Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração

Ministério Internacional de Mães Unidas em Oração
O Ministério Moms In Prayer International, anteriormente conhecido como Moms In Touch / Mães em Contato, chama-se, atualmente, Mães Unidas em Oração no Brasil. Começou em 1984, em Bristish Columbia, Canadá com Fern Nichols. Atualmente o Ministério está em quase 150 países. É um ministério de oração em favor dos nossos filhos (biológicos, adotivos e espirituais), os colegas deles, suas escolas, professores e diretores para que sejam guiados por altos valores bíblicos e morais e, assim, cobrir todas as escolas do mundo com uma rede de proteção espiritual através da oração. A base do Ministério são as escolas de nossos filhos. (Educação Infantil até a Universidade)

terça-feira, 25 de julho de 2017

A ÚLTIMA PALAVRA VEM DE DEUS

"Durante alguns anos em minha igreja, alguns irmãs se reuniam para orar pelos filhos e escolas... Eu mesma, disse que não tinha tempo para isso. Tinha mais o que fazer....

Frequentava a igreja com meu esposo, que era muito consagrado e meus filhos, que faziam parte de todas as atividades pertinentes a cada um deles.

Até que, tive um momento de muita tribulação, quando minha filha de 16 anos, começou a ficar estranha.... Minha filha estava no primeiro ano do ensino médio. Tinha muitos colegas. Era muito boa de relacionamento... Era uma menina feliz!

De repente não queria mais conversar, nem ir para igreja... Por mais que tentássemos, não sabíamos o que fazer. Procuramos ajuda de uma psicóloga que nos disse que esta fase é complicada e que iria passar....

Um dia, pra ser mais exata, no dia 2 de julho do ano passado, 2015 minha filha entrou no banheiro e deixou a porta aberta... Depois de algum tempo passei e vi a porta aberta e, me deparei com uma cena terrível ... Ela estava com os braços cortados, todo ensanguentado e desmaiada... Fiquei alucinada de desespero... Não sabia o que fazer!

Era sábado de manhã, e meu esposo correu para ver o que acontecia e meus outros três filhos: Sarah, 12 anos; Guilherme, 13 e Renato 18, também...

Imediatamento, apertamos os cortes e fomos direto para o hospital... Minha filha tinha tentando o suicídio!!! Cortou os pulsos....Estava entre a vida e a morte e, pior, estava grávida! Grávida de um colega da escola, também de 16 anos!

Este foi um dos piores momentos de minha vida, até aquele dia! Não sabia ainda o que viria depois!

O médico nos chamou e disse que ela estava com 3 meses de gestação e com sérios problemas e, que deveríamos buscar ajuda. E assim fizemos...

Tanto eu, como meu esposo, procuramos dar todo carinho, atenção, amor, ajuda para os nossos filhos, mas não era o suficiente para Melissa... Ela era uma menina maravilhosa... Jamais poderia pensar em tal situação!

Até então, ainda não tinha me tocado da imensa responsabilidade de orar pelos filhos, mesmo pertencendo a Igreja do Evangelho Quadrangular... Tínhamos oração mas, não entendia o verdadeiro sentido de ter intimidade com Deus!

Estive visitando meus familiares no Rio de Janeiro e fui convidada para ir em um Chá na Sociedade Bíblica do Brasil, Rio de Janeiro, e lá ouvi uma pastora falar das Mães Unidas em Oração. Voltei para São Paulo.

A gravidez de minha filha estava ficando complicada... Pressão alta, arritmia cardíaca e outros problemas... Gravidez de alto risco...

Não ia mais a igreja... Ficava cuidando dela... Não queria saber de mais nada, apenas que ela desse a luz e tudo ficasse bem... Algumas irmãs me visitavam, mas não queria entregar minha filha nas mães de Deus. Achava que eu era a única solução de cuidado para ela...

No início de janeiro, após dar a luz a uma linda menina, minha filha não resistiu e veio a falecer...

Meu oxigênio faltou... Fiquei desesperada.....

Depois de muitas lágrimas, hoje temos a pequena Alice, para cuidar. Ela é apenas um bebezinho...

Os pais do menino que a engravidou, mudaram para outro estado... Não deram nenhuma atenção! Rejeitaram a pequena Alice.

Depois de toda tragédia, tive uma mudança radical em minha vida e de minha família. O Espírito Santo, consolador, tomou posse de mim, e, me mostrou que Deus é soberano em todas as coisas... O apóstolo Paulo diz: “Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, Pai das misericórdias e Deus de toda consolação, que nos consola em todas as nossas tribulações, para que, com a consolação que recebemos de Deus, possamos consolar os que estão passando por tribulações”. Deus não permite que experimentemos algo além do que podemos suportar... E em todas as coisas Ele tem um propósito..

Lembrei da palavra que ouvi no Chá... "Todo Filho Precisa de uma Mãe Que ora! Eu não orava pelos meus filhos, eu era um fracasso como cristã!

Passado um tempo de luto, entrei em contato, através da internet e hoje faço parte de Moms In Prayer... Tenho meu PGO - Pequeno Grupo de Oração, que se reúne em minha casa. Tenho três filhos e uma netinha para cuidar, com sabedoria, e discernimento do Senhor..."


Eu sei que a última palavra vem do meu Deus!

(Letícia Almeida Villarin Costa - Mãe Unida em Oração, São Paulo, SP


Todas nós estamos sujeitas à perdas e por mais que saibamos que a vida um dia chegará ao fim, enfrentar esse momento traz uma dor muito forte dentro de nossos corações. Afinal, não existe idade para morrer. A morte pode acontecer subitamente; pode vir como uma amiga que alivia as dores e até mesmo como um refrigério para quem sabe para onde está indo. Mas a grande verdade é que sempre haverá um sentimento de vazio no coração dos que perdem alguém, pois aquele que partiu, não voltará mais.

O luto pode tomar conta da vida de uma pessoa não somente através da morte, mas pode ser caracterizado como a perda de algo muito importante, como um amigo, a separação familiar, a saída dos pais da casa… Sempre que algo é tirado da vida de uma pessoa, esse sentimento pode acontecer.

Agora, como agir quando passamos por esses momentos? Como devemos nos sentir quando isso acontece? Muitas pessoas se negam a passar por esse sentimento que o luto traz; mas negar o luto trará um vazio e uma dor que incomodará profundamente e por muito mais tempo. Sentimentos de culpa, raiva, solidão, medo e dúvidas, certamente surgirão, mas uma coisa é certa: Deus está com você em toda e qualquer situação, e Ele pode usar o momento de dor para que mais pessoas sejam abençoadas.

A grande verdade é que o Senhor pode usar um momento de dor como ferramenta de bênção na vida de pessoas que chegarão perto de você.

Não perca a oportunidade de ser bênção na vida de pessoas que estão passando por uma perda. Coloque-se nas mãos do Senhor e testemunhe do amor de Deus, pois certamente isso trará ao seu coração um propósito maior para o momento que você vive.


Aguardamos você!

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos. 
Todo filho precisa de uma mãe que ora. 
Você já orou pelo seu filho hoje?

