecê-lo″ e cum­prir o propósito da sua criação.

E quando você orar, tenha em mente que o seu relacionamento pessoal com Jesus Cristo é a chave para a eficácia das suas orações. Jesus prometeu que a oração seria respondida, mas somente sob as condições claramente declaradas. “SE PERMANECERDES EM MIM E AS MINHAS PALAVRAS PERMANECE­REM EM VOS…”, estas são as condições de Deus, “DELEITA-TE NO SENHOR…” estas também são as Suas condições. Honre as condições de Deus e Ele hon­rará cada uma das suas petições. Menos­preze Suas condições e Ele menosprezará os seus fervorosos pedidos.

É tão simples e decidido quanto isto. “…aos que me honram, honrarei, porém os que me desprezam, serão desmere­cidos” (I Sm 2:30). As Escrituras não nos dão nenhum respaldo no sentido de que Deus salvará os nossos filhos se nós nos recusarmos a permanecer íntimos da videira. Deus abençoou Samuel porque Ana colocou a sua confiança nEle. Ele salvou a casa de Lídia porque Ele a julgou “fiel ao Senhor” (At 16:14-15). Ele converteu a família do carcereiro de Filipos porque ele se humilhou grande­mente e abriu a sua vida para Deus (At 16:27-34).

FALE QUANDO DEUS DIRIGIR

A direção do Espirito é necessária se quisermos cooperar com Deus para atrair os nossos filhos para Si. “Pois todos que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” (Rm 8:14). Dar um bom exemplo significa ganhar o respeito dos nossos filhos: e depois, o testemunho cristão eficaz completa a obra. Mas devemos aprender a falar “na hora certa”, “…uma palavra falada no seu tempo certo, quão boa é” (Pv 15:2.3).

“O Senhor Deus me deu língua de eruditos para que eu saiba dizer boa palavra ao cansado (Is 50:4). O testemunho cristão, o nosso testemunho com palavras, só é eficaz quando o Espírito de Deus está trabalhando na vida do ouvinte. De outra forma, as nossas palavras vão cair em ouvidos surdos e não produzem fruto.

Jesus nunca falou para as pessoas fora de hora. Ele esperava até que Seu Pai abrisse uma “porta para falar” em alguma alma madura, tal como a mulher do poço ou Zaqueu ou ainda o cego que foi expulso da sinagoga. Só então Ele falava. Ele sempre expunha a palavra “conforme o permitia a capacidade dos ouvintes”(Mc 4:3.3; comparar com Jo 16:12). Quando Ele percebia que Seu Pai não havia preparado uma alma para ouvir. Ele aceitava o falo e esperava, sabendo que era possível orar com eficácia mesmo quando era impossível falar eficazmente;

“…Eu roguei por ti…” (Lc 22:31-32; comparar com Hb 7:25). Nós achamos que sempre devemos falar às almas, mas Jesus sabia melhor. Ele falava somente quando o Espírito dirigia.

Como nós saberemos quando Deus quer que falemos aos nossos filhos sobre Ele? Ele os fará perguntar. Quando eles nos perguntarem sobre o Senhor, então sim devemos falar-lhes sobre Ele. Até então, devemos orar, esperar e “estar prontos”, “…estando sempre preparados para responder a todo aquele que vos pedir razão da esperança que há em vós…” (I Pe 3:15).

Quando Deus deixar você falar, continue até perceber que seus filhos ouviram o suficiente. Quando o ponto de saturação for alcançado, seja sensível ao Espírito e aceite. Mude a conversa para outras coisas. Recomece dando um bom exemplo e orando, e espere pacientemen­te por sua próxima oportunidade. Ela virá. Não tente estender a conversa; não pressione e nem force as coisas.

Seja sábio e coopere com o Espírito Santo. Quando Ele mover seu filho e criar interesse em Deus, fale; continue enquanto Ele estiver operando: pare quando Ele se afastar deles. Lembre-se: Ele é quem está fazendo a obra: você está apenas ajudando. Ele pode usar um outro porta-voz para converter seu filho se Ele quiser. Deus sempre responde às orações mas nem sempre da maneira que nós achamos.

ESPERE PACIENTEMENTE

“…Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra…sede vós também pacientes…” (Tg 5:7-8). Finalmente. “Sede vós também pacientes” com seus filhos e com Deus. Levou tempo para fazer você querer ouvir o evangelho, não levou? Então seja paciente com seu filho. E aprenda a dar “espaço” para Deus. Leva tempo para lançar um fundamento adequado para uma casa. Dê ao Mestre de obras o tempo que Ele precisa para escavar do fundo e lançar um alicerce de “arrependimento do qual não se pode voltar atrás” no coração do seu filho. Leva tempo para preparar um terreno virgem para receber a semente. Dê ao Lavrador, tempo suficiente para tirar todas as raízes e pedras fora do caminho, e para arar o coração do seu filho até que ele esteja quebrantado e contrito em relação a Ele.

Este é o ponto onde muitos pais fracassam. Eles vão bem por algum tempo mas simplesmente desistem por causa da quantidade de tempo envolvido neste processo. Ficam impacientes e, ou convencem seus filhos a fazerem um compromisso prematuro com Cristo, o qual é temporário e sem sentido, ou eles desistem completamente e param de orar e esperar pela conversão dos seus filhos.

Outros pais entretanto, permanecem firmes na fé. Através de amor, fé e paciência, eles se agarram em Deus e em seus filhos até que um genuíno nascimento espiritual ocorra,
 “…daqueles que, pela fé e longanimidade, herdam as promessas” (Hb 6:10-12). Sua recompen­sa é “o precioso fruto da terra”, isto é, um filho ou uma filha profundamente convertido, de agora em diante seu amigo espiritual e ajudador na fé (comparar com SI 127:3-5).

Se você falhou ou cometeu erros graves como pai até agora, não se desespere. A corrida ainda está diante de você e há tempo para mudar. Comece onde você está hoje. Confesse seus peca­dos a Deus e peça-lhe que lhe dê oportu­nidades para redimir-se como pai. Não deixe de aproveitar cada oportunidade depois disto. Seja um bom exemplo ago­ra, ore persistentemente agora, deixe Deus guiar o seu testemunho agora, creia e espere em Deus agora! “O nosso Deus é misericordioso”, e Ele pode “restituir-lhe os anos que foram consumidos pelo gafanhoto migrador” se você agir agora, no temor do Senhor (SI 116:5; J1 2:25).

Pai, acredite, se você fizer estas coisas, você será um trabalhador sábio, e um servo inteligente e sensível ao Senhor. “Medita estas coisas, e nelas sê diligente…tem cuidado…porque fazendo assim, salvarás tanto a ti mesmo como aos teus ouvintes” (1 Tm 4:15-16). E lembre- se: “…o que ganha almas é sábio” (Pv 11:30): isto é, aquele que ganha almas à maneira de Deus é verdadeiramente sábio. Você pode ter sabiamente colaborado com o Espírito Santo neste processo poderoso e misterioso de atrair as almas a Deus. E no fim. Deus será glorificado, você ficará satisfeito e seu filho será eternamente abençoado.

“Crê no Senhor Jesus, e serás salvo, tu e a tua casa” (At 16:31: comparar com Js 6:22.23.25).


(Greg Hinnant)

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sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

QUE ASSIM SEJA!

Que eu seja presente, entusiasmada e corajosa todos os dias, em todos os momentos, de todas as maneiras que eu puder. Que eu gere e propague energia positiva e otimista aonde quer que eu vá, por onde quer que eu passe. Que sendo a ponte de transformação que eu quero ser para o meu semelhante, eu seja também fonte de inspiração, generosidade, ousadia e amor.

Que não me faltem razões para acordar todos os dias da minha vida com vontade plena de viver e de fazer o bem aos outros e a mim mesma. Que não me faltem razões para agradecer cada vez um pouquinho mais, com sentimento sincero, vontade genuína e coração aberto.

Que eu seja compassiva, porém firme nas minhas ações. Que eu saiba ser exemplo de liderança para mim mesma, e que, ao me olhar no espelho, eu consiga enxergar com orgulho e admiração o ser humano que eu me tornei.