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contato@maesunidasemoracao.org 

(Editora do Blog: Cláudia Regina Farias e 
Colaboradora: Rossana de Almeida Ferreira Pires) 

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sábado, 22 de julho de 2017

ORAÇÃO POR MINHA FILHA....


"Portanto, sejam imitadores de Deus, como filhos amados, e vivam em amor, como também Cristo nos amou e se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus. Entre vocês não deve haver nem sequer menção de imoralidade sexual nem de qualquer espécie de impureza nem de cobiça; pois estas coisas não são próprias para os santos. Não haja obscenidade nem conversas tolas nem gracejos imorais, que são inconvenientes, mas, ao invés disso, ação de graças". (Ef. 5:1-4)

"Querido Senhor, que santificas, peço que minha filha seja imitadora de ti. Que nenhuma obscenidade, nenhuma conversa tola ou brincadeira grosseira saia de sua boca e que, em lugar disso ela agradeça. Protege sua mente contra a linguagem ímpia, cheia de blasfêmias e imprecações que ela ouve na escola, no trabalho, na televisão e em outras mídias. Que ela não participe das brincadeiras sujas, dos insultos sexuais ou das intrigas torpes que feririam os sentimentos ou prejudicariam a reputação de outras pessoas. Ajuda-a a compreender que uma linguagem chula, insultuosa, nunca é aceitável. Que ela possa desejar que as palavras de sua boca e as meditações de seu coração sejam aceitáveis para ti. Em lugar de praguejar, que as bênçãos de agradecimento saiam por sua boca. Em nome de Jesus, amém".

(Fern Nichols - Orações Poderosas para mães)

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terça-feira, 18 de julho de 2017

8 RAZÕES PARA CONFIAR QUE DEUS IRÁ NOS SOCORRER


Todas nós passamos por momentos difíceis, por problemas, situações desagradáveis e coisas que tiram a nossa paz.  Dependendo do momento, buscamos socorro que possa nos trazer alívio, paz e vitória em diversos lugares, mas não encontramos, não somos bem sucedidas, pois o nosso socorro verdadeiro, o socorro eficaz está em Deus. 

Vejamos algumas razões para crer que Deus nos socorrerá, no Salmo 121:

Razão 1 – O meu socorro está em Deus. “Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?” (Sl 121:1). Os “montes” citados nesse texto era o local onde ficava o templo que, naquela época, representava àquele povo a presença viva de Deus no meio deles. O salmista buscava encontrar a presença de Deus, pois sabia que o seu socorro estava em Deus.

Razão 2 – O socorro de Deus é certo. “O meu socorro vem do SENHOR, que fez o céu e a terra.” (Sl 121:2). Não há qualquer dúvida de que Deus viria socorrer o salmista. O salmista poderia ter dito: “o meu socorro, eu acho que vem do Senhor”, ou: “o meu socorro talvez venha do Senhor”; mas ele foi enfático e creu em Deus: “O meu socorro vem do Senhor”.

Razão 3
– Deus é soberano sobre todas as coisas. “Ele não permitirá que os teus pés vacilem…” (Sl 121:3). Tudo está debaixo da permissão de Deus. Nada pode acontecer sem a permissão Dele. Todos os nossos problemas estão sob Sua autoridade. Se cremos, descansamos e encontramos paz.

Razão 4 – Deus está alerta ao que acontece em minha vida. “É certo que não dormita, nem dorme o guarda de Israel.” (Sl 121:4). Não há perigo de Deus se esquecer de nóa, pois Ele não cochila, nem dorme; está sempre alerta, é onisciente, onipresente, onipotente. É um guarda perfeito, que vigia a todo instante os Seus tesouros!

Razão 5 – Deus está próximo de mim. “O SENHOR é a tua sombra à tua direita.” (Sl 121:5). Deus nos acompanha, não nos deixa, não nos desampará. A minha sombra nunca desgruda de mim, assim Deus também não. Ele está totalmente próximo, participando da minha vida de perto, inclusive quando passo por dificuldades.

Razão 6
– Deus está me conduzindo em todos os momentos. “De dia não te molestará o sol, nem de noite, a lua.” (Sl 121:6). O Senhor sempre me socorrerá nas intempéries da vida.

Razão 7 – O Senhor me protege. “O SENHOR te guardará de todo mal; guardará a tua alma.” (Sl 12:7). Deus nos esconde debaixo de Sua proteção. Passamos pelas dificuldades, mas somos guardadas pelo cuidadoso Pai, assim como o pássaro guarda os seus filhotes no ninho salvos do perigo.

Razão 8 – O cuidado de Deus é em todos os lugares e momentos. “O SENHOR guardará a tua saída e a tua entrada, desde agora e para sempre.” (Sl 121:8). Os meus passos, os passos de meus filhos estão debaixo da supervisão e cuidados de Deus.

O que temer? Deus está sempre pronto a nos socorrer!

Confiemos plenamente no poder de Deus! Ele pode todas as coisas....

(Texto adaptado: https://www.esbocandoideias.com/2011/07/8-razoes-para-confiar-que-deus-te.html)


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segunda-feira, 17 de julho de 2017

DATAS ESPECIAIS DO MINISTÉRIO MOMS IN PRAYER INTERNATIONAL / MÃES UNIDAS EM ORAÇÃO NO BRASIL

Muitas são as datas de comemoração do Ministério no mundo, e no Brasil temos algumas importantes que devem fazer parte de nossa agenda anual.

JANEIRO
Dia 9 – Dia Mundial de Jejum e Oração - Pelos filhos, Escolas e pelo Ministério no mundo.

MARÇO
Dia: 15 - Dia da Escola – Jornada Nacional de Oração Pelas Escolas.


ABRIL
5 Km - Caminhada de Fé - Uma caminhada Mundial

MAIO 

Mês da Celebração de aniversário de Mães Unidas em Oração no Brasil
  • Segundo domingo - Celebração do Dia das Mães
  • Último sábado do mês - Celebração do aniversário de MÃES UNIDAS EM ORAÇÃO no Brasil - “Levanta e Clama!
AGOSTO 
Dia: 11 - Dia do Estudante – Dia Nacional de Oração Pelos Estudantes

SETEMBRO
Terceiro Domingo - Dia Mundial de Oração Pelas Escolas.

OUTUBRO 
Dia: 5 - Dia Mundial do Professor - Dia Mundial de Oração Pelos Professores

OUTUBRO 
Dia: 12 - Dia das Crianças – Dia Nacional de Oração Pelas Crianças

OUTUBRO 
Dia: 15 - Dia do Professor - Jornada Nacional de Oração Pelos Professores

NOVEMBRO 
Dia: 12 - Dia do Diretor de Escola - Dia de Oração Pelos Diretores de Escolas.


Obs.: Além do Chã Mães Unidas em Oração  promovido em várias áreas do Brasil, Treinamentos, Seminários e o Congresso "Inabalável".



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segunda-feira, 10 de julho de 2017

COMO DEMONSTRAR AMOR POR SEUS FILHOS

Você ama seus filhos, mas será que você está maximizando o seu potencial de amor poderoso?

Estou sugerindo 5 maneiras poderosas para demonstrar amor aos seus filhos. Leia e sinta-se inspirada para agir.

1. Aprenda a sua língua
Assim como seu cônjuge ou companheiro, seus filhos têm maneiras pelas quais sentem melhor o amor. Faça seu amor ter significado ao expressá-lo da maneira que eles preferem. Para minha filha mais nova, o afeto é como ela sente amor. Lembro-me de abraçá-la e aconchegá-la várias vezes. Minha outra filha prefere passar tempo juntas, então eu tento passar alguns minutos só com ela todos os dias. Todos os meus filhos parecem gostar de presentes, e meu filho irradia alegria quando recebe elogios. Passe algum tempo aprendendo sobre linguagens do amor pensando em seus filhos. Em seguida, tente mostrar o amor dessas maneiras.

2. Sirva-os incondicionalmente
Eu aprendi ao longo da minha vida que eu amo aqueles a quem sirvo. E isso não é diferente com meus filhos. A constância que os pais demonstram ao nutrir e cuidar de seus filhos deixa claro para eles, às vezes inconscientemente, de que são amados. Ocasionalmente eu faço uma das tarefas de casa de meus filhos para eles. Quando eles me perguntam por que, eu digo "só porque eu te amo."

Outras maneiras que uso para mostrar meu amor através do serviço incluem cozinhar refeições saudáveis, ajudar com o dever de casa, levá-los para atividades e treinos, planejar celebrações familiares nos feriados e proporcionar um ambiente limpo e seguro em casa. Eu não sou a empregada ou cozinheira da minha família, mas esses tipos de serviço demonstram amor.

3. Procure por eles
Muitas vezes eu me pego ocupada com minha própria lista de afazeres e acabo afastando meus filhos com sugestões, como "leia um livro" ou "vá brincar lá fora". Uma maneira de demonstrar meu amor por eles é procurá-los e me envolver em seu jogo. Eu posso imaginar os olhos de minha filha se iluminando enquanto ela sugere que façamos algo na cozinha juntas, enquanto meu filho amaria jogar bola ou até mesmo aprender a costurar. Procure os seus filhos e se envolva em qualquer atividade que eles estiverem interessados. Sua participação os ajudará a sentir o seu amor.

4. Aprenda a ouvir
Os adultos não têm todas as respostas, e eles tampouco precisam resolver os problemas de seus filhos. Aprender a fechar minha boca e ouvir tem sido algo no qual venho trabalhando. Quando minha filha adolescente fala sobre o que aconteceu no refeitório da escola, ela não quer que eu dê uma sugestão de imediato, ela quer que eu a deixe falar em voz alta para que ela possa processar e seguir em frente. Quando meu filho quer analisar o filme de super herói que ele acabou de assistir, ele quer que eu participe com alguns comentários agradáveis, mas dê-lhe tempo para formar seus pensamentos. Aprender a ouvir enquanto presta atenção é uma técnica de parentalidade fundamental. Esta forma silenciosa de apoio e segurança mostra aos seus filhos que você se importa.

5. Seja espontâneo
Às vezes, a melhor maneira de mostrar o amor é não pensar muito sobre isso. O amor pode ser uma luta de cócegas depois do jantar, um passeio para tomar um sorvete, uma competição de dança na sala de estar, ou ficar acordado até depois do horário de dormir para conversar e estarem juntos. Um dos meus desafios atuais é "dizer sim mais do que não." Essa ideia me permite ser espontânea e mostrar aos meus filhos o quanto eu me importo.

(Amy Peterson - Extraído do site www. familia .com.br

Amar os nossos filhos é uma coisa tão natural, que nunca passa por nossas cabeças que precisamos aprender a demonstrar esse amor, mas hoje eu vejo a importância disso quando vou exercitando diariamente com meu filho, porque olho para trás e descubro após longos anos que a minha mãe me amava, embora ela nunca tenha me dito eu te amo, não era comum no tempo dela essa prática, então ela ficava ao meu lado quando eu tinha crises de bronquite, cuidava da minha roupa dos meus cabelos de maneira impecável, fazia comidas maravilhosas, tudo isso para me dizer da sua maneira que me amava, mas eu era criança e não entendia; assim e precisei ficar adulta, ser mãe para compreender a sua forma de amar.

Hoje queridas, vivemos na era da informação, da tecnologia que nos possibilita, conhecer e aprender tantas coisas, usemos isso para o bem, não percamos tempo postando nossas vidas no face, ou fofocando no WhatsApp, gastemos nosso tempo descobrindo como podemos ser, um ser humano melhor, uma serva melhor, uma esposa melhor, uma mãe melhor. A administração do tempo é um aprendizado precioso atualmente, onde o tempo é tão escasso para quantidade de atividades e compromissos que assumimos. A vida é feita de prioridades, priorize sua família, seus filhos, não precisa ser em detrimento de sua carreira ou de seus sonhos.

Não é fácil mas é possível, Deus disse que se precisássemos de sabedoria era só pedir que Ele nos concederia liberalmente(Tiago 1:5), disse também que o Espirito Santo nos ensinaria todas as coisas e nos faria lembrar de tudo que o Senhor nos ensinou (Jo 14:26).

Vamos então utilizar os meios que o Senhor nos concedeu para sermos quem Ele deseja que sejamos.

Então, vamos começar????


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quinta-feira, 6 de julho de 2017

"AMOR EM FAMÍLIA"



(Ilustração)
Estava correndo na calçada,e de repente,um estranho esbarrou em mim.A minha reação foi a seguinte:"Me desculpe,por favor".

A pessoa me respondeu:"Me desculpe também.Eu simplesmente não vi você."

Depois de trocarmos palavras amáveis e gentis eu fui para minha casa.E mais tarde, quando eu estava fazendo o jantar,meu filho se aproximou de mim tão silenciosamente que eu não percebi e quando me virei tomei o maior susto e lhe dei uma bronca:"Saia do meu caminho meu filho!" Por isso ele foi embora certamente com o seu pequeno coração partido.

Quando fui me deitar eu podia ouvir a voz calma e doce de Deus me dizendo:"Quando falava com um estranho você foi bastante cortês,mas com seu filho,a criança que você ama,quanta grosseria!"

Neste instante eu me senti pequena,e agora,era o meu coração que estava partido.Então, fui até o quarto e falei ao meu menino:"Filho eu sinto muito pela maneira que agi hoje,eu não devia ter gritado com você daquela maneira."

Meu filho respondeu:"Ah,mamãe não tem problema;eu te amo." 


Deus criou a família como base sustentadora da sociedade,por isso o diabo ataca constantemente essa instituição,pois sabe que destruindo o alicerce estará abalando toda estrutura.

Estudos científicos comprovam que o impacto causado pelo meio em que vivem será decisivo para a formação de pessoas agressivas ou para o desenvolvimento de indivíduos socialmente adaptados.

Vimos a todo instante,através dos meios de comunicação,notícias de agressões mortais entre membros de uma mesma família,enquanto o aumento da violência na sociedade cresce assustadoramente,nos levando a perceber que a instituição familiar tem espalhado esse comportamento diabólico por toda a sociedade.