Que eu pratique o perdão. Que eu saiba perdoar. Que eu erre tentando acertar. Que eu aprenda com os meus erros. Que eu tenha força suficiente para me colocar de pé novamente e, quando for preciso, que eu saiba me refazer e me reconstruir.

Que a fé seja minha companheira inseparável de estrada, guiando-me os passos, mesmo quando eu sentir que já não posso mais caminhar. Que eu seja grande o suficiente para pedir ajuda, que eu seja grande o suficiente para ajudar. Que eu não carregue pesos desnecessários.

Que eu não seja envolvida por energias ruins. Que eu conserve a minha sanidade e mantenha a minha paz em todos os momentos, em todos os lugares, com a certeza de que eu sou capaz de programar e reprogramar a minha mente em qualquer situação, basta aprender. E querer.

Que eu entenda que certas coisas não estão em minhas mãos, e que, por não dependerem de mim, são como são. Que eu saiba lutar por tudo aquilo que eu quiser, que eu não seja comodista nem conformada, mas que eu também tenha serenidade para aceitar o que simplesmente é do jeito que é, sem revolta, ódio ou derrotismo.

Que eu saiba reconhecer minhas fraquezas e transformá-las em fortalezas. Que eu saiba exaltar e usar as minhas forças para o bem e para o amor, na certeza de que ainda tenho muito que aprender.

Que a minha luz seja tão intensa que no meu caminho não exista mais a escuridão. Que eu seja lanterna para o caminho dos outros. Que eu seja ponto de luz, para que o meu semelhante entenda que ele não está sozinho.

Que eu possa fazer valer a pena todos os dias da minha vida, levando esperança quando faltar a fé; levando alegria quando a tristeza chegar; levando coragem quando vier o medo; levando luz à escuridão, amor ao ódio, gratidão à ingratidão, otimismo ao pessimismo, energia vital à procrastinação.

Que eu seja, enfim, a mudança que eu quero ver no mundo, ciente de que vivi intensamente, amei profundamente e fui o melhor que eu podia ser. Que eu seja verdadeira com o meu próprio EU. E que eu viva o propósito de ser eu mesma a cada segundo.

Que eu me respeite. Que eu te respeite. Que exista mais respeito no mundo.

Que assim seja.  Amém.

(Fonte: sabiaspalavras.com)

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quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

O PODER OCULTO DO LOUVOR

"Um deles, quando viu que estava curado, voltou, louvando a Deus em alta voz". (Lucas 17.15)

Dez leprosos clamaram a Jesus que os curasse. Só um dos dez, no entanto, voltou e glorificou a Deus. Quantas vezes agimos como os outros nove? Geralmente isso ocorre quando se trata de cura, mesmo que seja resposta a uma oração específica. Muitas pessoas pensam: “Bem, teria acontecido de qualquer jeito”. Não raro, aceitamos as bênçãos como certas, em vez de louvar a Deus todos os dias e dar-lhe graças pela cura.

Jesus é nosso médico e quer que sejamos curadas. Devemos lembrar, porém, que Deus tem seu tempo e sua vontade soberana. Se ele não nos curar como pedimos, é porque ele tem um plano maior, e sua glória será vista nele.

Algumas doenças vêm do inimigo. Deus permitiu que Satanás fizesse Jó adoecer. Embora não compreendamos por que Deus nem sempre nos cura, podemos ter certeza de que algum benefício resultará de nosso sofrimento. Mesmo que seja só pelo sofrimento em si, pois ele nos força a nos aproximar dele e, quanto mais perto dele estivermos, mais o louvaremos.

Quanto mais doentes, infelizes, aflitas e incapacitadas ficamos, mais fervorosamente oramos. A Bíblia diz que, se estivermos sofrendo, devemos orar, e orar com paixão. Algumas vezes a cura é demorada, e podemos desanimar durante a espera. O tempo passa lentamente quando estamos com dor ou sofrendo.

Louvar a Deus por sua presença e seu poder de cura em meio à doença, dor, fraqueza ou miséria abre um canal para que esperemos sua ação conforme sua vontade. Esse é o poder oculto do louvor a Deus.

(Stormie Omartian)
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