"Mas bem vos conheço,que não tendes em vós o amor de Deus."(João 5.42)


Orar,ler a Bíblia junto com a família,viver conforme os ensinamentos bíblicos,amar quando deveria se irar,e,sobretudo,ter o amor de Deus como alicerce,glorificando e exaltando o nome de Jesus com atitudes de um verdadeiro cristão será ponto determinante para a vitória da família sobre as investidas do diabo.

O amor é o dom supremo exercitemos o amor a começar da nossa casa, precisamos orar irmãs por nosso filhos mas também precisamos nos examinar como mães  de forma que possamos ver de maneira madura e responsável, o quanto estamos contribuindo para o bem estar  e para saúde emocional de nosso filhos oferecendo a eles um ambiente familiar amoroso e saudável
Estejamos atentas a voz do Espirito Santo, a fim de possamos nos concertar com Deus e com nosso amados.

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segunda-feira, 3 de julho de 2017

PAI, COMEÇA O COMEÇO


Quando era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: “Pai, começa o começo!”

O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos. Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim.

Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai morreu há muito tempo e não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.

Hoje, minhas “tangerinas” são outras. Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar.

O esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes.

O enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas “tangerinas” transformam-se em abacaxis.

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo meu pai quando lhe pedia para “começar o começo”, era o que me dava a certeza de que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta.

Além da atenção e carinho que eu recebia, ele também me ensinou a pedir ajuda a Deus, Pai do céu. Meu pai terreno me ensinou que Deus é eterno, que está sempre ao nosso lado e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembremo-nos de suplicar o auxílio Divino.

Deus nos indicará o caminho e não só começará o começo, mas pode ser que, em algumas ocasiões, resolva toda a situação.

Não sabemos o tipo de dificuldade que encontraremos na nossa caminhada, mas amparemo-nos no amor eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso: 

Pai, começa o começo!


A sensibilidade de enxergar as dificuldades dos filhos e oferecer o apoio necessário, no momento certo, é essencial. Tem o poder de curar feridas e se transforma em bálsamo para a dor.

Devemos saber o quanto é importante dizer ao filho: Se você tem medo, venha aqui. Se você cair, falhar, estarei ao seu lado. Amo você.

Devemos saber valorizar toda atitude positiva.

O abraço e o beijo fazem a criança se sentir querida e consolidam a segurança e o amor. Demonstrarmos a confiança de que somos constantemente amparados por Deus oferece aos filhos um caminho para a construção da fé.

Todo o carinho e afeto demonstrados pelos pais aos filhos, durante a infância, se transformarão em direcionamento seguro e formarão base sólida para o enfrentamento das dificuldades na vida adulta.

(Autor desconhecido)

Queridas mães que possamos começar o começo para os nossos filhos, mas sobretudo que possamos ensinar aos nossos filhos, que Deus é um pai amoroso, e que eles podem e devem sempre recorrer através da oração ao seu maravilhoso auxilio.


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domingo, 2 de julho de 2017

PROTEJA SEUS FILHOS DAS DROGAS!


Ore: Derrama o teu coração como água perante o Senhor; levante a Ele as tuas mãos pela vida de teus filhos”. (Lamentações 2:19)

Demonstre amor:Dê provas de amor através de gestos, palavras e presença (física, emocional, espiritual).

Dê limites aos filhos: Mostre aos seus filhos que não podem ter ou fazer tudo. Ensiná-los a suportar as frustrações é uma forma de desenvolver autoestima e capacidade de fazer escolhas mais adequadas.

Incentive a independência: Dê as seus filhos pequenas oportunidades para desenvolverem a capacidade de tomar decisões.

Seja um bom modelo: Esforça-se para ser uma mãe melhor diante de seus filhos. Não seja camuflada, dissimulada. Seja autêntica.

Exerça cidadania:
 Fiquem atentos exercitam sua cidadania para criar um mundo melhor para seus filhos. Envolva-se com ações em favor de causas nobres. Mostrando que a vida vale apena.

Tente acertar o tom, a hora e o local das conversas:
Evite expressar raiva. Apenas estabeleça limites e expresse suas razões. Não ceda a nenhuma chantagem. Você é a autoridade, mas respeite seu filho. Ele tem sentimentos. É um ser humano!

Diálogo, exemplo e expressão de amor:
Seja honesta e coerente. Busque mostrar disposição em ouvi-los e ajude-os em questões difíceis de serem enfrentadas. Lembre-se que quando estávamos na idade dele, nosso mundo era outro.


Procure fortalecer seu filho:
Coopere em atividades relacionadas a seus filhos, desenvolvendo neles habilidades e atitudes para resolução de problemas e autonomia.

Esteja atento:
Aos “colegas”. Aos sinais de insegurança, insatisfação com a vida, sintomas depressivos, curiosidade e busca por prazer.

Mostre que nossos atos têm consequências:
Explique para seus filhos que toda ação terá uma reação.


Mães, nossos filhos filhos são heranças do Senhor, não desistam, por mais difícil que esteja esse momento vai passar, fé, ousadia e perseverança sempre!!


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sexta-feira, 30 de junho de 2017

UM MINISTÉRIO DE ALCANCE MUNDIAL

Fern Nichols e Jane Esther de Paula Rosa / Foto: Rosângela de Luna Ormerod
"Não tínhamos a menor ideia de que aquele pequeno grupo de mães, liberando o poder de Deus através da oração, daria origem a um Ministério de oração de alcance mundial." (Fern Nichols)

Segue algumas informações sobre Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração....

O Ministério "Moms In Prayer International", no Brasil "Mães Unidas em Oração" é um dos mistérios Insoldáveis de Deus, por alguns motivos:

1. O Ministério Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração, no Brasil, foi criado por Fern Nichols, em 1984, no Canadá!

2. Não é um movimento, projeto ou reunião de mulheres.

3. Não faz parte de nenhuma instituição ou denominação.

4. É evangélico, inter e supra denominacional.

5. Não pode estar vinculado a nenhum grupo político de qualquer natureza.

6. É um Ministério Internacional de Oração! Uma missão! Um sacerdócio! Um compromisso com Deus da mãe de orar pelo seu filho biológico, adotante ou espiritual). Se o filho não estiver mais estudando, continua sendo filho, pois "Mãe cristã comprometida com Deus só deixa de orar pelo filho quando ela morre."(Jane Esther de Paula Rosa)

7. É Deus quem toca no coração da mãe para participar. Toda mãe preenche sua Ficha de matrícula e compromisso colocando o nome de cada Filho e suas respectivas Escolas. Ela está assumindo perante Deus o compromisso de Orar por pelos filhos cujos nomes ela colocou em sua Ficha. Por isso que nem toda mãe faz parte do Ministério. Os nomes vão para a Rede Mundial de Oração.

8. Estamos em 146 países. Em outubro de 2014 foi comemorado os 30 anos com uma grande Celebração no Hotel Sheraton,em Dallas, Texas, onde líderes de 143 países estiveram presentes. Foi a maior celebração de Mães Unidas em Oração em favor dos filhos e Escolas de toda historia.

9. No Brasil, o Ministério está completando 23 anos este ano de 2017.

10. É um Ministério onde a mãe assume perante Deus o compromisso de orar pelos filhos e Escolas. A base do Ministério é a Escola. E lá na Escola que tudo acontece (Educação Infantil até a Universidade). A base de uma nação é a educação!

11. A mãe começa como Mãe Intercessora Individual, até encontrar suas companheiras de oração (a líder e mais 2 a 3 mães por grupo formando seu PGO - Pequeno Grupo de Oração). Se reúnem uma vez por semana no local que escolherem para orar em pequenos grupos, utilizando os Quatro Passos Para Oração e, todos os dias oram individualmente de 3 a 7 minutos.

12. O Livro: Todo Filho Precisa de Uma Mãe Que Ora, escrito por Fern Nichols, fundadora de Moms In Touch, atualmente Moms In Prayer / Mães Unidas em Oração no Brasil, é um best seller. No momento, encontra-se disponível em vários sites, com preços variados. Comprar a reimpressão de 2015 com logomarca do Ministério Mães Unidas em Oração.

13. O Livreto: Mães Unidas em Oração, com as orientações para realização das reuniões em Grupos, seguindo, biblicamente, Os Quatro Passos Para Oração está traduzido em 55 idiomas, inclusive para o Braille.
Este livreto é para todas as mães que já estão cadastradas no Ministério. Em breve sairá uma nova edição revista e atualizada.

14. Queremos compartilhar com todas as Mães Unidas em Oração, o mais recente Livro de Fertn Nichols, "Orações poderosas para mães". No momento, encontra-se disponível em vários sites, com preços variados.

Somente Deus para fazer isso! Glórias ao nome d'Ele!
Priorize seu momento "A Sós Com Deus" e, assim que for possível, comece o seu PGO - Pequeno Grupo de Oração. Você e outra mãe que sinta o mesmo toque o Espírito Santo para orar pelo filho. Você verá o impossível de Deus acontecer!


Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
Todo filho precisa de uma mãe que ora.
Você já orou pelo seu filho hoje?

Site Internacional: momsinprayer.org
www.maesunidasemoracao.org
contato@maesunidasemoracao.org 


(Editora do Blog: Cláudia Regina Farias e
Colaboradora: Rossana de Almeida Ferreira Pires) 


IMPORTANTE: Para fazer parte do Ministério e receber todas as informações, é só fazer sua inscrição online em nosso link: http://maesunidasemoracao.org/inscricaonline.html
Não deixe nenhum espaço em branco. Caso não tenha como preencher coloque ”xxxx”.

CALENDÁRIO NACIONAL DE ORAÇÃO - BRASIL - MÊS DE JULHO DE 2017

É maravilhoso fazer parte de Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração no Brasil e conhecer o extraordinário Programa de Oração Mundial em PGOs - Pequenos Grupos de Oração, que Deus deu a uma mãe: Fern Nichols, em 1984, no Canadá, e que já está em quase 150 países... Um Ministério que durante anos tem sido referência na vida de milhões de mães ao redor do mundo!

Louvamos a Deus por mais um mês de oração pela vida de nossos filhos e escolas...

Agradecemos a vocês Mães Unidas em Oração que enviam seus pedidos e, através deles podemos elaborar o Calendário Nacional de Oração que tem norteado cada mãe no sem momento no seu A Sós com Deus!


No Momento "A SÓS COM DEUS", a Mãe Unida em Oração escolhe a hora mais apropriada, diariamente, e ora de 3 a 7 minutos por um dos filhos (biológico, adotivo ou espiritual), pela escola e pelo pedido do dia que está no Calendário Nacional de Oração, enviado para todas as Mães que pertencem ao Ministério, em PDF. O Calendário não substitui o encontro semanal dos Grupos de Mães Unidas em Oração.

Se a irmã pertence ao Ministério Internacional e não recebeu o seu Calendário Nacional de Oração é só nos enviar um e-mail: contato@maesunidasemoracao.org

Mãe Unida em Oração é apenas instrumento nas mãos de Deus. Quem é digno de toda honra e de toda Glória é o Senhor Jesus Cristo! É Ele quem guerreia "com" e "através" de nós! (Efésios 6: 10-20).

Somos apenas servas!

Se ainda não faz parte...

O primeiro passo para fazer parte do Ministério Moms In Prayer International / Mães Unidas em Oração no Brasil é sentir o toque do Espírito Santo para participar.

Em seguida, faça sua inscrição como Mãe Intercessora Individual (mãe biológica, adotante ou espiritual) colocando seu(s) filho(s) e a escola adotada em oração na Rede Mundial de Oração.

É só fazer a inscrição para receber todas as informações necessárias através do link:
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Assim que encontrar outra mãe que também tenha sido tocada pelo Espírito Santo comece seu PGO - Pequeno Grupo de Oração...

Lembre-se que Mães Unidas em Oração é um Ministério de mãe com mãe..

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Todo filho precisa de uma mãe que ora.

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(Editora do Blog: Cláudia Regina Farias e Rossana de Almeida Ferreira Pires)

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quarta-feira, 28 de junho de 2017

O QUE É BULLYING E CYBERBULLYING


Devido ao fato de ser um fenômeno que só recentemente ganhou mais atenção, o assédio escolar ainda não possui um termo específico consensual, sendo o termo em inglês bullying constantemente utilizado pela mídia de língua portuguesa.


1. Terminologia

Bullying (bully- «tiranete» ou «valentão»). Existem, entretanto, alternativas como acossamento, ameaça, assédio, intimidação, além dos mais informais judiar e implicar, além de diversos outros termos utilizado pelos próprios estudantes em diversas regiões.


                  



É um termo frequentemente usado para descrever uma forma de assédio interpretado por alguém que está, de alguma forma, em condições de exercer o seu poder sobre alguém ou sobre um grupo mais fraco. São atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos com o objetivo de intimidar ou agredir outro indivíduo (ou grupo de indivíduos) incapaz(es) de se defender. Também existem as vítimas/agressoras, ou autores/alvos, que em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma.

2. Caracterização do assédio escolar

O cientista sueco - que trabalhou por muito tempo em Bergen (Noruega) - Dan Olweus define assédio escolar em três termos essenciais:

  •  o comportamento é agressivo e negativo;
  •  o comportamento é executado repetidamente;
  •  o comportamento ocorre num relacionamento onde há um desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.



O assédio escolar divide-se em duas categorias:

  • assédio escolar direto;

  •  assédio escolar indireto, também conhecido como agressão social



O bullying direto é a forma mais comum entre os agressores (bullies) masculinos. A agressão social ou bullying indireto é a forma mais comum em bullies do sexo feminino e crianças pequenas, e é caracterizada por forçar a vítima ao isolamento social. Este isolamento é obtido por meio de uma vasta variedade de técnicas, que incluem:


  •  espalhar comentários;
  •  recusa em se socializar com a vítima;
  •  intimidar outras pessoas que desejam se socializar com a vítima;
 ridicularizar o modo de vestir ou outros aspectos socialmente significativos (incluindo a etnia da vítima, religião, incapacidades etc).

O assédio escolar pode ocorrer em situações envolvendo a escola ou faculdade/universidade, o local de trabalho, os vizinhos e até mesmo países. Qualquer que seja a situação, a estrutura de poder é tipicamente evidente entre o agressor (bully) e a vítima. Para aqueles fora do relacionamento, parece que o poder do agressor depende somente da percepção da vítima, que parece estar a mais intimidada para oferecer alguma resistência. Todavia, a vítima geralmente tem motivos para temer o agressor, devido às ameaças ou concretizações de violência física/sexual, ou perda dos meios de subsistência.

3. Características dos bullies

Pesquisas indicam que adolescentes agressores têm personalidades autoritárias, combinadas com uma forte necessidade de controlar ou dominar. Também tem sido sugerido que uma deficiência em habilidades sociais e um ponto de vista preconceituoso sobre subordinados podem ser particulares fatores de risco. Estudos adicionais têm mostrado que enquanto inveja e ressentimento podem ser motivos para a prática do assédio escolar, ao contrário da crença popular, há pouca evidência que sugira que os bullies sofram de qualquer déficit de auto-estima. Outros pesquisadores também identificaram a rapidez em se enraivecer e usar a força, em acréscimo a comportamentos agressivos, o ato de encarar as ações de outros como hostis, a preocupação com a auto-imagem e o empenho em ações obsessivas ou rígidas. É frequentemente sugerido que os comportamentos agressivos têm sua origem na infância:

"Se o comportamento agressivo não é desafiado na infância, há o risco de que ele se torne habitual. Realmente, há evidência documental que indica que a prática do assédio escolar durante a infância põe a criança em risco de comportamento criminoso e violência doméstica na idade adulta".

O assédio escolar não envolve necessariamente criminalidade ou violência. Por exemplo, o assédio escolar frequentemente funciona por meio de abuso psicológico ou verbal. Os bullies sempre existiram, mas, eram (e ainda são) chamados em português de rufias, esfola-caras, brigões, acossadores, cabriões, valentões e verdugos.

Os valentões costumam ser hostis, intolerantes e usar a força para resolver seus problemas.

4. Tipos de assédio escolar

Os bullies usam principalmente uma combinação de intimidação e humilhação para atormentar os outros. Abaixo, alguns exemplos das técnicas de assédio escolar:

  •  insultar a vítima;
  •  acusar sistematicamente a vítima de não servir para nada;
  •  ataques físicos repetidos contra uma pessoa, seja contra o corpo dela ou propriedade.
  •  interferir com a propriedade pessoal de uma pessoa, livros ou material escolar, roupas, etc, danificando-os.
  •  espalhar rumores negativos sobre a vítima;
  •  depreciar a vítima sem qualquer motivo;
  •  fazer com que a vítima faça o que ela não quer, ameaçando-a para seguir as ordens;
  •  colocar a vítima em situação problemática com alguém (geralmente, uma autoridade), ou conseguir uma ação disciplinar contra a vítima, por algo que ela não cometeu ou que foi exagerado pelo bully;
  •  fazer comentários depreciativos sobre a família de uma pessoa (particularmente a mãe), sobre o local de moradia de alguém, aparência pessoal, orientação sexual, religião, etnia, nível de renda, nacionalidade ou qualquer outra inferioridade depreendida da qual o bully tenha tomado ciência;
  •  isolamento social da vítima;
  •  usar as tecnologias de informação para praticar o cyberbullying (criar páginas falsas, comunidades ou perfis sobre a vítima em sites de relacionamento com publicação de fotos etc);
  •  chantagem.
  •  expressões ameaçadoras;
  •  grafitagem depreciativa;
  •  usar de sarcasmo evidente para se passar por amigo (para alguém de fora) enquanto assegura o controle e a posição em relação à vítima (isto ocorre com frequência logo após o bully avaliar que a pessoa é uma "vítima perfeita").

Fazer que a vítima passe vergonha na frente de várias pessoas.

4.1. Bullying professor-aluno

O assédio escolar pode ser praticado de um professor para um aluno. As técnicas mais comuns são:

  •  intimidar o aluno em voz alta rebaixando-o perante a classe e ofendendo sua auto-estima. Uma forma mais cruel e severa é manipular a classe contra um único aluno o expondo a humilhação;
  •  assumir um critério mais rigoroso na correção de provas com o aluno e não com os demais. Alguns professores podem perseguir alunos com notas baixas;
  •  ameaçar o aluno de reprovação;
  •  negar ao aluno o direito de ir ao banheiro ou beber água, expondo-o a tortura psicológica;
  •  difamar o aluno no conselho de professores, aos coordenadores e acusá-lo de atos que não cometeu;
  •  tortura física, mais comuns em crianças pequenas. Puxões de orelha, tapas e cascudos.
  •  tais atos violam o Estatuto da Criança e do Adolescente e podem ser denunciados em um Boletim de Ocorrência numa delegacia ou no Ministério Público. A revisão de provas pode ser requerida ao pedagogo ou coordenador e em caso de recusa, por medida judicial.

5. Locais de assédio escolar

                       


O assédio escolar pode acontecer em qualquer contexto no qual seres humanos interajam, tais como escolas, universidades, famílias, entre vizinhos e em locais de trabalho.


5.1. Escolas

Em escolas, o assédio escolar geralmente ocorre em áreas com supervisão adulta mínima ou inexistente. Ele pode acontecer em praticamente qualquer parte, dentro ou fora do prédio da escola.

Alguns sinais são comuns como a recusa da criança de ir à escola ao alegar sintomas como dor de barriga ou apresentar irritação, nervosismo ou tristeza anormais.

Em caso extremo de assédio escolar no pátio da escola foi o de um aluno do oitavo ano chamado Curtis Taylor, numa escola secundária em Iowa, Estados Unidos, que foi vítima de assédio escolar contínuo por três anos, o que incluía alcunhas jocosas, ser espancado num vestiário, ter a camisa suja com leite achocolatado e os pertences vandalizados. Tudo isso acabou por o levar ao suicídio em 21 de Março de 1993. Alguns especialistas em "bullies" denominaram essa reação extrema de "bullycídio". Os que sofrem o bullying acabam desenvolvendo problemas psíquicos muitas vezes irreversíveis, que podem até levar a atitudes extremas como a que ocorreu com Jeremy Wade Delle. Jeremy se matou em 8 de janeiro de 1991, aos 15 anos de idade, numa escola na cidade de Dallas, Texas, EUA, dentro da sala de aula e em frente de 30 colegas e da professora de inglês, como forma de protesto pelos atos de perseguição que sofria constantemente. Esta história inspirou uma música (Jeremy) interpretada por Eddie Vedder, vocalista da banda estadunidense Pearl Jam.

Na última década de 90, os Estados Unidos viveram uma epidemia de tiroteios em escolas (dos quais o mais notório foi o massacre de Columbine). Muitas das crianças por trás destes tiroteios afirmavam serem vítimas de bullies e que somente haviam recorrido à violência depois que a administração da escola havia falhado repetidamente em intervir. Em muitos destes casos, as vítimas dos atiradores processaram tanto as famílias dos atiradores quanto as escolas. Como resultado destas tendências, escolas em muitos países passaram a desencorajar fortemente a prática do assédio escolar, com programas projetados para promover a cooperação entre os estudantes, bem como o treinamento de alunos como moderadores para intervir na resolução de disputas, configurando uma forma de suporte por parte dos pares.

O assédio escolar nas escolas (ou em outras instituições superiores de ensino) pode também assumir, por exemplo, a forma de avaliações abaixo da média, não retorno das tarefas escolares, segregação de estudantes competentes por professores incompetentes ou não-atuantes, para proteger a reputação de uma instituição de ensino. Isto é feito para que seus programas e códigos internos de conduta nunca sejam questionados, e que os pais (que geralmente pagam as taxas) sejam levados a acreditar que seus filhos são incapazes de lidar com o curso. Tipicamente, estas atitudes servem para criar a política não-escrita de "se você é estúpido, não merece ter respostas; se você não é bom, nós não te queremos aqui". Frequentemente, tais instituições (geralmente em países asiáticos) operam um programa de franquia com instituições estrangeiras (quase sempre ocidentais), com uma cláusula de que os parceiros estrangeiros não opinam quanto a avaliação local ou códigos de conduta do pessoal no local contratante. Isto serve para criar uma classe de tolos educados, pessoas com títulos acadêmicos que não aprenderam a adaptar-se a situações e a criar soluções fazendo as perguntas certas e resolvendo problemas.

5.2. Local de trabalho

O assédio escolar em locais de trabalho (algumas vezes chamado de Assédio escolar Adulto) é descrito pelo Congresso Sindical do Reino Unido como:

"Um problema sério que muito frequentemente as pessoas pensam que seja apenas um problema ocasional entre indivíduos. Mas o assédio escolar é mais do que um ataque ocasional de raiva ou briga. É uma intimidação regular e persistente que solapa a integridade e confiança da vítima do bully. E é frequentemente aceita ou mesmo encorajada como parte da cultura da organização".


5.3. Vizinhança


Entre vizinhos o assédio escolar normalmente toma a forma de intimidação por comportamento inconveniente, tais como barulho excessivo para perturbar o sono e os padrões de vida normais ou fazer queixa às autoridades (tais como a polícia) por incidentes menores ou forjados. O propósito desta forma de comportamento é fazer com que a vítima fique tão desconfortável que acabe por se mudar da propriedade. Nem todo comportamento inconveniente pode ser caracterizado como assédio escolar: a falta de sensibilidade pode ser uma explicação.

5.4. Política

O assédio escolar entre países ocorre quando um país decide impôr sua vontade a outro. Isto é feito normalmente com o uso de força militar, a ameaça de que ajuda e doações não serão entregues a um país menor ou não permitir que o país menor se associe a uma organização de comércio.

5.5. Militar

Em 2000, o Ministério da Defesa (MOD) do Reino Unido definiu o assédio escolar como : "…o uso de força física ou abuso de autoridade para intimidar ou vitimizar outros, ou para infligir castigos ilícitos".

Todavia, é afirmado que o assédio escolar militar ainda está protegido contra investigações abertas. O caso das Deepcut Barracks, no Reino Unido, é um exemplo do governo se recusar a conduzir um inquérito público completo quanto a uma possível prática de assédio escolar militar. Alguns argumentam que tal comportamento deveria ser permitido por causa de um consenso acadêmico generalizado de que os soldados são diferentes dos outros postos. Dos soldados se espera que estejam preparados para arriscarem suas vidas, e alguns acreditam que o seu treinamento deveria desenvolver o espirito de corpo para aceitar isto.

Em alguns países, rituais humilhantes entre os recrutas têm sido tolerados e mesmo exaltados como um "rito de passagem" que constrói o caráter e a resistência; enquanto em outros, o assédio escolar sistemático dos postos inferiores, jovens ou recrutas mais fracos pode na verdade ser encorajado pela política militar, seja tacitamente ou abertamente. Também, as forças armadas russas geralmente fazem com que candidatos mais velhos ou mais experientes abusem - com socos e pontapés - dos soldados mais fracos e menos experientes...

5.6. Alcunhas ou apelidos (dar nomes)

Normalmente, uma alcunha (apelido) é dada a alguém por um amigo, devido a uma característica única dele. Em alguns casos, a concessão é feita por uma característica que a vítima não quer que seja chamada, tal como uma orelha grande ou forma obscura em alguma parte do corpo. Em casos extremos, professores podem ajudar a popularizá-la, mas isto é geralmente percebido como inofensivo ou o golpe é sutil demais para ser reconhecido. Há uma discussão sobre se é pior que a vítima conheça ou não o nome pelo qual é chamada. Todavia, uma alcunha pode por vezes tornar-se tão embaraçosa que a vítima terá de se mudar (de escola, de residência ou de ambos).

5. Legislação

No Brasil, a gravidade do ato pode levar os jovens infratores à aplicação de medidas sócio-educativas. de acordo pelo código penal brasileiro, a negligência com um crime pode ser tida como uma coautoria. Na área cívil, e os pais dos bullies podem, pois, ser obrigados a pagar indenizações e podem haver processos por danos morais.

A legislação jurídica do estado brasileiro de São Paulo define assédio escolar como atitudes de violência física ou psicológica, que ocorrem sem motivação evidente praticadas contra pessoas com o objetivo de intimidá-las ou agredi-las, causando dor e angústia.

Os atos de assédio escolar configuram atos ilícitos, não porque não estão autorizados pelo nosso ordenamento jurídico, mas por desrespeitarem princípios constitucionais (ex: dignidade da pessoa humana) e o Código Civil, que determina que todo ato ilícito que cause dano a outrem gera o dever de indenizar. A responsabilidade pela prática de atos de assédio escolar pode se enquadrar também no Código de Defesa do Consumidor, tendo em vista que as escolas prestam serviço aos consumidores e são responsáveis por atos de assédio escolar que ocorram nesse contexto.

No estado brasileiro do Rio de Janeiro, uma lei estadual sancionada em 23 de setembro de 2010 institui a obrigatoriedade de escolas públicas e particulares notificarem casos de bullying à polícia. Em caso de descumprimento, a multa pode ser de três a 20 salários mínimos (até R$ 10.200) para as instituições de ensino.

Na cidade brasileira de Curitiba todas as escolas têm de registrar os casos de bullying em um livro de ocorrências, detalhando a agressão, o nome dos envolvidos e as providências adotadas.

6.1. Condenações legais

Dado que a cobertura da mídia tem exposto o quão disseminada é a prática do assédio escolar, os júris estão agora mais inclinados do que nunca a se simpatizarem com as vítimas. Em anos recentes, muitas vítimas têm movido ações judiciais diretamente contra os agressores por "imposição intencional de sofrimento emocional" e incluindo suas escolas como acusadas, sob o princípio da responsabilidade conjunta. Vítimas norte-americanas e suas famílias têm outros recursos legais, tais como processar uma escola ou professor por falta de supervisão adequada, violação dos direitos civis, discriminação racial ou de gênero ou assédio moral.

1. No Brasil

Uma pesquisa do IBGE realizada em 2009 revelou que quase um terço (30,8%) dos estudantes brasileiros informou já ter sofrido bullying, sendo maioria das vítimas do sexo masculino. A maior proporção de ocorrências foi registrada em escolas privadas (35,9%), ao passo que nas públicas os casos atingiram 29,5% dos estudantes.

No Brasil, uma pesquisa realizada em 2010 com 5.168 alunos de 25 escolas públicas e particulares revelou que as humilhações típicas do bullying são comuns em alunos da 5ª e 6ª séries. Entre todos os entrevistados, pelo menos 17% estão envolvidos com o problema - seja intimidando alguém, sendo intimidados ou os dois. A forma mais comum é a cibernética, a partir do envio de e-mails ofensivos e difamação em sites de relacionamento como o Orkut.

Em 2009, uma pesquisa do IBGE apontou as cidades de Brasília e Belo Horizonte como as capitais brasileiras com maiores índices de assédio escolar, com 35,6% e 35,3%, respectivamente, de alunos que declararam esse tipo de violência nos últimos 30 dias.

2. Casos célebres

Na Grande São Paulo, uma menina apanhou até desmaiar por colegas que a perseguiam e em Porto Alegre um jovem foi morto com arma de fogo durante um longo processo de assédio escolar.

Em maio de 2010, a Justiça obrigou os pais de um aluno do Colégio Santa Doroteia, no bairro Sion de Belo Horizonte a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma garota de 15 anos por conta de assédio escolar. A estudante foi classificada como G.E. (sigla para integrantes de grupo de excluídos) por ser supostamente feia e as insinuações se tornaram frequentes com o passar do tempo, e entre elas, ficaram as alcunhas de tábua, prostituta, sem peito... Os pais da menina alegaram que procuraram a escola, mas não conseguiram resolver a questão. O juiz relatou que as atitudes do adolescente acusado pareciam não ter "limite" e que ele "prosseguiu em suas atitudes inconvenientes de 'intimidar'", o que deixou a vítima, segundo a psicóloga que depôs no caso, "triste, estressada e emocionalmente debilitada". O colégio de classe média alta não foi responsabilizado.

Em junho de 2010, um aluno de nona série do Colégio Neusa Rocha, no Bairro São Luiz, na região da Pampulha de Belo Horizonte foi espancado na saída de seu colégio, com a ajuda de mais seis estudantes armados com soco inglês. A vítima ficou sabendo que o grupo iria atacar outro colega por ele ser "folgado e atrevido", sendo inclusive convidada a participar da agressão.

Em entrevista ao Estado de Minas, disse: Eles me chamaram para brigar com o menino. Não aceitei e fui a contar a ele o que os outros estavam querendo fazer, como forma de alertá-lo. Quando a dupla soube que contei, um deles colocou o dedo na minha cara e me ameaçou dentro de sala, durante aula de ciências. Ele ainda ligou, escondido, pelo celular, para outro colega, que estuda pela manhã, e o chamou para ir à tarde na escola.

Durante 2010, Bárbara Evans, filha de Monique Evans e estudante da Universidade Anhembi Morumbi (onde cursava o primeiro ano de Nutrição), em São Paulo, entrou na Justiça com um processo de assédio escolar realizado por seus colegas. No dia 12/06/2010, um sábado à noite, o muro externo do estacionamento do campus Centro da referida Universidade foi pichado com ofensas a ela e a sua mãe.

Em recente caso julgado no Rio Grande do Sul (Proc. nº 70031750094 da 6ª Câmara Cível do TJRS), a mãe do bullie foi condenada civilmente a pagar indenização no valor de R$ 5 mil (cinco mil reais) à vítima. Foi um legítimo caso de cyberbullying, já que o dano foi causado por meio da Internet, em fotolog (flog) hospedado pelo Portal Terra. No caso, o Portal não foi responsabilizado, pois retirou as informações do ar em uma semana. Não ficou claro, entretanto, se foi uma semana após ser avisado informalmente ou após ser judicialmente notificado.

Alguns casos de assédio escolar entre crianças têm anuência dos próprios pais, como um envolvendo um garoto de 9 anos de Petrópolis. A mãe resolveu tirar satisfação com a criança que constantemente agredia seu filho na escola e na rua, mas o pai do outro garoto, em resposta, procurou a mãe do outro garoto chamado de "boiola" e "magrelo". Ela foi empurrada em uma galeria, atingida no rosto, jogada no chão e ainda teve uma costela fraturada. O caso registrado em um vídeo foi veiculado na internet e ganhou os principais jornais e telejornais brasileiros.

Em 2011, a 13ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro condenou uma escola privada a pagar indenização a uma vitima de bullying.

Em 07 de abril de 2011, ocorreu o Massacre de Realengo, no qual 12 crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, foram assassinados e outras 12 crianças foram feridas a tiros. O assassino, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, ex-aluno da escola, cometeu suicídio após os crimes. O massacre foi atribuído a uma vingança por bullying.

O QUE É CYBERBULLYING

Cyberbullying é uma prática que envolve o uso de tecnologias de informação e comunicação para dar apoio a comportamentos deliberados, repetidos e hostis praticados por um indivíduo ou grupo com a intenção de prejudicar outrem. Como tem se tornado mais comum na sociedade, especialmente entre os jovens, legislações e campanhas de sensibilização têm surgido para combatê-lo.

1. Definição

O cyberbullying tem sido definido como "quando a Internet, telefones celulares ou outros dispositivos são utilizados para enviar textos ou imagens com a intenção de ferir ou constranger outra pessoa". Outros pesquisadores utilizam uma linguagem semelhante para descrever o fenômeno.

O cyberbullying pode ser tão simples como continuar a enviar e-mail para alguém que já disse que não querem mais contato com o remetente, ou então pode incluir também ameaças, comentários sexuais, rótulos pejorativos, discurso de ódio, tornar as vítimas alvo de ridicularização em fóruns ou postar declarações falsas com o objetivo de humilhar.

Os cyberbullies podem divulgar os dados pessoais das vítimas (como nome, endereço ou o local de trabalho ou de estudo, por exemplo) em sites ou fóruns, ou publicar material em seu nome que o difame ou ridicularize-o. Alguns cyberbullies também podem enviar e-mails e mensagens instantâneas ameçando e assediando as vítimas, postar rumores e boatos e instigar os outros para cima da vítima.

No Ensino Médio, as meninas são mais propensas a se envolver em cyberbullying do que os meninos. Mas independente do gênero do bully, seu objetivo é intencionalmente envergonhar, perseguir ou fazer ameaças on-line para os outros. Esse assédio moral pode ocorrer por meio de e-mail, mensagens de texto e mensagens para blogs e sites (como os de relacionamento).

O cyberbullying, via Web, pode ser considerado tão prejudicial quanto o bullying tradicional, podendo, inclusive, levar, em casos extremos, ao suicídio.

Embora o uso de comentários sexuais estejam, às vezes, presentes no cyberbullying, esse não é o mesmo que assédio sexual.

A massificação da Internet, especialmente pelo uso entre as novas gerações, contribui para o aumento do cybullying, pois, no mundo virtual, os bullies não precisam dar as caras. A prática de cyberbullying, porém, não se limita apenas às crianças, podendo ocorrer também entre adultos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cyberbullying

Mães Unidas em Oração, filhos protegidos.
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Colaboradora:  Rossana de Almeida Ferreira Pires)



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